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Tudo o que você precisa saber sobre a exterogestação

Apesar de pouco conhecida, a teoria da exterogestação defende que os primeiros meses de vida do bebê são, na verdade, o quarto trimestre de gravidez. Seria como se o recém-nascido continuasse sendo gestado fora do útero.

Apesar de parecer uma teoria maluca, esse conceito tem respaldo científico e foi criado pelo antropólogo Ashley Montagu, após observar o desenvolvimento fetal em diversas espécies de animais.

Mas, antes de abordar melhor a teoria de Montagu, vamos explicar melhor o conceito do termo. Chamamos de termo quando o bebê nasce entre 37 e 42 semanas de gestação. Do ponto de vista médico neste período o bebê está “maduro” para nascer. Se quiser entender um pouco mais sobre como são contadas as semanas de gestação sobre como se calcula a idade gestacional.

Início da Exterogestação

Os primeiros momentos após o parto – o início da exterogestação.

Exterogestação

O prefixo “extero” significa “fora” ou “externo”. Neste sentido, o termo exterogestação é utilizado para descrever o período gestacional realizado fora do útero, ou seja, após o parto.

Nessa fase, os pais devem tentar recriar o ambiente uterino fora do corpo da mulher para aumentar o conforto da criança e tornar possível que o desenvolvimento do bebê continue ocorrendo de forma apropriada.

Mas, de onde surgiu a teoria da exterogestação?

Conforme explicado, o termo foi inventado pelo antropólogo Ashley Montagu, no século passado, ao observar várias espécies e perceber que os humanos estão entre aquelas cujos filhos desenvolvem menos ao nascer.

Para ele, o motivo de termos bebês tão imaturos (do ponto de vista biológico) está no desenvolvimento de nossa espécie.

Comparados a outros filhotes de mamíferos, os bebês humanos são muito mais dependentes dos cuidados materno e paterno para a sobrevivência. O desenvolvimento é lento até conquistarem a capacidade de se locomoverem e se alimentarem sozinhos ou, pelo menos, conseguirem manter um padrão de sono e alimentação mais semelhante ao de um adulto.

Por isso, baseado nessas observações, o Montagu defende que os primeiros meses de vida após o parto poderiam ser considerados parte da gestação e são essenciais para que o bebê continue o desenvolvimento e se adapte completamente à vida extrauterina.

Como o bebê fica na exterogestação?

Dentro do útero, o bebê tem contato integral com a mãe e um contínuo suprimento de alimento, não sente sede ou fome, se mantém aquecido, limpo e consegue dormir sem luzes ou barulhos altos provocando sustos frequentes.

Já fora do útero, acaba toda a sensação de segurança. Ele sente frio e fome, precisa tomar banho e trocar as fraldas sujas para se manter limpo e acaba passando algumas horas sem a presença reconfortante da mãe.

Sem contar que, agora, o bebê precisa chorar para chamar a atenção dos adultos e comunicar suas necessidades, que garantem a sua sobrevivência ao mesmo tempo que geram barulhos e estímulos (muitas vezes) desconfortáveis para ele.

Em suma, a transição da vida uterina para a vida no mundo exterior é um momento de estresse e insegurança para a criança.

Papel do Pai na Exterogestação

O pai também participa na exterogestação, oferecendo conforto e proteção para o bebê.

Quais as vantagens da exterogestação?

Tornar a transição do útero para o ambiente externo algo mais tranquilo, tanto para o recém-nascido quanto para a mãe, é a grande vantagem da exterogestação. Pois, desse modo, reduz o estresse da fase de recém-nascido e o ajuda a aliviar as terríveis cólicas.

Isso porque, dentro da barriga, ele tem contato o tempo todo com a mãe, se mantém aquecido, não sente fome, nem precisa enfrentar luzes e sons altos para dormir tranquilo. Já do lado de fora, tudo isso deixa de existir, o que gera mais insegurança nele.

Outra vantagem é que ela reforça a criação de um laço emocional forte entre o bebê e os pais, que pode ter um impacto positivo em aspectos físicos e psicológicos da criança em médio e longo prazo.

É importante observar que a intenção da exterogestação não é recriar por completo o ambiente uterino (até porque seria impossível), mas simulá-lo, dentro das possibilidades reais, em alguns momentos para que a criança passe por esse período de transição com mais segurança e os pais tenham mais tempo para se adaptar aos cuidados que são demandados.

Quanto tempo dura a exterogestação?

3, 4, 9 ou 18 meses. São algumas das respostas encontradas para essa pergunta que varia de acordo com o que se considera como o final da exterogestação.

Entretanto, o 4º trimestre é o período mais aceito e, apesar do nome, pode durar de 3 a 4 meses após o nascimento, período em que o bebê ainda está se ajustando. Afinal, é grande o contraste entre a vida dentro e fora do útero, o que torna o processo desafiador.

Este período é super importante para o desenvolvimento neurológico dos bebês, além de seus sistemas circulatório, respiratório, endócrino e digestivo.

No livro “Touching: The Human Significance of the Skin” (1986), Ashley Montagu descreveu este momento de mudança:

“O nascimento não constitui mais o início da vida de um indivíduo do que o fim da gestação. O nascimento representa uma série complexa e altamente importante de mudanças funcionais que servem para preparar o recém-nascido para a passagem pela ponte entre a gestação dentro do útero e a gestação continuada fora do útero”.

A tese de Montagu ganhou ainda mais notoriedade graças ao livro “The Happiest Baby on the Block” (2002), do pediatra estadunidense Harvey Karp.

Para Karp, os primeiros meses de vida requer muitos abraços. “Um recém-nascido certamente gostaria de passar mais alguns meses dentro do útero se tivesse esta opção”, afirmou.  Por isso, criar um ambiente que faça-o achar que ainda está no útero é o ponto principal.

O que fazer na exterogestação

Enrolar o bebê e fazer um balanço suave são boas práticas na exterogestação.

O que fazer durante a exterogestação?

Agora, você deve estar se perguntado sobre o que fazer para ajudar o bebê. Por isso, listamos 11 dicas para tornar esse período o mais tranquilo possível.

  1. Iluminação: Como dentro do útero não existe uma fonte de luz, é importante manter os ambientes com luz baixa na maior parte do tempo. Além de não agredir os olhos da criança, isso pode deixá-la mais calma.
  2. Enrole-o: O bebê gosta de ficar enroladinho, por isso use o cueiro tradicional ou swaddle. Dessa forma, ele vai ter mais limites, assim como tinha na vida uterina.
  3. Sono: Embora não haja um padrão ou ritmo determinado, é importante respeitar essa falta de horários e permitir que ele durma sempre que quiser.
  4. Balanço suave: Com o bebê nos braços, você pode simular um balanço suave com o corpo para acalmá-lo.
  5. Shushing: O Shushing ou ruído branco são sons suaves que simulam aqueles que o bebezinho ouvia de dentro do útero. Todos os sons exteriores eram abafados, portanto para fazer o shushing você pode repetir o som “shhh shhh” não tão baixo, mas não tão alto. Existem músicas e vídeos que simulam esses sons, mas a voz da mãe tem um efeito bem maior pois já está familiarizado.
  6. Alimentação: O aleitamento materno simula a conexão do bebê com a mãe por meio do cordão umbilical. Dessa forma, o leite materno através do seio se torna essa fonte após o nascimento até entrar na rotina que permita mamadas mais espaçadas.
  7. Toque: O tato é um dos primeiros sentidos desenvolvidos pelo bebê e deve ser estimulado o máximo possível com beijos, carinhos, abraços, massagens e aconchegos. Por meio desse contato constante, a criança consegue sentir o coração dos pais batendo e se manter aquecida, o que traz segurança e tranquilidade.
  8. Sling: O ideal é transportar o recém-nascido bem coladinho à mãe com o uso do sling. Dessa forma, ele se movimentará junto com ela ao longo do dia e conseguirá ouvir sua voz e seus batimentos cardíacos o tempo todo, como se ainda estivesse dentro do útero.
  9. Banho: Para simular o ambiente uterino durante o banho, é indicado o banho de ofurô ou de balde com água morna (similar à temperatura corporal, entre 36 e 37,5ºC). Naquele espaço apertadinho, cercado de água morna, a criança experimenta as mesmas sensações que tinha quando estava dentro da bolsa amniótica.
  10. Choro: Nas primeiras semanas de vida, o choro é sempre representação de algum incômodo: fome, frio ou calor, fralda suja, dores ou apenas necessidade de afeto e aconchego. Por isso, não é aconselhável deixá-lo chorar por muito tempo. Procure identificar a causa do desconforto e alivie.
  11. Colo, carinho e amor: Dar muito colo e amor ao bebê. O contato é essencial, o cheiro, a temperatura do corpo e sua voz são como mágica e fazem toda diferença para o recém-nascido que por meses esteve unido a mãe.
Colo, carinho e amor na exterogestação

Colo, carinho e amor são fundamentais na exterogestação.

Existe algum sinal que indica o fim da exterogestação?

Na teoria, a exterogestação vai até os 3 meses após o nascimento e, a partir disso, os pais podem começar a transição. No entanto, os bebês costumam demonstrar que já estão preparados para isso ao ter curiosidade por buscar objetos e ao expressarem vontade de mais liberdade.

Como você viu, a exterogestação representa uma fase de muita adaptação. Por isso, é preciso ter muita paciência com o recém-nascido, que chora e está tentando descobrir esse novo mundo. Bem como, é importante cuidar do seu bebê, tendo sempre em mente que ele acabou de sair do útero e tudo aqui fora é novidade, inclusive, não estar mais ligado ao corpo da mãe.

Cansaço na gravidez: 4 dicas para lidar com o 3° trimestre

Um momento que envolve descobertas, expectativas, medos, preocupações e dúvidas. Embora cada mulher possa passar por diferentes momentos durante a gestação, alguns cuidados especiais são válidos para todas.

As fases da gravidez

Desde o início, a gestação tem as transformações no decorrer dos dias, semanas e meses, seja no corpo da mãe e no desenvolvimento do bebê. Considerando cada aspecto dessas mudanças, a gestação é dividida em três trimestres, que demarcam e sinalizam todos os fatores envolvidos.

No primeiro trimestre, acontece a transformação do óvulo em embrião, a partir do processo de divisão de células. Já durante o segundo trimestre, o corpo do bebê se desenvolve por inteiro. Mas é só no terceiro e último trimestre que ele ganha altura e peso. E é justamente nesse período também que o corpo da mulher começa a se preparar para a hora tão esperada do parto.

Cansaço na Gravidez

Alterações maternas durante a gravidez. O aumento do volume abdominal e outras alterações podem causar o cansaço.

Como lidar com o ultimo trimestre gestacional?

Vimos, portanto, que o terceiro trimestre é uma fase em que as expectativas para a chegada do novo membro da família aumentam, assim como alguns sintomas, principalmente o cansaço.

É fato que conforme a gravidez decorre, o corpo da mulher precisa se esforçar mais para ter energia suficiente para garantir que o bebê se desenvolva de maneira saudável. E isso decorre devido aos hormônios que agem de forma a preparar o organismo da mulher para tal função.

Sendo assim, diante do cansaço e fadiga decorrentes, algumas dicas de cuidados são essenciais para respeitar o funcionamento do organismo e o relógio biológico, garantindo assim o bem-estar nesse momento especial.

Garanta uma boa noite de sono

Seja com o uso de travesseiros entre as pernas ou alternativas, procure o jeito mais confortável para dormir. Usualmente dormir de lado é mais confortável para a gestante, além de ajudar a evitar a compressão dos vasos sanguíneos. Aproveite para ler nossas 6 dicas de como ter uma boa noite de sono!

Conte com a ajuda de seus familiares

Em qualquer fase da gestação, descansar é preciso. Sendo assim, não precisa tentar dar conta de tudo sozinha. Aceite a contribuição de amigos próximos e familiares, pois seu corpo precisa de repouso.

Faça exercícios físicos adequados

Atividades físicas têm a capacidade de promover benefícios para o melhor funcionamento do corpo e, em consequência, mais disposição. Pilates, yoga, alongamento e outras técnicas podem ser indicadas para gestantes, principalmente no terceiro trimestre. Algumas atividades com impacto também devem ser evitadas. Para ficar por dentro de tudo que você pode e não pode fazer não deixe de ler nosso post sobre atividade física na gestação.

Cansaço na gravidez

Fazer Pilates durante a gestação pode ser uma maneira bastante interessante de se exercitar.

Tranquilize o emocional

Uma mente mais tranquila proporciona mais descanso para o corpo como um todo. Sendo assim, compartilhar seus medos, preocupações e outras questões é essencial, seja com família, amigos e também com algum profissional de saúde mental, quando necessário. As alterações de humor como a depressão são muito comuns nessa fase. Se você estiver se sentindo triste sem motivo não deixe de procurar ajuda!

Cuidado e atenção em todas as fases da gestação

A gestação é um período mágico e encantador da vida da mulher. Porém, vimos que alguns incômodos, preocupações e iscos também podem fazer parte. Sendo assim, além de um acompanhamento médico especializado, a mulher também necessita de exames de alta qualidade para o melhor verificar o desenvolvimento do seu bebê.

E é por esta razão que nós da Fetalmed, clínica especializada no atendimento em medicina fetal, com ênfase em ultrassom para gestantes, atuamos com dedicação e cuidado, oferecendo excelência nos exames que você precisa.

Plano de saúde para gravidez e parto: tudo que você precisa saber

Se estiver grávida ou planear engravidar, é importante que tenha um plano de saúde que cubra a gravidez e o parto. Caso contrário, poderá estar a enfrentar muitas contas médicas caras. Neste post do blogue, discutiremos os diferentes tipos de planos de saúde que cobrem a gravidez e o parto, e também lhe diremos o que deve procurar ao escolher um plano.

Diferença entre plano de saúde e seguro de saúde

Antigamente, nos planos de saúde ofertava-se uma rede de médicos e serviços de saúde credenciados e o beneficiário usaria apenas aquela rede. Por exemplo se você contratasse um plano de saúde, para usufruir dos benefícios dele teria que utilizar a rede credenciada.

Já no seguro de saúde você poderia escolher o médico e os serviços de saúde e receberia um reembolso do valor pago posteriormente. Dessa forma o seguro dava maior possibilidade de escolha ao usuário.

Hoje o entendimento legal é que essas duas categorias são equiparadas e o que diferencia elas na verdade é o contrato. Então você poderia ter um plano de saúde, que oferece uma rede credenciada, mas que oferece reembolso caso você queira escolher um serviço fora da rede.

E também existe o seguro de saúde que oferece a sua rede credenciada, e que poderia limitar o atendimento a essa rede.

Em geral, os contratos dos planos de saúde limitam o atendimento à rede credenciada e o das seguradoras permitem o reembolso. Na hora de fazer a contratação do seu plano ou seguro de saúde tenha bastante atenção para ver se consta ou não uma cláusula de reembolso.

Claro, se você estiver satisfeita com a rede oferecida a cláusula de reembolso não tem importância. Mas se você quiser ter uma possibilidade de escolha mais ampla, escolha um plano ou seguro que tenha essa cláusula no seu contrato.

Também é importante verificar os limites de reembolso. O fato de existir uma cláusula de reembolso não quer dizer que o seguro irá pagar tudo, podem existir limites e inclusive esses limites podem ser muito menos do que se pratica no mercado.

Corpo Clínico do Plano de Saúde

Nem todos os planos de saúde cobrem a gestação e o parto

Por uma questão de mercado, os planos de saúde vendem a cobertura da obstetrícia em separado. Claro, vamos imaginar um homem ou uma mulher que tem problema de infertilidade. Estes dois indivíduos não irão “ficar grávidos” e por isso podem contratar um plano básico, sem cobertura para gravidez e parto, pagando um preço menor.

Já a mulher que pretende engravidar, deverá solicitar a cobertura de obstetrícia no seu plano para que possa ter direito as consultas e exames de pré-natal, além do internamento para a realização do parto e as eventuais complicações da gestação, parto e puerpério.

Portanto, se você pretende ter uma gestação é importante verificar se o seu plano tem obstetrícia ou não.

Existe plano de saúde para gestação

Na realidade não existe plano de saúde específico para a gestação. O que existe é a contratação opcional na cobertura de obstetrícia. Portanto o plano tem um valor básico e se você desejar contratar a cobertura de obstetrícia terá que pagar um valor adicional.

Além disso existem dois tipos de cobertura que podem ser contratadas: ambulatorial e hospitalar. A ambulatorial cobre apenas consultas e exames, enquanto o plano hospitalar dá direito a internações.

Estou grávida, posso contratar a cobertura de obstetrícia?

Sim… mas isso não dará direito a cobertura para a sua gestação atual. A regulamentação do plano de saúde é determinada pela Agência Nacional de Saúde (ANS). Durante a gestação e o parto a utilização do plano é, em média, mais intensa e portanto mais custosa do que o uso fora da gestação.

Portanto, para compensar economicamente, seria necessário que o indivíduo pagasse o plano por um tempo antes de utilizar a obstetrícia. Dessa forma, a ANS regulamentou que o plano de saúde poderia ter uma carência de até 300 dias (ou seja, 10 meses) para dar a cobertura para o parto.

Em situações de emergência essa carência poderia ser reduzida para 180 dias, entretanto a cobertura limitaria-se as primeiras 12 horas de atendimento. Estas regras estão em uma súmula normativa publicada em 2012.

Idealmente então, você deveria planejar a gestação e contratar a cobertura de obstetrícia cerca de um ano antes de engravidar de fato. Lembre-se que planejamento é importante. Aproveite esse tempo para consultar com seu médico, verificar como anda sua saúde e iniciar a medicação ácido fólico, que ajuda a previnir contra malformações.

Se você não tem obstetrícia contratada no seu plano, possivelmente conseguirá fazer as consultas de pré-natal, mas não há garantia de que todos os exames solicitados irão ser cobertos pelo plano, uma vez que alguns como por exemplo a ultrassonografia obstétrica, fazem parte apenas da cobertura de obstetrícia.

Você entretanto negociar com o convênio a cobertura e prazo de carência. Apesar da Agência Nacional de Saúde determinar um prazo de carência esse é o prazo máximo e não existe nenhum impedimento do plano reduzir ou retirar essa carência.

Casal Planejando a Gravidez

Casal planejando a gravidez.

Existem limites no número de exames que eu posso fazer?

A Agência Nacional de Saúde não costuma limitar o número de vezes que você pode realizar determinado exame. Existem sim alguns exames de maior complexidade que são indicados apenas em situações específicas, mas a necessidade destes exames é bastante rara.

Alguns exames de menor complexidade são liberados facilmente e outros o convênio poderá exigir um prazo um pouco maior para a liberação. Os exames ambulatoriais tem um prazo máximo para a liberação de três dias.

Quais exames geralmente não tem cobertura?

A cobertura de exames é atualizada de tempos em tempos ela ANS. Você pode consultar a cobertura mais atualizada no site da ANS. Geralmente em obstetrícia não há cobertura para os seguintes exames e situações:

Em geral a cobertura é bastante ampla e estes adicionais não são necessários na maioria das gestações.

Meu bebê terá cobertura do plano depois do nascimento?

Sim, a cobertura da obstetrícia irá cobrir o recém-nascido por 30 dias. Ou seja, seu bebê poderá ser internado, fazer exames ou cirurgias por um período de 30 dias usando o seu plano. É importante que nesses 30 dias seja feita a inclusão do seu bebê junto a operadora de saúde como dependente. Isso garantirá para ele o atendimento, caso seja necessário, após estes 30 dias.

Caso o plano de saúde esteja no nome do pai, o bebê também terá o mesmo direito de cobertura por 30 dias. Da mesma forma nestes 30 dias deverá sem incluído no plano como dependente.

Como escolher o plano de saúde para gestante

O ideal é que você verifique a rede credenciada para saber se terá acesso aos médicos, clínicas e hospitais a que gostaria. Lembre-se de contratar a cobertura de obstetrícia com pelo menos 10 meses antes de engravidar.

Caso queira ter mais liberdade de escolha dos profissionais, opte por um seguro de saúde, sempre checando se no contrato existe cláusula de reembolso. E não esqueça de verificar também o valor do reembolso e comparar este valor com os valores praticados no mercado.

Lembre-se que existe no mercado uma grande gama de convênios e planos. Um estudo aprofundado da sua necessidade e do que o plano oferece é fundamental para fazer uma boa escolha.

Conheça os cuidados necessários com a gestação depois dos 40 anos

Apesar das chances de engravidar depois dos 40 anos serem menores, há muitas mulheres que têm filhos na quarta década da vida, pelas mais diferentes questões, seja por questões de conclusão de estudos, estabilidade financeira, entre outras.

O fato é que engravidar após os 40 anos, hoje em dia, é algo que está se tornando comum. Visto isso, vamos falar hoje sobre as características desse tipo de gestação e dos principais cuidados necessários para que a gestação seja tranquila, garantindo a saúde da mãe e do bebê.

Fatores envolvidos numa gestação após os 40 anos

Qualquer idade em que a mulher engravida, este acontecimento tão importante também vem com muitas questões a respeito dos riscos e cuidados. E quando se trata dessa gestação tardia, a atenção a estes fatores deve ser ainda maior, isso porque a partir dos 40 anos, a gravidez já é considerada de risco devido ao funcionamento natural do organismo e o seu processo de envelhecimento.

Engravidar já não é tão fácil após os 40

Nessa idade, o número de óvulos já está reduzido e propenso a riscos maiores para a mãe e para o bebê. Por isso algumas mulheres optam por congelar os óvulos antes dos 35 anos. No entanto, com acompanhamento médico especializado e hábitos saudáveis e específicos podem deixar este momento ainda mais especial e seguro.

Aos quarenta anos a chance de engravidar é em torno de 50%. A medida que o tempo passa a chance de sucesso cai progressivamente. Aos 43 a chance de gestação natural é em torno de 1%. Aos 45 a chance de uma gestação natural é muito baixa.

Por isso muitas mulheres acabam buscando ajuda de especialistas em reprodução humana após os 40 anos de idade. E como a chance de gestação cai progressivamente, se você pretende engravidar o quanto antes melhor! Portanto corra.

Riscos genéticos aumentados

Quando a mulher nasce, ela já tem no seu ovário todos os óvulos que irá liberar em toda a sua vida. No começo da vida reprodutiva provavelmente os óvulos de melhor qualidade serão liberados. Já no fim da sua vida reprodutiva acabam sobrando os óvulos que já não tem uma qualidade tão boa. Por isso a chance de sucesso é menor e o risco de alterações genéticas também aumenta com a idade.

Para exemplificar, o risco de uma mulher de 20 anos ter um bebê com Síndrome de Down é em torno de 1 caso a cada 1.500 gestações. Aos 35 anos aumenta para 1 em 200, aos 40 anos 1 em 100 e aos 45 anos 1 em 20. 

Além disso, os óvulos que são liberados aos 40 anos passaram todo esse tempo expostos a todos os agentes físicos e químicos que a mulher foi exposta em sua vida. Isso também contribui para uma maior chance de problemas.

Se você quiser saber como o seu médico irá fazer o rastreamento da Síndrome de Down durante a gestação, aproveite para ler nosso post sobre o que é a translucência nucal.

O organismo da mulher já não é mais o mesmo

Ora, todos podemos perceber que a medida que envelhecemos nosso organismo muda. Em consequência disso acabamos tendo um maior risco de doenças, inclusive aquelas que podem ocorrer na gravidez. Para exemplificar, podemos citar que o risco de desenvolver pressão alta (pré-eclâmpsia) é maior nas gestantes de mais idade. O chance de desencadear um quadro de diabetes gestacional também é maior.

Vantagens da gestação depois dos 40 anos

Por um outro lado, nem tudo é problema depois dos 40 anos. A mulher com mais idade está mais madura e muito mais preparada para enfrentar os desafios da maternidade. Lembre-se também que a medicina evoluiu muito e, apesar de haverem mais riscos, hoje temos muito mais condições de acompanhar e tratar os problemas que poderão surgir.

Como contribuir para uma gestação tranquila e saudável

Considerando que as mulheres estão cada vez mais esperando mais tempo para se tornarem mães, é necessário ressaltar os hábitos que auxiliam de modo significativo a segurança de uma gestação após os 40 anos.
Posição em que a Grávida Dorme

O primeiro passo é fazer uma consulta pré-concepcional. Isso mesmo, faça uma visita ao seu médico ginecologista e obstetra antes mesmo de engravidar. Nessa consulta ele irá avaliar os seus riscos, solicitar alguns exames para ter certeza que está tudo bem e prescrever o ácido fólico. O ácido fólico é uma medicação que deve ser utilizada por pelo menos 3 meses antes da gestação para reduzir o risco de malformações. Alternativamente algumas mulheres podem substituir o ácido fólico pelo metilfolato.

Além disso, alguns cuidados com seus hábitos de vida também podem ajudar a ter uma gestação saudável depois dos 40 anos. Confira alguns deles:

Alimentação balanceada

Um corpo que está gerando outra vida precisa de todos os nutrientes e vitaminas necessárias para conseguir cumprir a sua função. Quando a mulher já tem 40 anos, essa questão se torna ainda mais importante, tanto para a manutenção de uma gestação saudável, como para o ganho de peso, que também está relacionado ao desenvolvimento de possíveis complicações.

Exercícios físicos regulares

Qualquer tipo de atividade física faz bem para a saúde. E, novamente, numa gestação após os 40, ela se torna fundamental. No entanto, qualquer exercício deve ser feito com orientação profissional, conforme as particularidades da mulher e a situação da gestação.

Cuidar do psicológico

Ter boas noites de sono, controlar o estresse, a ansiedade e outras possíveis questões da saúde mental, como a depressão e outros transtornos é de extrema importância para que a gestação aconteça da maneira mais segura possível. Os transtornos psicológicos durante a gestação e puerpério são muito frequentes e se você tiver um tempinho vale a pena ler o nosso post sobre os transtornos psicológicos na gravidez.

Segurança, bem-estar e tranquilidade para toda a família

É possível afirmar que um bebê a caminho é um acontecimento que mexe com a família como um todo. Sendo assim, para que cada membro possa aproveitar essa fase por inteiro, é preciso que os profissionais envolvidos na gestação sejam capacitados e garantam um atendimento de qualidade.

Como planejar a gravidez

Quem vai planejar uma gravidez tem um universo de assuntos para aprender e colocar em prática. É o planejamento financeiro, exames que a mamãe fará no pré-natal, entre muitos outros aspectos. Então, quando mais aprender sobre o assunto, melhor!

O primeiro passo para planejar a gravidez

Assim que o casal toma a decisão de engravidar, é preciso ir ao médico, antes mesmo de começar com as tentativas. Afinal, as mulheres que tomam o anticoncepcional, por exemplo, costumam receber a orientação de fazer uma pausa e esperar alguns ciclos antes de tentar engravidar.

Também é importante iniciar o uso do ácido fólico cerca de 3 meses antes de engravidar. Essa medicação irá ajudar a evitar algumas malformações no seu bebê, mas só se for tomada antes da gestação.

Além disso, há diversos exames interessantes para fazer nessa fase, a fim de atestar a boa saúde de ambos. Os exames de sangue, de urina e hormonais são fundamentais para isso. Um casal saudável pode demorar até 1 ano de tentativas para engravidar, isso é normal.

Casal Planejando a Gravidez

Casal planejando a gravidez.

Por vezes atualmente o planejamento é tão difícil que as mulheres estão deixando para engravidar mais tarde. Se você já tem mais de 40 anos, leia o nosso post sobre a gravidez depois dos 40 para saber mais sobre a gestação nesse momento especial.

Lembre-se também que a idade ideal para ter uma gestação é antes dos 35 anos. Se você pretende engravidar mais tarde, talvez seja interessante conversar com um médico de reprodução humana para verificar se você pode se beneficiar do congelamento de óvulos.

É preciso ter uma vida saudável

Um corpo mais saudável será mais apto para conseguir conceber, isso vale para os dois lados, homem e mulher. Dessa forma, a dica é começar a praticar atividades físicas, caso ainda não faça, trazendo mais saúde para o corpo, além de prevenir doenças.

Outro ponto importante é a ingestão de alimentos mais saudáveis, porque a comida é o combustível do nosso corpo. Portanto, quando mais qualidade tem o que ingerimos, melhor será o desempenho do organismo.

O planejamento financeiro

O casal deve ter em mente que há também a necessidade de investir dinheiro na criação de um bebê, porque o filho terá diversos custos. Portanto, planejar também a vida financeira evita que o casal tenha dores de cabeça no momento da chegada da criança. Se você está preocupada com o quanto será gasto veja nosso post sobre quanto custa ter um filho.

Dessa forma, quanto melhor vocês se planejarem nesse aspecto, mais tranquilidade terão para curtir o momento com o bebê. O ideal é, então, estudar sobre os gastos em torno de criar um bebê pelo menos nos seus primeiros anos e aos poucos investir no seu futuro conforme suas condições financeiras.

Hora de pensar na rotina

Não é apenas de dinheiro que um filho precisa, ele demanda de muito tempo de atenção e dedicação dos pais, principalmente nos seus primeiros 6 anos. Essa fase é fundamental para desenvolvimento e formação do caráter desse novo ser humano.

Por isso é válido conversar sobre as mudanças de rotina que o casal terá, a fim de se preparar ao máximo. Pensem sem conjunto sobre as adaptações que cada um terá que fazer no dia a dia priorizando o bem-estar da criança.

O casal precisa ter paciência para planejar a gravidez

Não podemos deixar de falar sobre a necessidade de ter paciência quando o assunto é gravidez. As taxas para engravidar não são tão grandes quanto a maioria das pessoas pensam, por isso pode ser que demore alguns ciclos para alguns casais.

É muito importante ter atenção para esse período de 1 ano, aprendendo ao máximo sobre a concepção e dias férteis. Caso passe desse tempo é importante procurar um especialista para evitar frustrações.

Estar preparado é o objetivo máximo de planejar a gravidez, seja em questões emocionais, psicológicas, práticas, financeiras, enfim. Você pode seguir essas dicas para que o processo seja vivido ao máximo, proporcionando suporte para a mamãe e bebê em cada etapa.

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Como evitar Candidíase: O estilo de vida ideal e os hábitos de higiene

A candidíase vaginal é uma infecção causada por um fungo chamado Candida albicans. Este fungo está normalmente presente no corpo sem causar quaisquer sintomas. No entanto, a candidíase pode ocorrer quando há um crescimento excessivo de Candida albicans no corpo. Isto pode acontecer devido a uma série de razões, tais como tomar antibióticos ou esteróides, ter diabetes, ou um sistema imunitário enfraquecido.

Vagina Normal versus com Candidíase

Na candidíase a vagina tem uma secreção branca e grumosa e o principal sintoma é a coceira.

Sintomas da candidíase

O principal sintoma da candidíase na mulher é a coceira vaginal associada a um corrimento esbranquiçado. Esse corrimento geralmente é grumoso, com aspecto de coalhada. Outros sintomas que podem estar associados são a ardência ao urinar e dor durante as relações sexuais.

Como se pega candidíase

A Candida albicans faz parte da flora vaginal. Isso quer dizer que todas as mulheres tem esse fungo na vagina, sem que isso seja um problema. Entretanto em algumas situações esse fungo pode se multiplicar e crescer muito, aí sim causando a candidíase.

A candidíase não é considerada uma Doença Sexualmente Transmisível (DST), já que a mulher poderá ter a doença sem ter relação sexual. As situações que normalmente desencadeiam um episódio de candidíase são:

Uso de antibióticos

O uso de antibióticos para qualquer tipo de infecção irá provocar uma alteração nos microorganismos que compõem a flora vaginal. Nessa situação eventualmente poderá haver um desequilíbrio favorecendo o crescimento da Candida albicans.

Diabetes descompensado

Mulheres diabéticas que não estão devidamente controladas possuem uma grande quantidade de açúcar no seu sangue (glicemia alta). Isto favorece o crescimento de fungos, podendo levar a um quadro de candidíase.

Roupa íntima sintética ou muito apertada

A ventilação e aeração da região genital é muito importante para a saúde da vagina. Roupas sintéticas ou muito apertadas dificultam a ventilação podendo provocar o suor e umidade da pele. A pele úmida torna-se um local propício para o desenvolvimento de fungos.

O estresse

O estresse e a ansiedade atuam diretamente no sistema imunológico fazendo com que o nosso organismo tenha menos condição de defesa contra agentes agressores. Nesse momento uma infecção oportunista como a candidíase poderá ocorrer.

Alterações hormonais

Algumas alterações hormonais, como as que ocorrem por exemplo na gestação, podem provocar o aparecimento da candidíase. Por isso é bastante comum a manifestação dessa doença durante a gravidez. Caso você tenha sintomas de candidíase durante a gestação procure um médico para que o tratamento adequado seja prescrito.

Doenças auto-imunes

As mulheres que são portadoras de doenças que alteram o nosso sistema imulógico, como a artrite reumatóide, lúpus ou HIV, podem desenvolver quadros de candidíase com maior facilidade.

Como o estilo de vida e os hábitos de higiene podem evitar candidíase?

Ajustar os hábitos de vida são a chave de como evitar candidíase. Como vimos até aqui, a cândida está presente na flora normal da vagina. Justamente nossos hábitos de higiene ou estilo de vida é que irão fazer com que ela cresça e cause a doença candidíase. Estima-se que até 75% das mulheres terão candidíase em algum momento da vida!

Para evitar que isto ocorra você pode tomar algumas atitudes simples, vejamos:

Manter higiene adequada

Algumas mulheres utilizam sabonetes bactericidas e fazem uma lavagem “interna” (da vagina). Os sabonetes bactericidas podem alterar as bactérias favorecendo a proliferação da cândida. Especialmente se ele é utilizado dentro da vagina. A maneira correta de manter a higiene genital é tomar banho diariamente, lavando a parte externa (vulva) com sabonete neutro para manter a flora bacteriana natural da vagina.

Evitar roupas apertadas e de material sintético

Manter uma boa ventilação da região genital evita o suor e a umidade local. Sua região íntima precisa respirar! Utilize calcinhas de algodão e roupas frescas e mais largas para permitir a circulação de ar na região íntima.

Durma sem calcinha

Essa é outra dica interessante para manter a saúde da sua região íntima. Dormir sem calcinha também ajuda para que a ventilação na região genital seja mais adequada, pelo menos no período da noite.

Evite comer muitos doces mantendo a dieta equilibrada

A dieta equilibrada é o segredo para a saúde de todo o corpo, não só da região genital. Como você sabe taxas altas de açúcar no sangue podem favorecer o aparecimento da candidíase. Por isso evitar o consumo de doces ou refrigerantes em grande quantidade também podem fazer parte da estratégia que ajuda a evitar a candidíase.

Evite situações de estresse e ansiedade

O estresse e a ansiedade não são bons para a nossa saúde em geral. A candidíase também pode ser favorecida por níveis elevados de cortisol, a hormônio que é liberado em situações de estresse. Por isso manter uma vida emocionalmente equilibrada irá ajudar a fortalecer seu sistema imunológico.

Quanto tempo demora para curar a candidíase?

O tempo necessário para a cura da doença é de 1 dia a duas semanas. Vai depender um pouco da gravidade da doença, da resposta do seu organismo e da medicação que está utilizando. Quando a sintomatologia de coceira e corrimento branco é muito exuberante o tempo até a cura pode ser um pouco maior. Quadros mais leves podem melhorar logo no primeiro dia de tratamento.

Como é feito o diagnóstico

O diagnóstico da candidíase geralmente é feito clinicamente. A história e o sintoma de prurido são bastante característicos dessa infecção vaginal. Além disso o exame clínico ginecológico com a visualização do corrimento esbranquiçado são indicativos fortes de candidíase.

Corrimento Candidíase

Corrimento da candidíase, branco e grumoso.

Por que a candidíase vai e volta?

Em algumas mulheres, que tem o sistema imunológico mais alterado ou que não observam a adequada higiene genital, os quadros de candidíase podem se tornar repetitivos. Isso é chamado de candidíase de repetição.

O tratamento da candidíase de repetição pode ser um pouco mais complexo pois não envolve apenas tratar o episódio da doença, mas sim ajustar a higiene e os hábitos de vida no sentido de impedir ou mitigar a recorrência da doença.

Porque toda vez que eu transo fico com candidíase?

A relação sexual faz uma alteração temporária da flora que está presente na vagina. Por isso algumas mulheres podem ter episódios de candidíase alguns dias depois de ter relações sexuais. Se isto está ocorrendo com frequência é importante você consultar um ginecologista para que ele possa orientar você em como evitar estes episódios.

Como se trata a candidíase?

A candidíase pode ser tratada com cremes vaginais contendo antifúngicos, comprimidos por via oral ou óvulos vaginais. O tratamento por via oral geralmente é preferido nos casos de candidíase de repetição.

Outras infecções vaginais

Apesar da candidíase ser uma das principais causas de corrimento vaginal nas mulheres, outras infeções também são causas de corrimento ou podem estar associadas com a candidíase. As principais causas de corrimento nas mulheres, além da candidíase são a vaginose bacteriana e a tricomoníase.

Cuidados com a pele na gravidez: como prevenir cloasmas e estrias

A gravidez é uma fase linda. No entanto, além da alegria e expectativa com a chegada do bebê, ela também pode trazer algumas preocupações, principalmente quando se pensa em como ficará o corpo, sobretudo a pele, após tantas mudanças. Obviamente a preocupação da mulher com estética é bastante comum nessa fase.

Cuidados com a Pele na Gravidez

Os cuidados com a pele na gravidez são fundamentais para evitar manchas e estrias.

O que pode acontecer com a pele na gravidez?

Os principais vilões da pele durante a gravidez são o cloasma e as estrias. Mas não se preocupe! A gente vai explicar direitinho para você como eles surgem e quais os cuidados você precisa ter com a sua pele para evitá-los na gravidez.

O que é o cloasma e como preveni-lo?

O cloasma trata-se daquelas manchas escuras que aparecem na pele durante a gravidez e, infelizmente, na maioria das vezes, no rosto. Talvez você conheça essas manchas pelo nome de melasma… mas não tem problema, cloasma é o melasma que aparece na gravidez!

Também é comum que algumas partes do corpo fiquem mais escurecidas, como os mamilos, a vulva e a linha do meio da barriga, chamada Linha Nigra.

Tudo isso acontece devido ao estímulo de hormônios nesta fase. Por isso, as grávidas devem usar protetor solar com FPS acima de 50 todos os dias, mesmo em lugares fechados.

Para uma proteção maior para a pele, é indicado que as grávidas utilizem chapéus quando saírem no sol e deem preferência por roupas com proteção UV.

Além dos protetores solares a recomendação médica é de proteger-se do sol com uma barreira física, como um guarda sol. Além disso usar óculos escuros pode ajudar a preservar os seus olhos.

E as estrias, podem ser prevenidas?

As temidas estrias aparecem na pele principalmente devido ao ganho excessivo de peso. Normalmente, elas surgem nos seios e na barriga e podem afetar a autoestima da mulher durante e após a gestação.

Por isso, é indispensável que os cuidados com a pele na gravidez sejam redobrados. Lembre-se de incluir uma rotina de hidratação logo nos primeiros meses, preferencialmente, utilizando cremes hidratantes próprios para grávidas.

Os ativos mais indicados para os cuidados com a pele na gravidez são: a água termal, a manteiga de karité, a glicerina, o óleo de amêndoas e o ácido hialurônico.

Uma observação importante: certifique-se que não há ureia na composição dos cremes hidratantes, pois ela pode trazer riscos para você e seu bebê.

Mas, os cuidados não se limitam à hidratação da pele. É preciso controlar a alimentação, be

Hidratação é fundamental

Sim, a hidratação é importante para tua saúde sempre… durante a gestação principalmente. Manter-se hidratada ajuda o bebê a crescer com saúde, mantém o volume de líquido amniótico normal e ajuda o bebê a se desenvolver durante a gestação.

Hidratar-se também ajuda com os cuidados com a pele na gravidez uma vez que uma pele mais úmida permite uma maior elasticidade em todo o corpo.

Além disso as mulheres devem beber bastante água e fazer atividades físicas, para que o ganho de peso seja proporcional ao período de gestação.

O que passar na pele durante a gravidez?

Assim como são necessários ajustes na dieta nessa fase da vida, alguns ajustes no ritual de beleza da mulher também são necessários. Substitua maquiagens e filtro solar que deixa a pele oleosa. Faça sempre uma boa limpeza da pele e hidratação da barriga, seios e pernas. Óleos e hidratantes com colágeno, vitamina C, vitamina E e elastina são fundamentais. E não esqueça de tomar aquelas vitaminas que o seu obstetra receitou! Se possível converse com um dermatologista também no início do seu pré-natal.

Cautela com os tratamentos

Qualquer tratamento agora deve ser acompanhado por um dermatologista. Não inicie novos tratamento sem o acompanhamento médico necessário para manter o seu bem estar e o do seu bebê.

O que a grávida não pode passar no rosto?

Cosméticos que contenham hidroquinona, tretinoína, adapaleno e isotretinoína são contra-indicações. Protetores solares com metoxicinamato de octila também não são seguros durante a gravidez, fique de olho nos rótulos e opte por opções com óxido de zinco.

É verdade que a drenagem linfática ajuda a pele na gravidez?

A drenagem linfática é um procedimento que ajuda a reduzir a retenção de líquidos, evitando aquele inchaço, tão comum durante a gravidez.

Outro benefício da drenagem é que ela melhora a circulação sanguínea, prevenindo a celulite e as varizes.

Mas atenção: o procedimento só pode ser feito após o quarto mês de gravidez e com a indicação do seu médico.

Há algum cuidado com a pele que deve ser evitado na gravidez?

Durante a gravidez devem ser evitados todos os procedimentos agressivos na pele. Assim, produtos anti acne e anti-idade que possuam ácido salicílico ou retinoico não devem ser usados.

Esses ácidos são aqueles que promovem a descamação da pele. E, como a pele da grávida fica mais reativa, esses estímulos podem aumentar a dilatação dos vasos sanguíneos, deixando a pele ainda mais sensível.

Com estes cuidados, sua pele se manterá linda e saudável durante toda a gravidez.

Métodos Naturais para Escolher o Sexo do Bebê

Não é de hoje que as pessoas tentam escolher o sexo do bebê na fase da concepção. Podemos encontrar alguns truques desde a Grécia Antiga, por outro lado, alguns métodos naturais foram, ao longo do tempo, mostrando que não são eficazes, outros possuem até base científica.

O fato é que nada impede de tentar outro método para que a fase seja ainda mais gostosa, de criar uma questão lúdica sobre o sexo do bebê. Como não há evidências sólidas para o uso destes métodos, recomendamos que não levem eles a sério. Tenham em mente que a chance é sempre em torno de 50%. Entretanto não há mal nenhum em experimentá-los…

Entendendo como o sexo do bebê é determinado

Todos nós temos 2 cromossomos sexuais, um herdado da mãe e outro herdado do pai. Os cromossomos sexuais podem ser do tipo X ou Y. As mulheres tem dois cromossomos X enquanto os homens tem um cromossomo X e outro cromossomo Y.

Portanto sempre iremos herdar um cromossomo X da nossa mãe, e quem irá definir o nosso sexo genético será o nosso pai. Quando recebermos um cromossomo X do pai, teremos dois cromossomos X e portanto nosso gênero genético será feminino.

Por outro lado quando recebemos um cromossomo Y do nosso pai teremos os cromossomos sexuais X (da mãe) e Y (do pai), formando um indivíduo do sexo masculino.

Genética da Determinação do Sexo

Como o sexo genético é determinado com base nos cromossomos X e Y que recebemos de nossos pais.

Em conclusão, quem determina o nosso sexo é o nosso pai ao enviar um cromossomo X ou Y no espermatozóide. Lembre se que apenas um espermatozóide pode entrar no óvulo. Portanto o primeiro sortudo que fecundar o óvulo irá determinar o sexo do indivíduo. Tenha isso em mente para entender os métodos abaixo.

Método 1 – O momento da Relação Sexual

O espermatozóide que carrega um cromossomo X é um pouco mais pesado, porém vive mais tempo que o espermatozoide que carrega o cromossomo Y. Então, se você tiver relações alguns dias antes da ovulação e depois não tiver mais relações sexuais isso deve aumentar a chance de ter uma menina.

Por outro lado os espermatozóides que carregam um cromossomo Y são mais leves e mais rápidos. Portanto se você tiver relação sexual bem próximo ao dia da ovulação isso irá aumentar as suas chances de ter um menino.

O Dr. Landrum Shettles desenvolveu essa teoria nos EUA na década de 1960 e por isso esse método recebe o nome de método Shettles. Ele também pode ser complementado pelo Método Billings, que trata de programar a relação sexual em função da consistência do muco cervical.

Quando o muco cervical é mais fino e claro, isso significa que está próximo da ovulação e portanto a chance de conceber um menino é maior. Já quando o mudo é mais espesso e pegajoso a chance de conceber uma menina seria maior. Estes métodos requerem um conhecimento do ciclo menstrual para tentar programar a relação sexual.

Lembre-se também que o espermatozoide pode sobreviver por até 5 dias. Ou seja, se você tiver relações 5 dias antes da ovulação ainda assim pode engravidar. Para ajudar você a saber quando está ovulando, colocamos em nosso site uma calculadora do período fértil que indica o seu dia de ovulação e todos os seus dias férteis.

Método 2 – A posição durante a relação sexual

Este método está baseado em dois fatos. O primeiro é que a vagina é mais ácida na sua porção mais externa enquanto se torna mais alcalina quando chega próxima ao colo do útero. Isso faz com que a porção mais externa da vagina seja mais hostil aos espermatozoides enquanto a sua porção mais interna é mais receptiva.

Posição Sexual ajuda a Determinar o Sexo do Bebê

A posição sexual pode ajudar a determinar o sexo do bebê.

Por outro lado, o espermatozóide que carrega o cromossomo Y, aquele que gera um menino, é mais vulnerável e sensível ao pH da vagina. Portanto, ele tem mais chance de sobreviver quando é colocado no fundo da vaginal.

Então, quem quer uma menina pode aproveitar a posição clássica, papai e mamãe, na hora do sexo. Isso porque a penetração acaba sendo mais superficial, depositando os espermatozoides na porção mais ácida da vagina e portanto deixando o ambiente inóspito para o cromossomo Y.

Por outro lado, quem tem preferência por um menino deve seguir o contrário da dica anterior. Agora é preciso pensar em uma posição em que os espermatozoides sejam depositados mais profundamente, que é a posição de quatro apoios.

Dessa forma os espermatozóides são depositados mais profundamente na vagina, em um pH mais alcalino o que melhora as chances do cromossomo Y. Lembre que ele também chega mais rápido ao óvulo pois tem menor peso.

Método 3 – A alimentação

Pensando em regular o nível de acidez do corpo, também precisamos falar sobre a alimentação. É fato que um alimento ou outro não vai determinar uma gravidez, muito menos o sexo. Porém, é interessante perceber o efeito que cada um tem no organismo.

Por exemplo, dietas ricas em potássio, encontrado em carnes vermelhas, pode ajudar a ter um menino. Ao passo que comer bastante cálcio e magnésio, presentes em leite e cereais, ajuda a ter uma menina.

Não há dados científicos em humanos para apoiar as teorias de potássio ou magnésio, embora os especialistas digam que a dieta parece desempenhar algum papel na seleção de gênero.

Método 4 – Orgasmo também poderia influenciar

Vimos que o canal da vagina pode ser bem ácido e isso prejudica a sobrevivência de espermatozoides masculinos. Dessa forma, se a ejaculação do homem for antes da mulher ter um orgasmo, permanecem essas as chances maiores para menina, visto o ambiente ácido.

Aos que querem aumentar as chances de um menino, é interessante aguardar o orgasmo feminino, visto que o ambiente fica mais alcalino. Em outras palavras, menos ácido.

Entretanto as chances de sucesso são pequenas e não há nenhuma evidência científica da taxa de sucesso deste método. As preliminares prolongadas têm o mesmo efeito de aumentar as secreções vaginais, o que pode ser tão eficaz na redução de sua acidez – mas ninguém sugeriu as preliminares femininas como um método para conceber meninos.

Método 5 – Abstinência sexual do homem

Praticar abstinência sexual por alguns dias faz com que a quantidade de espermatozóides aumente, e consequentemente o número de espermatozoides com o cromossomo Y. Dessa forma seria possível escolher o sexo do bebê aumentando as chances de meninos quando o homem fica alguns dias em abstinência sexual antes de ter relação com o objetivo de conceber.

Especialistas informam que não existem estudos comprovando a eficácia desta técnica e portanto também não passa de uma hipótese.

Método 6 – Duchas vaginais

Em primeiro lugar informamos que técnicas que utilizam duchas vaginais não são recomendadas por médicos. Isso ocorre pois a utilização deste método pode levar a uma alteração significativa do pH da vagina o que poderá ocasionar a morte dos espermatozoides ou ainda provocar doenças como infecção vaginais.

Entetanto, como sabemos o pH da vagina pode, pelo menos em tese, aumentar a chance dos casais de escolha do sexo do bebê. Portanto técnicas de banho de assento com uma solução de bicarbonato de sódio, ou mesmo colocar um pouco desta solução na vagina deixaria o pH mais alcalino.

Essa alcalinização da vagina permitiria ao casal ter uma maior chance de gestaçÃo de uma criança do sexo masculino. Há uma quantidade muito pequena de evidências médicas que respaldam essa teoria. E não custa dizer novamente, é arriscado usar esse método pois pode comprometer a sua saúde.

E se eu fizer fertilização in vitro, posso escolher o sexo do bebê?

Não, quando você utiliza métodos de reprodução assistida o médico especialista em reprodução humana está impedido de escolher o sexo do embrião que irá implantar. A prática é proibida no nosso país pelo Conselho Federal de Medicina – CFM, sendo aceita apenas em casos específicos como para evitar a transmissão de doenças genéticas determinadas pelo sexo.

Agora você conhece métodos naturais para escolher o sexo do bebê e tornar o momento ainda mais divertido. Sabemos que no fim das contas são outras as prioridades, mas nada que te impeça de tentar influenciar esse aspecto.

Quando eu consigo confirmar o sexo do bebê?

Hoje você já pode fazer o teste de sangue para saber o sexo do bebê a partir de 8 semanas. Além disso já é possível determinar o sexo do bebê no ultrassom com cerca de 13 ou 14 semanas de gestação.

Gostou deste post? Aproveite também para se divertir com a nossa ferramenta para descobrir o sexo do bebê com a tabela chinesa!

Dor de barriga na gravidez – o que é normal e o que não é

Dor de barriga ou cólicas são muito comuns na gravidez. Elas geralmente não são nada para se preocupar, mas às vezes podem ser um sinal de algo mais sério que precisa ser verificado.

Preparamos aqui um guia para você saber quando deve e quando não deve ficar preocupada com a dor de barriga na gravidez.

Dor de barriga na primeira metade da gravidez

Na primeira metade da gravidez é muito comum que a futura mamãe sinta dor no pé da barriga. Estas dores são comuns pois é necessário que o útero cresce para acomodar o bebê, a bolsa de líquido amniótico e a placenta.

Essa dor na barriga geralmente é bastante fraca, muitas vezes a futura mamãe irá apenas queixar-se de um leve desconforto e não uma dor mais intensa.

Por outro lado, alguns problemas da gravidez também podem se manifestar com como dor no pé da barriga. Vamos ver algumas das causas de dor mais comuns abaixo:

Ameaça de aborto

Infelizmente cerca de 10 a 15% das gestantes terão um aborto espontâneo. Isso ocorre pois nosso corpo é bastante seletivo e apenas gestações onde tudo está bem certinho irão evoluir. Nos casos de aborto espontâneo, como na gravidez anembrionária, geralmente teremos como principal sintoma o sangramento vaginal.

Claro, eventualmente podem ocorrer abortos sem sangramento vaginal, mas geralmente esse sintoma é muito frequente. Os casos de abortamentos que ocorrem sem sangramento vaginal são conhecidos por abortos retidos.

Gravidez ectópica

A gravidez ectópica também é uma causa de dor de barriga na gravidez. Chamamos de gravidez ectópica quando a gestação está fora do útero, geralmente na trompa uterina.

A gravidez ectópica geralmente ocorre em pacientes que possuem algum tipo de obstrução tubária. Nos casos de gravidez ectópica novamente o principal sintoma é o sangramento vaginal.

Infecção urinária

Durante a gravidez existe uma predisposição a ocorrência de infecção urinária. Por isso esse é um dos exames que são feitos rotineiramente no pré-natal. Geralmente nos quadros de infecção do trato urinário a paciente pode se queixar de dor no pé da barriga e é muito comum a necessidade urinar o tempo inteiro.

Pra confundir mais ainda esses dois sintomas são comuns na gravidez normal também. Por isso se você está em dúvida converse com o seu médico.

Prisão de Ventre

Durante a gravidez é bastante comum ter o intestino preso. Isso poderá ocasionar dor abdominal e desconforto. Para evitar passar por isso, leia nosso post sobre como evitar a constipação na gravidez.

Constipação na Gravidez

A prisão de ventre pode ser uma das causas de dor abdominal na gravidez.

Dor de barriga na segunda metade da gravidez

Na segunda metade da gestação o útero começa a se preparar para o parto. Nesse treinamento ele realiza algumas contrações esporádicas, chamadas de contrações de Braxton Hicks. Estas contrações não são um problema, e podem até ser um pouco mais intensas com dores que iniciam no abdômen e irradiam para dores nas costas. Outras causas de dor abdominal durante a segunda metade da gravidez podem ser:

Trabalho de parto prematuro

Quando as contrações se tornam muito frequentes e com maior intensidade elas deixam de ser contrações de Braxton Hicks e passam a caracterizar o trabalho de parto. Geralmente quanto temos de 2 a 3 contrações fortes em um intervalo 10 minutos isso pode significar que seu bebê está querendo nascer. Se você estiver com menos de 37 semanas de gestação estes sintomas de contrações podem caracterizar um trabalho de parto prematuro.

Pré-Eclâmpsia

A pré-eclâmpsia é uma doença caracterizada pelo aumento da pressão arterial, edema e proteinúria (eliminação de proteínas pela urina). Pode ser uma doença inicialmente sem muitos sintomas, sendo identificada no pré-natal pelo aumento da pressão arterial.

Em casos mais graves da pré-eclâmpsia a paciente poderá sentir uma dor abdominal, geralmente localizada na parte mais superior do abdômen e do lado direito. Ela ocorre pois em alguns casos a pré-eclâmpsia poderá provocar uma lesão hepática. Como o fígado fica no lado direito do abdômen a dor de barriga neste caso está localizada à direita.

Descolamento Prematuro de Placenta

O descolamento prematuro de placenta ocorre quando a placenta normalmente inserida se separa da parede uterina de maneira abrupta e inopinada. Nestes casos a paciente sentirá uma forte dor abdominal, em função de um aumento no tônus uterino. O útero fica realmente como uma “pedra” de tão enrijecido. Geralmente além da dor observa-se sangramento vaginal.

Por sorte essa complicação não é tão comum pois pode ser bastante grave tanto para a gestante como para o bebê. Ela costuma ocorrer com pacientes que estão com a pressão arterial bastante elevada.

Dicas do que fazer se você estiver sentido dores

Caso você esteja sentido dor abdominal, tente mudar um pouco de posição, descansar um pouco ou tentar soltar gases. Caso as dores melhorem provavelmente não é nada para ficar preocupada.

Quando devo procurar um médico por causa da dor abdominal?

Em algumas situações é importante que você procure o seu médico para evitar dor de cabeça. Vamos listar abaixo as situações em que você deve procurar seu médico ou ir ao pronto socorro:

  • Sangramento vaginal
  • Quando as contrações forem regulares (2 ou 3 a cada 10 minutos – leia nosso post sobre como identificar se você está em trabalho de parto)
  • Quando houver corrimento vaginal
  • Quando houver dor lombar
  • Quando tiver queimação ao urinar
  • Qualquer dor intensa que não desaparece por mas de 30 a 60 minutos

Gostou deste post? Leia também o que escrevemos sobre 6 Dores que NÃO são normais na Gravidez – E o que fazer com elas!

Como calcular a massa magra

A massa magra é uma medida de todo o tecido não gorduroso de seu corpo, incluindo músculos, ossos e órgãos. Muitas pessoas erroneamente se referem a massa magra como músculos, mas a massa magra não é apenas a massa muscular.

Para calcular sua massa magra, você precisa primeiro conhecer seu percentual de gordura corporal. Há muitas maneiras de estimar a porcentagem de gordura corporal, mas o método mais preciso é usar paquímetros ou pesagem hidrostática.

Usando o paquímetro

O paquímetro é um instrumento para avaliar a gordura coporal. Ele faz medições da espessura da dobra da pele em diferentes locais de seu corpo e conecta esses números em uma fórmula para estimar a porcentagem de gordura corporal.

Esse é o método mais utilizado para avaliar a massa gorda. Geralmente é utilizado em academias quando você vai iniciar uma atividade física.

Paquímetro

Utilização do paquímetro para medida da gordura corporal.

A pesagem hidrostática para determinar a gordura corporal

Para a pesagem hidrostática, você é pesado debaixo d’água enquanto prende a respiração. A diferença de peso debaixo d’água e em terra é usada para estimar seu percentual de gordura corporal. É considerado o padrão ouro em testes de gordura corporal, sendo que a margem de erro é em torno de 1,5%.

Pesagem Hidrostática para medida da Gordura Corporal.

Como funciona a pesagem hidrostática, um dos métodos para calcular a massa magra.

Como calcular massa magra

Agora que você já sabe como determinar o seu percentual de gordura corporal é possível fazer o cálculo da massa magra.

A fórmula a ser utilizada é:

massa magra = peso corporal total – (peso da gordura corporal)

Por exemplo, se você pesa 100 Kg e tem 25% de gordura corporal, a sua massa magra será 75 Kg. Lembre-se que isso não significa que você tem 75 Kg de músculo pois a massa magra inclui também, por exemplo, a massa óssea.

Qual a importância da massa magra para a saúde?

Ter muito pouca ou muita massa magra pode ter implicações para sua saúde.

Por exemplo, se você tiver uma alta porcentagem de gordura corporal e baixa massa magra, você pode estar correndo risco de doenças relacionadas à obesidade, como diabetes e doenças cardíacas.

Por outro lado, se você tiver um baixo percentual de gordura corporal e baixa massa magra, você pode estar em risco de desnutrição e osteoporose.

Manter uma composição corporal saudável, com uma relação saudável de massa magra para a gordura corporal, é importante para a saúde geral.

Como o plano alimentar ajuda a manter um corpo saudável

O plano de dieta ou plano alimentar é projetado para ajudar a perder massa gorda e preservar a massa magra do corpo. Ele faz isso fornecendo a mistura certa de nutrientes e calorias para apoiar a perda de peso, ao mesmo tempo em que preserva a massa muscular.

A dieta alimentar ideal é rica em proteínas, carboidratos moderados e com baixo teor de gordura. Esta relação de macronutrientes tem se mostrado eficaz para preservar a massa magra do corpo e, ao mesmo tempo, perder massa gorda.

Além da razão de macronutrientes, o plano de dieta fornece diretrizes específicas sobre os alimentos a serem consumidos e evitados. Estas escolhas alimentares são baseadas em sua densidade nutricional e em sua capacidade de promover a saciedade.

O plano de dieta não é uma dieta rápida. É uma abordagem sustentável da alimentação que pode ajudá-lo a perder peso mantendo a sua saúde.

Como o estilo de vida influencia minha saúde

Suas escolhas de estilo de vida podem influenciar sua massa corporal magra.

Por exemplo, se você fuma cigarros, seu risco de osteoporose e outras doenças aumenta. Se você é uma pessoa sedentária, seu risco de obesidade e doenças relacionadas também aumenta.

Ser fisicamente ativo e ter uma dieta saudável são duas formas importantes de obter bons resultados e manter uma composição corporal saudável.

Portanto a vida saudável é o resultado de exercício físico constante associado a uma nutrição adequada.

O índice de massa corporal

O índice de massa corporal (IMC) é uma medida internacional usada para calcular se uma pessoa está no peso ideal. O IMC é calculado dividindo o peso (em kg) pela altura ao quadrado (em m), de acordo com a seguinte fórmula: IMC = peso / (altura x altura). Se você quiser calcular seu IMC utilize nossa Calculadora de IMC e Peso Ideal.Um IMC de 20-25 é considerado como o peso ideal. Um IMC abaixo de 20 indica que você está abaixo do peso, enquanto um IMC acima de 25 indica que você está acima do peso.