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Anticorpos Contra Coronavírus podem ser Transferidos da Mãe para o Feto

Uma boa notícia às futuras mamães preocupadas! Bebê norte-americano, cuja mãe havia sido vacinada, nasceu com imunidade passiva natural (transferência de anticorpos da mãe para o feto por meio da placenta).

A vacinação materna para Influenza e TDaP (tríplice bacteriana que protege contra difteria, tétano e coqueluche) tem sido bem estudada em termos de segurança e eficácia para a proteção do recém-nascido pela passagem de anticorpos pela placenta. Proteção semelhante ao recém-nascido seria esperada após a vacinação materna contra SARS-CoV-2 (o vírus responsável pelo COVID-19). Entretanto em função das vacinas serem novas, carecemos de estudos sobre o assunto.

Anticorpos Contra o Coronavírus

Como os Anticorpos Contra o Coronavírus chegaram no bebê?

 A vacinação materna foi fornecida a uma profissional de saúde da linha de frente com COVID-19 com a vacina de mRNA Moderna COVID-19, com idade gestacional de 36 semanas e 3 dias. Um parto vaginal normal e espontâneo ocorreu 3 semanas após a dose 1ª da vacina Moderna. O resultado dessa gestação de 39 semanas e 3 dias foi uma menina nascida a termo vigorosa e saudável. Durante o parto, uma amostra de sangue do cordão umbilical foi coletada com de costume para exames. Essa amostra de sangue do cordão foi coletada imediatamente após o nascimento da bebê e antes do parto da placenta. O soro foi enviado para teste de anticorpos SARS-CoV-2 para proteína S. A mãe, que tem amamentado exclusivamente, recebeu a segunda dose da vacina Moderna durante o período pós-parto de acordo com o cronograma normal do protocolo de vacinação de 28 dias.

Os anticorpos do sangue do cordão umbilical (IgG) foram detectados para SARS-CoV-2 a um nível de 1,31 U / mL. Apesar de ainda ser apenas um resultado isolada, já é uma evidência clara da passagem de anticorpos da mãe para o feto, o que pode ajudar com um proteção, ao menos parcial, para o recém-nascido. Entretanto, a eficácia protetora em recém-nascidos e o momento ideal de vacinação materna permanecem desconhecidos.

 

Referência

  1. Newborn Antibodies to SARS-CoV-2 detected in cord blood after maternal vaccination

O que as gestantes devem saber sobre o Coronavírus

Atualmente, existem muitas incertezas sobre o coronavírus de Wuhan, mas as autoridades estão fazendo o possível para proteger as pessoas. É provável que a maioria das mulheres grávidas esteja a salvo do vírus – com base nas informações que temos no momento. É importante saber que as mesmas precauções que devem ser tomadas para evitar o resfriado comum se aplicam a esse novo e preocupante vírus.

Para orientar as gestantes sobre o assunto, disponibilizamos este conjunto de perguntas e respostas sobre o assunto. As informações tem como fonte a Sociedade Brasileira de Infectologia e em outras mídias.

O que é Coronavírus?

Coronavírus (CoV) é uma grande família de vírus, conhecidos desde meados da década de 1960, que podem causar um resfriado comum ou síndromes respiratórias graves como a síndrome respiratória aguda grave que ficou conhecida pela sigla SARS, do inglês Severe Acute Respiratory Syndrome, (SARS-CoV) e a síndrome respiratória do Oriente Médio, cuja sigla é MERS, do inglês Middle East Respiratory Syndrome (MERS-CoV). Esses vírus receberam esse nome devido às espículas na sua superfície que lembram uma coroa.

Uma nova variante do vírus foi identificada recentemente, após a notificação de casos de pneumonia de causa desconhecida entre dezembro/2019 e janeiro/2020, diagnosticados inicialmente na cidade chinesa de Wuhan, capital da província de Hubei. Essa nova variante não havia sido identificada previamente em humanos e foi denominada 2019-nCoV. Centenas de casos já foram detectadas em outras cidades da China, além de Tailândia, Japão, Coreia do Sul e Estados Unidos da América.

Estou grávida, devo ficar preocupada?

Sim, mas não mais do que você ficaria preocupada com a gripe. Durante a gravidez, partes do seu sistema imunológico ficam deprimidas, o que o torna mais suscetível a complicações de vírus como gripe e varicela. As gestantes, por exemplo, têm quase 3,5 vezes mais chances de acabar no hospital devido à gripe do que as mulheres que não estão grávidas, de acordo com um estudo publicado em junho de 2019 no Journal of Infectious Diseases. Por isso as campanhas sempre recomendam que as gestantes tomem a vacina contra gripe.

Lembram da época em que tivemos um surto de H1N1? Assim que vacina este disponível foi recomendado seu uso em gestantes.

Faz sentido esperar que uma mulher grávida tenha maior risco de complicações por esse vírus do que uma não gestante. Mas você também precisa ter em mente que, em geral, seu risco de contrair essa doença é muito baixo.

Uma das dificuldades para os médicos é que, nos estágios iniciais, é muito difícil distinguir um resfriado comum do coronavírus. O coronavírus, no entanto, tem capacidade para progredir rapidamente e causar febre alta, infecção grave e pneumonia. Parece que as mortes que ocorreram pela infecção pelo vírus Wuhan ocorreram em idosos e pessoas com outras doenças associadas.

O coronavírus pode passar para o feto?

Em que pese termos alguma evidência de transmissão vertical, ainda não está claro se a gestante pode passar a doença para o seu feto. Já para o recém nascido sim, ele pode contrair a doença da mesma maneira que um adulto.

Qual a origem deste surto?

Acredita-se que a fonte primária do vírus seja em um mercado de frutos do mar e animais vivos em Wuhan.

Há outros coronavírus com transmissão de animais para humanos?

Investigações detalhadas descobriram que o SARS-CoV foi transmitido de gatos selvagens para humanos na China, em 2002, e o MERS-CoV de dromedários para humanos na Arábia Saudita, em 2012. Vários coronavírus conhecidos estão circulando em animais que ainda não infectaram humanos.

A transmissão do coronavírus acontece entre humanos?

Sim. Todos os coronavírus podem ser transmitidos de pessoa a pessoa. Na maior parte dos casos, a transmissão é limitada e se dá por contato próximo, ou seja, qualquer pessoa que cuidou do paciente, incluindo profissionais de saúde ou membros da família que tenham tido contato físico com o paciente e/ou permanecidos no mesmo local que o paciente doente.

Qual é o tempo de incubação desta nova variante do coronavírus?

Ainda não há uma informação exata. Presume-se que o tempo de exposição ao vírus e o início dos sintomas seja de cerca de duas semanas.

Quais são os sintomas de uma pessoa infectada por um coronavírus?

Depende do vírus, mas os sinais comuns incluem sintomas respiratórios, febre, tosse e falta de ar/desconforto respiratório. Em casos mais graves, a infecção pode causar pneumonia, síndrome respiratória aguda grave, insuficiência renal e morte. Idosos e pessoas com problemas de saúde podem apresentar manifestações mais graves.

Contágio e Sintomas do Coronavírus

Contágio e Sintomas do Coronavírus. Fonte: G1 – https://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2020/01/28/secretaria-de-saude-confirma-primeiro-caso-suspeito-de-coronavirus-no-parana.ghtml

Qual é a letalidade desta nova variante do coronavírus?

Não se sabe até o momento. Porém, acredita-se que a letalidade do 2019-nCoV seja inferior a do SARS-CoV e do MERS-CoV. Pelos dados iniciais publicados, a estimativa inicial é de que a letalidade seja em torno de 3% (26 mortes em 912 casos), inferior à do SARS-CoV e do MERS-CoV.

Existe um tratamento para o coronavírus?

Não há tratamento específico. No entanto, muitos dos sintomas podem ser tratados. Além disso, os cuidados de suporte às pessoas infectadas podem ser altamente eficazes. Antes de usar qualquer medicação, como a ivermectina, procure orientação com seu médico.

Existe uma vacina para o novo coronavírus?

Sim, atualmente (03/02/21) já temos algumas vacinas disponíveis. Entretanto ainda carecemos de estudos sobre a sua eficácia e segurança em gestantes. Preparamos um post específico sobre o uso da vacina do COVID-19 em gestantes. Dispomos já de estudos que mostram que a resposta imunológica da gestante é semelhante a não gestante com relação a administração da vacina.

Tomei a vacina contra a gripe. Estou protegido contra o coronavírus?

Não. Esta vacina protege somente contra o vírus influenza.

Como reduzir o risco de infecção pelo coronavírus?

Evitar contato próximo com pessoas que sofrem de infecções respiratórias agudas; realizar lavagem frequente das mãos, especialmente após contato direto com pessoas doentes ou com o meio ambiente; evitar contato próximo com animais selvagens e animais doentes em fazendas ou criações.

Como a clínica está lidando com o coronavírus?

Estamos seguindo as recomendações das autoridades sanitárias, intensificando a higienização de superfícies, barrando casos suspeitos e reduzindo o número de acompanhantes. Veja mais detalhes na página sobre Enfrentamento do Coronavírus.

Estão contraindicadas as viagens para a China e para os países com casos importados?

Não. Com base nas informações atualmente disponíveis, a Organização Mundial da Saúde (OMS) não recomenda nenhuma restrição de viagens ou comércio. A OMS corrobora para que as medidas de preparação para emergências de saúde devem ser fortalecidas pelos países em conformidade com o Regulamento Sanitário Internacional (2005).

Temos casos da nova variante do coronavírus no Brasil?

Sim, temos notícia de casos importados e casos comunitários em algumas localidades no Brasil. Para conhecer a situação do Paraná, veja o boletim epidemiológico do estado. Veja aqui em tempo real o mapa com os casos de coronavírus no mundo.

Lei Garante à Gestante o Direito a Escolher o Tipo de Parto no Paraná

No dia 17/01/2020 foi sancionada e publicada pelo Governador do Estado, a lei 20127 da deputada Mabel Canto, que altera a lei de combate a violência obstétrica e dá o direito à todas as gestantes do Paraná escolher sua via de parto, seja ele normal ou cesáreo.

“Parto adequado é aquele em que se promove uma experiência agradável, confortável, tranquila e segura para a mãe e para o bebê”. Essa afirmação faz parte de um dos parágrafos do primeiro projeto de lei apresentado na Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP), pela deputada Mabel Canto (PSC), que ocupa pela primeira vez uma das cadeiras do Legislativo paranaense.

“Eu quis o meu primeiro projeto beneficiasse diretamente as mulheres do nosso estado”, afirmou a parlamentar ao falar sobre o projeto durante a sessão plenária na Assembleia. Ela fez um retrospecto da lei aprovada no ano passado e afirmou que não ficava clara esse aspecto. “A Lei contra a violência obstétrica ( Lei 19.701/18) aprovada no ano passado, é de suma importância na eficácia dessas políticas de violência obstétrica, contudo, é preciso garantir o direito de escolha, um parto tranquilo, seguro e confortável”, afirmou Mabel. “Respeitar o poder de escolha da gestante”, acrescentou. Ela lembrou que nas suas duas gestações teve a oportunidade de escolher a modalidade de parto que preferia dentro de suas condições físicas. “A forma mais adequada é a de nascer bem”, completou.

Para reforçar sua posição, Mabel Canto convidou a palestrar da tribuna, durante o horário do Grande Expediente, o médico José Jacyr Leal Junior, presidente do Centro Fetal Batel, de Curitiba. “No SUS, por questões técnicas, de localização ou por falta de condições, os médicos acabam levando o máximo possível de mulheres para a cesariana e as outras para o parto normal, daquelas que está mais fácil e aí os desvios acontecem. Existem partos fáceis e difíceis, mas só se pode saber qual é o melhor quando a criança já nasceu”, frisou o ginecologista que listou, também durante sua explanação aos deputados, os riscos e complicações do parto natural.

Dr. Jacyr Leal e a deputada Mabel Canto

Dr. Jacyr Leal e a deputada Mabel Canto

De acordo com Mabel Canto, garantir o direito de escolha da modalidade de parto que as mães decidirem é fundamental. “Não devemos obrigar ninguém a fazer aquilo que não quer. Se uma mãe decide pelo parto natural, ela deve ter esta opção, mas se quiser fazer o cesariano, seu direito deve ser garantido a ela. Com nosso projeto, queremos que as gestantes e parturientes, durante o pré-natal, sejam orientadas pelo médico, saber os prós e contras, mas vantagens de cada tipo de parto e só então escolher, de acordo com suas crenças e convicções”, ressaltou. Se você ainda não conhece as vantagens e desvantagens da cesárea leia nosso posto sobre esse assunto.

Parto Adequado Segundo a Agência Nacional de Saúde

A ANS (Agência Nacional de Saúde), também possui um projeto com o nome Parto Adequado. O projeto Parto Adequado, desenvolvido pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE) e o Institute for Healthcare Improvement (IHI), com o apoio do Ministério da Saúde, tem o objetivo de identificar modelos inovadores e viáveis de atenção ao parto e nascimento, que valorizem o parto normal e reduzam o percentual de cesarianas sem indicação clínica na saúde suplementar. Essa iniciativa visa ainda a oferecer às mulheres e aos bebês o cuidado certo, na hora certa, ao longo da gestação, durante todo o trabalho de parto e pós parto, considerando a estrutura e o preparo da equipe multiprofissional, a medicina baseada em evidência e as condições socioculturais e afetivas da gestante e da família.

A opinião da Organização Mundial de Saúde sobre a Via de Parto

Desde 1985, a comunidade médica internacional considera que a taxa ideal de cesárea seria entre 10% e 15%.
Porém as cesáreas vêm se tornando cada vez mais frequentes tanto nos países desenvolvidos como naqueles
em desenvolvimento. Quando realizadas por motivos médicos, as cesarianas podem reduzir a mortalidade e
morbidade materna e perinatal. Porém não existem evidências de que fazer cesáreas em mulheres ou bebês
que não necessitem dessa cirurgia traga benefícios. Assim como qualquer cirurgia, uma cesárea acarreta
riscos imediatos e a longo prazo. Esses riscos podem se estender muitos anos depois de o parto ter ocorrido
e afetar a saúde da mulher e do seu filho, podendo também comprometer futuras gestações. Esses riscos são
maiores em mulheres com acesso limitado a cuidados obstétricos adequados.

Segundo a Declaração da OMS sobre Taxas de Cesáreas os esforços devem se concentrar em garantir que cesáreas
sejam feitas nos casos em que são necessárias, em vez de buscar atingir uma taxa específica de cesáreas.

O que pensa o Conselho Federal de Medicina (CFM) sobre o assunto

É ético o médico atender à vontade da gestante de realizar parto cesariano, garantida a autonomia do profissional, da paciente e a segurança do binômio materno fetal. É o que afirma o Conselho Federal de Medicina (CFM) na Resolução 2144/2016, publicada no Diário Oficial da União (DOU) neste dia 22 de junho. A norma, que está em vigor desde sua publicação, define critérios para cesariana a pedido da paciente no Brasil e estabelece que, nas situações de risco habitual e para garantir a segurança do feto, somente poderá ser realizada a partir da 39ª semana de gestação.

Nas primeiras consultas de pré-natal, o CFM orienta que médico e paciente discutam de forma exaustiva sobre benefícios e riscos tanto do parto vaginal quanto da cesariana, bem como sobre o direito de escolha da via de parto pela gestante. Para o pediatra e 2º secretário do CFM, Sidnei Ferreira, “a escolha do tipo de parto como decisão conjunta médico/gestante é bem-vinda, devendo ser respeitado o desejo da mulher. Entretanto, não se pode perder de vista que o mais importante é preservar a saúde e a vida da mãe e do concepto”.

Para realização de parto cesariano a pedido, passa a ser obrigatória a elaboração de um termo de consentimento livre e esclarecido pelo médico para que seja registrada a decisão da parturiente. O documento deve ser escrito em linguagem de fácil compreensão, respeitando as características socioculturais da gestante e o médico deve esclarecê-la e orientá-la tanto sobre a cesariana quanto sobre o parto normal.

“A paciente, quando devidamente esclarecida, decide com o médico as suas opções de tratamento. O fulcro é a harmonização entre o princípio da autonomia do paciente e a do médico, que deve se basear na melhor evidência científica, sendo que o foco é garantir a segurança fetal e materna”, ressalta o conselheiro José Hiran Gallo.

Gostou deste post? Para conhecer outros direitos da gestante leia nosso post sobre direitos da gestante e puérpera.

Dado Dolabella assume namoro com prima: qual o risco se decidirem ter filhos?

Quando duas pessoas que são parentes (possuindo a mesma ascendência) e se unem, chamamos essa união de consanguínea. Logo a consanguinidade é a afinidade por laços de sangue.

Recentemente o ator Dado Dolabella virou notícia ao anunciar que está namorando sua prima, Marina Dolabella. Ela é filha de Luiz Fernando Dolabella, irmão do pai de Dado, Carlos Eduardo Dolabella. Portanto Dado e Marina são primos de primeiro grau, caracterizando uma união consaguínea.

Dado e Prima - união consanguinea

Dado e Prima. Fonte: reprodução Instagram.

Qual o risco da consanguinidade?

Lembrando um pouco das aulas de biologia na escola, você irá recordar que as doenças genéticas podem ser dominantes ou recessivas. Existem outros padrões de herança mas vamos manter as coisas simplificadas. Quando uma doença é dominante, com apenas um dos genes alterados o indivíduo manifesta a doença. Por outro lado quando a doença é recessiva é necessário que dois genes mutados (um do pai e outro da mãe) estejam presentes para manifestar a doença.

No caso da doença recessiva, a pessoa que só tem um gene mutado não manifesta a doença. Então, por exemplo, quando nasce uma criança com fibrose cística, ela provavelmente herdou um gene mutado da mãe e outro do pai. Entretanto, os pais, apesar de serem portadores dos genes mutados não manifestam a doença.

Agora imagine que todos nós temos alguns problemas em nosso código genético. Alguns pequenos erros espalhados aleatoriamente no nosso DNA. Como a maioria das doenças é recessiva, não manifestamos nenhum problema pois só temos um gene alterado. Quando casamos com alguém de outra família, essa pessoa também terá mutações. Entretanto como o material genético é bastante extenso a chance da mutação ser exatamente no mesmo lugar é muito pequena.

Já quando casamos com alguém da mesma família, a chance de dois genes alterados no mesmo ponto aumentam!

De um modo geral, o risco de algum erro genético na população, aonde a união acontece ao acaso, fica em torno dos 2% ou 3%. Mas, entre parentes, esse risco pode chegar a 12%.

O namoro entre primos é proibido?

Não, não há “proibição” neste sentido. Entretanto é importante fazer uma avaliação genética adequada para identificar se existe algum risco específico. Idealmente deve-se consultar um médico geneticista para que ele possa levantar o histórico da família e eventualmente solicitar algum exame genético. Além disso durante a gestação é importante fazer os exames de ultrassom como o ultrassom morfológico.

O estimga da consanguinidade

No mundo, cerca de 8,5% das crianças têm pais consanguíneos e 20% da população humana vive em comunidades que praticam endogamia (união entre indivíduos aparentados). Portanto em algumas comunidades o casamento consanguíneo é mais comum do que se pode imaginar.

A dor da Endometriose Ilustrada

Endometriose é uma doença aonde células semelhantes ao endométrio (camada interna do útero) crescem em locais diferentes da pelve. A endometriose frequentemente acomete os ovários, trompas e o tecido que envolve o útero (peritônio). Os principais sintomas causados pela endometriose são a dor pélvica (inclusive a dispareunia) e a infertilidade. A maquiadora Andrea Baines, 34 anos, tentou ilustrar as cicatrizes que a doença deixaria caso marcasse o corpo externamente.

Só porque você não vê, não significa que não exista. #endometriose

Depois de décadas vivendo com uma doença invisível e insuportável, a maquiadora Andrea Baines estava determinada a conscientizar sobre a verdadeira dor da endometriose. Então Andrea ilustrou lesões de endometriose na modelo Rachel Berwick que também sobre da doença.

“É muito importante que doenças invisíveis sejam reconhecidas, ” ela informou ao Kidspot.

“Já é traumático o suficiente para o doente lidar com a dor, sem sentir que está mentindo sobre sua condição”.

“Pode ser extremamente isolado viver com uma condição que ninguém pode ver. E é muito importante que as mulheres levem essa dor a sério – porque não é normal viver com dor crônica. Não se trata simplesmente em ‘ser mulher’

Rachel e Andrea se preparando para a sessão de fotos.

O problema da Endometriose

A endometriose acomete 175 milhões de mulheres em todo o mundo, incluindo 1,5 milhão no Reino Unido e 16,5 milhões nos EUA. No Brasil estima-se que cerca de 6 milhões de mulheres tenham a doença. De acordo com a Associação Brasileira de Endometriose, 15% das mulheres em idade reprodutiva (13 a 45 anos) têm a doença. Antigamente, considerava- se que a maior frequência de endometriose ocorria após os 30 anos. Mas, com a evolução dos exames de imagem, observa-se a presença da doença entre mulheres mais jovens, inclusive adolescentes. Em 5% dos casos o problema pode ocorrer ou persistir após a menopausa.

Os sintomas mais comuns incluem sangramento menstrual aumentado, dor na região pélvica, dor durante o sexo e sangramento irregular.

Muitas mulheres não são diagnosticadas há anos porque apenas pensam que seu sangramento e dor são normais. Muitas vezes também é necessário uma cirurgia chamada videolaparoscopia para o diagnóstico definitivo.

Leva uma média de 7,5 anos entre as mulheres procurar um médico e o diagnóstico definitivo ser definido. Caso tenha sintomas de endometriose procura seu ginecologista e converse com ele sobre o exame de pesquisa de endometriose.

Fetalmed Social 2019

Todos podem contar com acesso a médicos altamente qualificados e equipamentos de ponta.

A Fetalmed trabalha diariamente para oferecer às gestantes e seus bebês um futuro melhor. Faz isso num cenário em que é cada vez mais clara a consciência da interdependência entre sociedade civil, poder público e iniciativa privada.

Nossos projeto Fetalmed Social caracteriza-se por tornar acessível para pacientes do sistema público o acesso a médicos e exames de ponta.

Como Funciona?

Em abril de 2016 fizemos nossa primeira ação social, aonde durante um sábado várias pacientes do sistema público foram atendidas gratuitamente. Este evento foi repetido em outros momentos e agora em 2019 queremos que ele se torne contínuo. Para isso a clínica irá atender mensalmente cerca de 100 pacientes do sistema público. Cada paciente será atendida pelo programa apenas uma vez em cada gestação.

Como faço para ser atendida?

Para ser atendida basta utilizar o nosso formulário de pré-agendamento informando no campo convênio a opção “Sem Ônus – Limitado a 100 Exames/mês”, conforme a imagem abaixo. Uma de nossas atendentes irá retornar com uma ligação para confirmar o exame.

Pré-Agendamento Fetalmed Social

É importante frisar que o preenchimento do formulário não significa que o exame está agendado, é necessário a confirmação por telefone pois no momento o programa irá atender um número máximo de 100 pacientes/mês que serão agendadas conforme disponibilidade da clínica.

Quem pode participar?

O programa é restrito para pacientes que são usuárias do sistema público de saúde. Para o atendimento é necessário que a paciente tenha em mãos a requisição do SUS. Não serão realizados exames sem requisição médica que obrigatoriamente terá que ser oriunda do sistema público de saúde.

Quais Exames estão Disponíveis no Fetalmed Social?

Os seguintes exames de ultrassom estão disponíveis no programa:

Também não serão realizado pelo programa exames múltiplos (por exemplo, obstétrica e transvaginal em uma mesma paciente).

Não consegui fazer o exame gratuitamente, existe alguma outra forma de ser atendida?

Sim, para pacientes que são usuárias do sistema público de saúde a Fetalmed pode subsidiar parte do valor do exame, tornando-o mais acessível. Para informações sobre valores você poderá utilizar um dos seguintes canais de contato:

  • WhatsApp com o número (41) 9275-7500 (sim, é o nosso número fixo mesmo – o WhatsApp permite números fixos para telefones comerciais).
  • Telefone usando nossa central de atendimento (41) 3087-7500
  • Formulário de contato

Fetalmed Social 2019

Fumar na Gravidez

Fumar na gravidez pode ser prejudicial para o bebê? Na segunda quinzena de agosto de 2018 uma imagem foi bastante compartilhada no WhatsApp. Ela mostra um curioso cartaz antigo que seria de uma marca de cigarros. Na peça publicitária, a marca ressalta que o fumo auxilia na gravidez. Afinal propicia um parto fácil, com um bebê magro e elegante!

Fumar na Gravidez

A imagem é falsa. Entretanto as marcas de cigarros vendiam – no passado – a idéia de que fumar faz bem, que quem fuma é livre etc… Até algumas vezes, as propagandas extrapolavam o bom senso.

Fumar na Gravidez

A maioria das pessoas sabe que fumar causa câncer, doenças cardíacas e outros problemas de saúde importantes. Fumar durante a gravidez causa problemas de saúde adicionais, incluindo parto prematuro (nascer cedo demais), certos defeitos congênitos e morte infantil.

A fumaça do cigarro contém mais de 4.000 substâncias químicas. Inegavelmente incluindo coisas realmente prejudiciais como cianeto, chumbo e pelo menos 60 compostos causadores de câncer. Quando você fuma durante a gravidez, essa mistura tóxica entra na corrente sanguínea. Certamente a única fonte de oxigênio e nutrientes do bebê.

Enquanto nenhum desses mais de 4.000 produtos químicos é bom para o seu bebê (você nunca adicionaria uma dose de chumbo ou cianeto a sua comida), dois compostos são especialmente prejudiciais: nicotina e monóxido de carbono. Essas duas toxinas são responsáveis por quase todas as complicações relacionadas a fumar na gravidez.

O tabagismo é completamente contraindicado durante a gravidez, pois aumenta a chance de partos prematuros, dos bebês nascerem abaixo do peso, de ocorrer descolamento de placenta e, consequentemente, do óbito fetal

Quando é melhor parar de fumar?

Um estudo com mais de 4.000 gestantes tentou avaliar os efeitos do tabaco na gestação. Então as gestantes foram divididas em grupos que pararam de fumar durante a gestação e um grupo que continuou fumando. Enfim, todos os grupos que pararam de fumar tinham bebês maiores do que os fumantes persistentes.

Os bebês daquelas que pararam de fumar antes de 6 semanas ou entre 6 e 16 semanas foram 217 g e 213 g respectivamente mais pesados que os bebês das fumantes que não interromperam o vício. Os bebês daquelas que pararam depois de 16 semanas foram 120 g mais pesados que os das fumantes. Contudo 100 g mais leves do que os das que interromperam no início da gestação. Parar de fumar a qualquer momento até 30 semanas resulta em aumento do peso ao nascer. Embora os maiores efeitos resultam da interrupção antes das 16 semanas.

Assim como o cigarro, diversas outras substâncias podem ser nocivas durante a gestação, consulte nosso post sobre o assunto: Substâncias Prejudiciais para a Gravidez

Referências

  1. Será verdadeira ou falsa a propaganda antiga dos cigarros Winston falando sobre os benefícios de se fumar durante a gravidez?
  2. Smoking in pregnancy: effects of stopping at different stages. Br J Obstet Gynaecol. 1988 Jun;95(6):551-5.

Vacina contra H1N1 pode ser administrada com segurança em gestantes

O Comitê Consultivo em Práticas de Imunizações (ACIP), do Centro de Controle de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, afirma que a vacina contra a influenza H1N1 pode ser administrada com segurança durante qualquer trimestre da gravidez, já que estudos demonstram que não há risco de complicações maternas ou desfechos fetais inconvenientes associados à vacina.

Nem mesmo o fato de a vacina conter thiomersal – composto contendo mercúrio que tem sido usado em algumas vacinas para reduzir a probabilidade de crescimento biológico – deve ser motivo de preocupação. Segundo o CDC, não existe evidência científica de que isso cause eventos adversos em crianças nascidas de mulheres que receberam vacina durante a gestação.

Estudos têm mostrado que o etilmercúrio – um produto da decomposição do thimerosal – não acumula e causa dano ao cérebro fetal como o metilmercúrio – forma mais tóxica do mercúrio. Por isso, segundo o ACIP: “Os benefícios da vacinação contra a Influenza para todos os grupos recomendados, incluindo as gestantes e as crianças jovens, sobrepõem as preocupações baseadas em um risco teórico da exposição ao thimerosal”.

A recomendação do comitê para que as gestantes sejam imunizadas é feita com base no fato de a gravidez, ao aumentar as chances de complicações devido à influenza, colocar mulheres saudáveis em risco. Estudo feito pelo CDC entre 15 de abril e 18 de maio de 2009 confirma isso. Neste período, foram reportados ao Comitê 34 de Influenza H1N1 em gestantes.

Destas, 32% precisaram de hospitalização, o que significa que a necessidade de internação de grávidas foi 4 vezes maior que da população em geral. Além disso, 13% de óbitos registrados no período foram de gestantes, mesmo que a maior parte delas estivesse saudável antes de contrair o vírus.

Leia mais:

Fonte: http://www.vacinacaoinfluenza.com.br

Links Relacionados

O que as mulheres grávidas precisam saber sobre o novo vírus da gripe A (H1N1)

As mulheres grávidas têm maior probabilidade de ter complicações graves com a nova gripe A(H1N1), da mesma forma que acontece com a gripe sazonal, mas não há evidência que tenham maior probabilidade de contrair esta infecção. Se ficar doente deverá fazer o mesmo tratamento que o resto da população. Disponibilizamos este guia para que você posso tomar conhecimento das precauções necessárias para proteger você e o seu bebê. Se você está procurando informações sobre o Coronavírus veja esse post.

O que posso eu fazer para me proteger, proteger meu bebê e família?

Em primeiro lugar atualize a sua vacinação (veja nosso post sobre a vacinação em gestantes). Além disso as medidas preventivas são muito importantes. Siga estes passos para prevenir a propagação do vírus e proteger a sua saúde:

  • Cubra o nariz e a boca com um lenço de papel sempre que for tossir, espirrar ou alguém o fizer perto de você;
  • Descarte o lenço no lixo após a utilização;
  • Lave frequêntemente as mãos, com água quente e sabão, durante 40 a 60 segundos, especialmente depois de um espirro ou tosse;
  • Se utilizar um gel de lavagem de mãos à base de álcool, não adicione água e espalhe o gel nas mãos até que evapore/seque;
  • Em ambientes muito movimentados, evite tocar nos olhos, nariz e boca, antes de lavar as mãos – o vírus também se propaga deste modo
  • Evite o contato com pessoas doentes – reduza as suas saídas de casa;
  • Se for indicada a sua utilização, use corretamente as máscaras faciais.

Existe alguma orientação quanto aos exames de pré-natal?

Não, os exames de pré-natal continuaram iguais, apenas serão solicitados exames complementares para as pacientes que apresentarem sintomas suspeitos de gripe. Algumas orientações são importantes para as gestantes que irão realizar exames de ultrassom (ecografia):

  • Se estiver sentido sintomas de gripe e se exame não for emergência, adie o exame em 7 a 10 dias, esperando os sintomas passarem. Se você estiver com a gripe e for fazer o exame você poderá contaminar outras gestantes;
  • Antes de comparecer a clínica ou hospital ligue para saber como está funcionando o atendimento e se existe alguma recomendação especial;
  • Evite levar acompanhantes! A sala de ultrassom normalmente é fechada e nela passa diariamente um volume grande de pacientes. Quanto mais gente estiver passando pela sala de ultrassom maior o risco de contaminação;
  • Se a clínica disponibilizar máscaras, utilize-á. A máscara é uma forma de proteção para você e para outras pessoas que circulam pela clínica;
  • Se estiver doente e tiver que fazer o exame, ligue antes para a clínica ou hospital e pergunte qual protocolo está sendo seguido. Algumas clínicas poderão estar solicitando que pacientes doentes realizem o exame diretamente em hospitais de referência.

Lembre-se, estes cuidados simples são a melhor forma de combater a pandemia de gripe. Epidemias de gripe podem eventualmente ter complicações maiores em grávidas.

Quais os sintomas de gripe A(H1N1)?

O que as mulheres grávidas precisam saber sobre o novo vírus da gripe A (H1N1)
As mulheres grávidas têm maior probabilidade de ter complicações graves com a nova gripe A(H1N1), da mesma forma que acontece com a gripe sazonal, mas não há evidência que tenham maior probabilidade de contrair esta infecção. Se ficar doente deverá fazer o mesmo tratamento que o resto da população. Disponibilizamos este guia para que você posso tomar conhecimento das precauções necessárias para proteger você e o seu bebê

Existe alguma orientação quanto aos exames de pré-natal?

Não, os exames de pré-natal continuaram iguais, apenas serão solicitados exames complementares para as pacientes que apresentarem sintomas suspeitos de gripe. Algumas orientações são importantes para as gestantes que irão realizar exames de ultrassom (ecografia):

  • Se estiver sentido sintomas de gripe e se exame não for emergência, adie o exame em 7 a 10 dias, esperando os sintomas passarem. Se você estiver com a gripe e for fazer o exame você poderá contaminar outras gestantes;
  • Antes de comparecer a clínica ou hospital ligue para saber como está funcionando o atendimento e se existe alguma recomendação especial;
  • Evite levar acompanhantes! A sala de ultrassom normalmente é fechada e nela passa diariamente um volume grande de pacientes. Quanto mais gente estiver passando pela sala de ultrassom maior o risco de contaminação;
  • Se a clínica disponibilizar máscaras, utilize-á. A máscara é uma forma de proteção para você e para outras pessoas que circulam pela clínica;
  • Se estiver doente e tiver que fazer o exame, ligue antes para a clínica ou hospital e pergunte qual protocolo está sendo seguido. Algumas clínicas poderão estar solicitando que pacientes doentes realizem o exame diretamente em hospitais de referência.
  • Lembre-se, estes cuidados simples são a melhor forma de combater a pandemia de gripe. Epidemias de gripe podem eventualmente ter complicações maiores em grávidas.

Quais os sintomas de gripe A(H1N1)?

Os sintomas são parecidos com os da gripe sazonal habitual e incluem:

  • Febre;
  • Tosse;
  • Dores de garganta;
  • Dores musculares;
  • Dores de cabeça;
  • Erupções cutâneas;
  • Arrepios e fadiga;
  • Por vezes, diarreia e vômitos.

O que devo fazer se ficar doente?

Se sentir sintomas leves de gripe ou tiver contato próximo com alguém infectado com a gripe A, permaneça em casa, limite o contato com outras pessoas. Entre em contato com o Disque Saúde do Ministério da Saúde 0800 61 1997 e se necessário procure um serviço de referência para avaliação (clique aqui para ver a lista de hospitais de referência no Paraná).

Como é tratada esta gripe?

Trate a febre. Mantenha a temperatura dentro dos seus valores habituais, isso é muito importante para o seu bebê. O paracetamol é o melhor tratamento para a febre durante a gravidez e pode ser tomado na dose de 500mg de 6 em 6 horas. Se tiver dúvidas lige para o Disque Saúde do Ministério da Saúde 0800 61 1997. Beba água e outros líquidos, em abundância para repor o que perdeu por estar doente. Os medicamentos antivirais como o Tamiflu® (oseltamivir) só devem ser utilizados sob prescrição médica. Não estão descritas complicações na grávida ou no feto com a utilização destes farmacos.

O que posso fazer para proteger o meu bebê deste vírus?

Tenha um cuidado extra em lavar frequentemente as mãos, com água e sabão ou com uma solução alcoólica; Mantenha o bebê afastado de pessoas doentes ou áreas afetadas; Limite a permuta de brinquedos com outras crianças, sobretudo se os levam à boca; Lave frequentemente com água e sabão quaisquer objetos que o bebê ponha na boca.

Amamentar protege os bebês desta nova gripe?

Os bebês não amamentados estão mais vulneráveis à infecção e à hospitalização, por doença respiratória grave, do que os amamentados; Os recém-nascidos não amamentados têm menor capacidade de se defenderem da infecção, pois não dispõem dos anticorpos protetores que passam no leite das mães; Como se trata de um vírus novo não se conhece ainda a proteção específica para esta situação.

E se eu estiver doente? Posso amamentar o meu bebê?

Sim. O aleitamento materno deve ser apoiado também perante esta doença, porque protege os bebês de infecções respiratórias. A mãe doente com (H1N1) deve ser encorajada a fazer a extração do seu leite. Durante o período de contágio, o bebê deverá receber o leite que a mãe extraiu, dado por uma pessoa/familiar não doente.

Poderei continuar a amamentar se estiver a tomar medicamentos para prevenir ou tratar esta gripe?

Sim. O tratamento ou profilaxia com medicação antiviral não constitui contra-indicação para a amamentação.

Interrompo a amamentação se suspeitar que tive contacto com o vírus da gripe A (H1N1)?

Não. As mães produzem anticorpos para combater as infecções com as quais entram em contato e o seu leite fica adequado a debelar as mesmas infecções nos seus filhos. O aleitamento materno também ajuda a desenvolver a capacidade do bebê para se defender das doenças infecciosas. Deve-se, no entanto, utilizar as medidas preventivas acima descritas.

E se o meu bebê ficar doente, posso amamentá-lo?

Sim. O melhor que pode fazer pelo seu bebê doente é manter o aleitamento. Ofereça-lhe a mama com maior frequência.

Os bebês que estão doentes têm maior necessidade de líquidos. O que obtêm quando mamam é superior a qualquer outro líquido, melhor que a água, suco ou soluções de reposição hidroeletrolítica, porque também ajuda a proteger o sistema imunológico do bebê; Se o seu filho está tão doente que não consegue mamar, pode-se oferecer leite em copo, seringa ou conta gotas.

Hospitais de Referência no Paraná

  • Hospital de Clínicas da UFPR R. General Carneiro, 181 – (41) 3360-1800/1805
  • Hospital do Trabalhador Av. República Argentina, 4.406 – (41) 3212- 5709/5710

Postos de saúde em Curitiba

  • Boa Vista – Av. Monteiro Tourinho, 478 – (41) 3257-9329/3357-4624
  • Boqueirão – R. Maria Assumpção, 2.590 – (41) 3217-1801
  • Cajuru – R. Eng. Benedito Mário da Silva, esq. Ceilão – (41) 3226-4069
  • CIC – R. Senador Accioly Fº, 3.370 – (41) 3314- 5109
  • Fazendinha – R. Carlos Klemtz, ao lado da RC – (41) 3576-1974
  • Pinheirinho – R. Leon Nicolas, esq Av. W. Churchill – (41) 3212-1472
  • Sítio Cercado – R. Levy Buquera, 158 – (41) 3379-2051
  • Campo Comprido – R. Monsenhor Ivo Zanlorenzi, 3.495 – (41) 3373-1332

Foz de Iguaçu

  • Hospital Ministro Costa Cavalcanti Av. Gramado, 580 – Vila A – (45) 3576- 8082/8060/8000

Londrina

  • Hospital Universitário da UEL Av. Robert Koch, 60 – (43) 3371-2229

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Conheça o Seu Filho Antes Dele Nascer!

Melody Shiue, um designer industrial, da Universidade de Nova Gales do Sul idealizou um produto chamado PreVue. Ele é um acessório que poderá ser usado no abdômem da gestante fazendo com que outras pessoas tenham um contato melhor com o bebê por um display.

prevue

O PreVue lhe dá a oportunidade de interagir mais com o bebê e acompanhar o seu crescimento dentro da barriga da sua mãe. Porém, mais importante que isso, ele também serve como uma ferramenta para entender a personalidade do seu bebê. Com o PreVue você pode ver se o bebê está cochilando, bocejando ou sorrindo. Dessa forma você acaba se aproximando mais dele, mesmo antes dele estar em seus braços.

O produto ainda é um conceito, longe da realidade, mas quando estiver pronto, pretende manter a mãe em um estado de espírito otimista, pois ele expande a ligação materno-fetal. Há quem diga de que o projeto mereça prêmios de designer por se tratar de algo que ninguém jamais tinha visto antes, além de ajudar no processo de gravidez.

De acordo com estudos feitos pela Universidade, quanto mais cedo uma ligação materna for criada com a criança, maiores são as chances dela nascer mais saudável. Por isso eles consideram muito importante ter essa ligação desde quando o bebê é um feto. Além do pai ter a oportunidade de ver como o seu filho está dentro da barriga da mãe, ele também pode participar do processo de interação antes do parto, criando um laço melhor ainda com os pais da criança.

O PreVue vem com algumas recomendações, uma delas é fazer com que o bebê reconheça a voz da mãe o quanto antes. Estudos já revelaram que o bebê é capaz de reconhecer a voz da sua mãe a partir da 18ª semana, ou seja, em torno do 5º mês. Isso significa que o bebê começa a aprender desde quando está no útero. Por isso o PreVue também sugere que as mães tentem educar o feto através de uma música enquanto batem sobre a barriga, durante o processo eles ainda podem acompanhar as reações que são exibidas no display.

A faculdade também pesquisou sobre músicas especificas que as mães cantam durante a gravidez, eles acabaram descobrindo que a mãe pode acabar usando a mesma melodia para acalmar o bebê após o parto e durante uma parte da sua infância.

Conceitualmente o projeto é ótimo, mas será que na prática ele vai se sair tão bem quanto no papel? Vamos esperar ele começar a ser produzido para tirarmos nossas próprias conclusões.

Fonte: TechTudo