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Pré-Natal: importância para a gestante

Pré-natal é fundamental na prevenção e/ou detecção precoce de doenças ou problemas que podem comprometer a saúde da gestante ou do feto. Permite assim que o bebê e a mãe se desenvolvam de forma saudável. Ele consiste de consultas regulares que as mulheres grávidas realizam. O ministério da saúde recomenda que sejam realizadas pelo menos 6 consultas.

Ficou interessada em saber mais sobre esse assunto? Então, continue a leitura e entenda melhor a seguir a importância do pré-natal para a gestante.

Pré-Natal

De acordo com a Fundação Abrinq, podemos compreender o pré-natal como o acompanhamento que a gestante faz ou precisa fazer, desde o momento em que sua gravidez é confirmada até o período do parto.

O objetivo, com isso, é monitorar a gestante, considerando o fato de que nesse período ela passa a ter demandas fisiológicas relacionadas à gestação, como, por exemplo, ganho de peso, pressão arterial, alimentação, crescimento do bebê dentro do útero, alterações emocionais etc.

Esse monitoramento se faz importante porque reduz os riscos que a gestante e o feto podem enfrentar durante esse período. Em cada consulta são realizadas avaliações do peso da gestante, sua pressão sanguínea e mede-se a altura uterina que permite avaliar o desenvolvimento do bebê. O obstetra também avalia os batimentos cardíacos fetais em cada consulta pré-natal. De fundamental importância também determina-se a idade gestacional o que permite realizar orientações mais específicas sobre cada fase do desenvolvimento do bebê.

Seu médico também irá realizar orientações importantes em cada consulta como a possibilidade ou não de realizar atividades físicas, orientações nutricionais, etc. 

Anotamos todas estas informações na caderneta da gestante. Este documento nos permite compartilhar todas as informações coletadas e cuidados tomados entre o obstetra e os demais profissionais envolvidos.

Carteira de Pré-Natal da Gestante

Quais são os tipos de pré-natal?

Basicamente, temos dois tipos de pré-natal. A saber:

De baixo risco ou risco habitual

É o pré-natal destinado à gestante que não apresenta nenhum tipo de comorbidade ou alguma doença que possa vir a se agravar durante o período de gestação.

De alto risco

O pré-natal de alto risco, por sua vez, é destinado à mulher que desenvolverá algum tipo de patologia durante a gravidez, que pode tanto comprometer sua saúde como a do bebê. Um exemplo de patologia que podemos destacar nesse sentido é a hipertensão arterial ou pré-eclâmpsia.

No caso do pré-natal de alto risco, a gestante precisa de uma atenção especializada de um ou mais profissionais, conforme os problemas que ela apresentar.

Vantagens do pré-natal

A partir do que até aqui expomos, dá-se para ter noção acerca das vantagens do pré-natal para a preservação da saúde da gestante e do bebê. No entanto, para tornar esse assunto mais claro, apresentamos, a seguir, as principais. Observe:

  • A assistência pré-natal possibilita identificar, segundo o Ministério de Saúde, doenças que já estavam presentes no organismo, mas evoluindo de forma silenciosa, como são o caso da diabetes, doenças do coração e hipertensão, por exemplo. Ao identificá-las, pode-se adotar o tratamento adequado para evitar prejuízos à saúde da mulher e do bebê;
  • Pode-se identificar também mal formações fetais. Algumas delas podem ser tratadas se identificadas em sua fase inicial, de maneira a fazer com o recém-nascido tenha uma vida normal. Os exames mais importantes para avaliar a anatomia fetal são o da translucência nucal e o morfológico de segundo trimestre;
  • Segundo o Ministério da Saúde, avaliamos problemas relacionados à placenta, para adotar o tratamento adequado se identificarmos algum problema.

A assistência poderá ser realizada não apenas por um obstetra mas por toda uma equipe composta de especialistas em diversas áreas como enfermagem, nutricionista, fisioterapeuta, psicóloga e agentes comunitários de saúde. O número de profissionais envolvidos irá variar de acordo com a necessidade de cada caso.

Como funcionam as consultas de pré-natal?

Inicialmente as consultas são mensais. Após a 28ª semana de gestação as consultas passam a ser a cada duas semanas. Depois da 37ª semana elas são semanais. Uma série de exames são realizados durante o pré-natal, se quiser conhecer os principais basta ver nosso post sobre os principais exames do pré-natal. Os principais exames realizados no pré-natal durante a gravidez são:

  • Tipagem sanguínea e fator Rh;
  • Rastreamento de infecções como sífilis, HIV, toxoplasmose, hepatite B.
  • Exame de urina para rastrear infecção urinária
  • Glicemia de jejum e Pesquisa de diabetes gestacional por meio do teste de tolerância oral à glicose
  • Ultrassom

Com relação ao exame de ultrassom é importante a realização de pelo menos três exames distintos. Um exame entre 11 e 14 semanas para avaliar a translucência nucal. Um segundo exame entre 20 e 24 semanas chamado de ultrassom morfológico, junto com outros exames do segundo trimestre. E um exame no último trimestre da gravidez para avaliar a quantidade de líquido amniótico e o desenvolvimento do bebê.

Quando houver o diagnóstico de algum problema o obstetra irá tomar os cuidados necessários para preservar o bem estar do bebê e da mamãe. Apenas para dar uma idéia da importância que o pré-natal pode ter, o rastreamento da infecção pelo HIV e a instituição da terapia anti HIV durante a gravidez pode chegar a zerar a transmissão vertical da doença, segundo a Organização Mundial de Saúde.  

Quando devo começar o pré-natal?

Idealmente as consultas médicas deveriam  começar com uma consulta pré-concepcional. É isso mesmo, a primeira consulta deveria ser antes mesmo de engravidar. Quase ninguém faz essa consulta infelizmente. Ela é muito importante para identificar fatores de risco prévios a gestação para se possível corrigi-los, como doenças infecciosas. Além disso a imunização das mulheres contra doenças que podem acometer o feto (como a rubéola) é de suma importância. Devem ser feitas caso a paciente seja suscetível e ainda não estiver grávida.

Muito importante também é a consulta pré-concepcional para prescrição de ácido fólico. A administração do ácido fólico por cerca de 3 meses antes da concepção ajuda a reduzir a chance de problemas fetais como a mielomeningocele.

Como se pode visualizar, realizar o pré-natal é uma condição fundamental para que a gestação ocorra de forma tranquila e saudável. Por isso, toda mamãe deve fazer, pois assim ela protege tanto sua saúde como a de seu bebê. E quanto mais cedo o início melhor. Em algumas situações a mulher pode ter o que chamamos de gravidez silenciosa. A gravidez silenciosa ocorre quando sangramentos do início da gestação confundem a grávida pois parecem ser a menstruação. Por isso é muito importante visitar o seu ginecologista regularmente. Mesmo quando você ainda não está planejando engravidar.

Enfim, qual a importância do pré natal?

O acompanhamento da gravidez de maneira adequada permite que o médico ajude as gestantes a ter uma gravidez mais saudável. Diagnosticamos problemas como o diabetes, a pré eclâmpsia e outras complicações de maneira precoce, o que reduz o risco para os bebês. No acompanhamento pré-natal, o profissional que acompanha a gestante esclarece as dúvidas que ela possa ter. Assim, podemos fornecer as orientações adequadas e prescrever as vitaminas e medicações necessárias. Também é importante conversar sobre os cuidados e restrições, caso existam, além de solicitar o exames e programar os retornos.

Existe consulta pós-parto?

Sim, após o parto geralmente são realizadas duas consultas. A primeira cerca de uma semana após o parto tem como objetivo verificar se a mãe está bem. Avaliar se consegue amamentar de maneira adequada, se não está tendo sangramentos ou alguma infecção. O aleitamento materno reduz em 13% a mortalidade até os cinco anos. Além disso evita diarreia e infecções respiratórias, diminui o risco de alergias, diabetes, colesterol alto e hipertensão. Leva a uma melhor nutrição e reduz a chance de obesidade.

Normalmente realizamos a segunda consulta 6 semanas após o parto. Não solicitamos novos exames nesse momento. Entretanto é importante discutir questões gerais de saúde da mulher e orientar com relação a algum método anticoncepcional.

Aplicativo Melhora Imagem 3D do Ultrassom

Recentemente algumas imagens muito realistas de ultrassom 3D tem sido postadas no Facebook. Mas como será que isso acontece? Será que a tecnologia avançou tanto que é possível ver o bebê com tanta definição? Entenda um pouco mais em nosso post sobre o assunto.

O ultrassom 3D

A história do ultrassom 3D começou já no fim da década de 70 com a elaboração de alguns protótipos de aparelhos que pudessem capturar imagens bidimensionais sequencias e reconstruir blocos a partir desta informação. O princípio é bastante simples, entretanto necessita de bastante processamento de dados.

Fatias do 3D

Princípio da imagem 3D, reconstruir um bloco a partir de “fatias” bidimensionais.

Nos anos 90 a tecnologia dos computadores evoluiu muito, e com isso o ultrassom 3D ganhou bastante espaço nos aparelhos de ultrassom. O que antigamente era um recurso muito caro e pouco disponível começou a tornar-se mais barato e amplamente presente nos equipamentos.

Com isso também houve a evolução dos algoritmos de renderização. A renderização é o processo computacional que transforma a imagem das fatias bidimensionais naquela imagem alaranjada que estamos acostumados a ver.

Diferentes Tipos de Renderização do 3D

Na figura acima podemos ver 3 tipos diferentes de renderização. O primeiro (mais à esquerda) é a renderização original, mais simples e que foi uma das primeiras a ser implementada nos aparelhos. Já na imagem do meio estamos vendo uma renderização chamada VSI (Volume Shade Imaging). Com o VSI o sombreado do tom de pele fornece imagens 3D mais realistas por combinar mais uma cor. Ele melhora a visualização de estruturas anatômicas sutis, criadas por dar uma maior noção de profundidade. E na figura mais à direita estamos vendo a renderização FRV (Feto Realistic View). Este algoritmo controla a luminosidade e o sombreamento, fazendo com que o imagem pareça mais realista. Além disso a resolução é maior, proporcionando detalhes excepcionais e profundidade realista. A cor também um pouco mais próxima do rosa lembra os tecidos humanos.

Próximo passo na Melhora de Imagem 3D do Ultrassom

O próximo passo no aprimoramento das imagens de ultrassom seria utilizar um algoritmo para “humanizar” ainda mais as imagens. Entretanto acredito que esta função dificilmente chegará aos aparelhos de ultrassom. Isso ocorre devido ao fato de que um “aprimoramento” da imagem irá converter a “verdade” (imagem obtida) em uma “mentira” (imagem aprimorada). Por exemplo, um defeito no lábio que existe de fato no feto, poderia ser “corrigido” por um algoritmo de inteligência artificial. O algoritmo dificilmente teria capacidade para perceber se aquele defeito de fato existe ou se é um artefato de imagem. A empresa que produz o aparelho de ultrassom certamente teria grandes restrições em liberara uma função dessas.

Entretanto, os aplicativos para celulares ou computadores não possuem nenhuma ligação legal com o diagnóstico feito a partir da imagem. Portanto é muito mais provável que iremos encontrar aplicativos independentes no computador ou nos tablets para dar um tratamento a imagem deixando ele mais realista.

Um destes aplicativos é o Remini. Este aplicativo gratuito é capaz de fazer um trabalho de restauração de fotos antigas pelo celular, funcionando em Android e iPhone (iOS). Por meio de um processo automático, o app deixa traços mais refinados e reduz a granulação comum em fotografias mais velhas. Além disso ele também consegue deixar as imagens obtidas em um exame de ultrassom 3D mais realistas! Veja abaixo o que ele consegue fazer.

Alterações Realizadas Pelo Aplicativo Remini

Como podemos observar na imagem acima, o Remini executa basicamente 3 retoques na imagem. Ele aumenta a texturização da pele, coloca cílios e sobrancelhas na imagem (de uma maneira bem sutil) e deixa os lábios mais rugosos. Essas pequenas alterações dão um toque muito realista na imagem. Veja abaixo a comparação da imagem original com a tratada pelo Remini.

Imagem 3D Original e Tratada com Remini, podemos observar a significante Melhora Imagem 3D

O que mais podemos esperar da Inteligência Artificial no Tratamento das imagens 3D?

O próximo passo já está anunciado! O aplicativo Remini é capaz de produzir também animações da face, como se ela estivesse se movendo ou como se o bebê estivesse abrindo e fechando os olhos. Esse recurso ainda não é tão bom quando o aprimoramento da imagem, mas certamente irá melhorar com o passar do tempo. Veja abaixo como ele está funcionando atualmente.

Gravidez após Cirurgia Bariátrica

Na atualidade a obesidade tem sido um problema de saúde crescente em nossa população. A principal causa de obesidade é a alimentação inadequada ou excessiva. A bariátrica tem sido cada vez mais utilizada para tratar casos de obesidade grave ou associada com complicações como a hipertensão e diabetes. Dessa forma é cada dia mais comum que pacientes em idade fértil sejam submetidas a esse procedimento para tentar levar uma vida mais saudável. Hoje estima-se que as mulheres em idade reprodutiva correspondem a quase 50% das pacientes submetidas à cirurgia bariátrica.

A cirurgia é recomendada para indivíduos obesos com IMC acima de 40 (se você quer calcular o seu utilize a nossa Calculadora de IMC) com doenças associadas, como diabetes, colesterol alto, hipertensão, hérnia de disco, esteatose hepática, entre outras.

Normalmente depois da operação e com uma dieta saudável existe um aumento da fertilidade. Isso acontece pois o tecido gorduroso em excesso pode produzir hormônios semelhantes aos produzidos pelos ovários. Essa produção hormonal no tecido adiposo pode provocar uma dificuldade em ovular, o que impede ou dificulta muitas vezes a mulher de engravidar. Não raramente podemos ter inclusive suspensão dos ciclos menstruais em mulheres pelo excesso de peso. Dessa maneira, após a redução e o retorno a um peso corporal adequado tende a melhorar o funcionamento ovariano e as chances de engravidar.

Além disso o bebê também poderá ter sua saúde comprometida. No pós-operatório, mesmo com todos os cuidados, a redução de peso nos primeiros 18 meses é bastante significativa e isso poderá comprometer o desenvolvimento do bebê. Não é incomum que pacientes, mesmo após um longo tempo de cirurgia, tenham bebês pequenos. Portanto o acompanhamento médico por todo esse processo é fundamental após a redução de estômago.

A mulher que deseja engravidar após a bariátrica deverá tomar alguns cuidados, entre eles fazer um acompanhamento com seu obstetra, aguardar um período mínimo de 12 a 18 meses entre a operação e a gestação.

Preparando para Gravidez Após Cirurgia Bariátrica

O que muda na gravidez após a cirurgia bariátrica?

Quando a operação para perda de peso é realizada antes da gravidez ela pode contribuir para reduzir o risco de problemas relacionados à obesidade, incluindo:

  • Diabetes gestacional
  • Hipertensão
  • Pré-eclâmpsia e eclâmpsia
  • Bebês grandes para a idade gestacional
  • Hemorragias puerperais
  • Incidência de cesáriana

No entanto, durante a gestação podemos esperar o aumento de algumas complicações relacionadas a redução do estômago e a síndromes disabsortivas, como:

  • A restrição de crescimento intra-uterino
  • O parto prematuro
  • Bebês pequenos para a idade gestacional

Alguns estudos apontam risco de 50% de nascimentos prematuros quando a gestante engravida antes de completar um ano da cirurgia, além dos riscos de baixo peso do feto ao nascer. Por isso o acompanhamento médico especializado por toda a gestação depois da bariátrica é extremamente importante. Entretanto os riscos associados a este procedimento não superam os benefícios. Ou seja, a intenção de engravidar não deve nunca contra-indicar a cirurgia.

Será necessário durante o pré-natal que as futuras mamães façam um acompanhamento nutricional e se for necessário que seja feita a suplementação com vitaminas. Alguns dos nutrientes mais afetados pela bariátrica e que, normalmente, precisam ser suplementados são:

  • Vitamina B12
  • Ferro
  • Cálcio
  • Vitamina D

É necessário algum cuidado especial antes de engravidar?

Antes de engravidar é importante consultar o seu obstetra. A gravidez poderá ser mais saudável quando a mulher se cerca dos cuidados necessários para esse período. A gravidez de uma mulher que já foi submetida à bariátrica é considerada mais segura e com menos riscos de complicações do que a de uma paciente obesa.

Além dos cuidados com o equilíbrio nutricional, a gestante deve acompanhar o ganho de peso para evitar que volte a desenvolver obesidade durante a gravidez.

O controle alimentar é fundamental durante toda a gravidez, sendo necessário fazer refeições mais frequentes e e preferir alimentos com alto valor nutricional, evitando o açúcar. É possível que a gravidez após a cirurgia bariátrica apresente sintomas como azia, vômito, dores abdominais e hipoglicemia com maior frequência do que quem não passou por esse tratamento. O acompanhamento nutricional com os cuidados de uma dieta equilibrada e fracionada devem ajudar a reduzir os desconfortos para a mãe. Uma alimentação saudável ajuda a reduzir os sintomas de azia na gravidez.

Quais são as chances de engravidar após a cirurgia bariátrica?

Após a cirurgia bariátrica e com a perda de peso ocorre um aumento da fertilidade. Dessa forma podemos dizer que após o tratamento para obesidade existe uma maior chance de gravidez. Além disso a melhora na auto-estima com a satisfação pela imagem corporal tem uma influência positiva na vida sexual da paciente, o que também implica numa maior chance de gravidez.

Quanto tempo depois da cirurgia bariátrica a mulher pode engravidar?

Em geral é indicado que se espere um período de um a dois anos após a cirurgia bariátrica para engravidar. Nos primeiros meses após a cirurgia ocorre uma redução muito rápida de peso e isso pode trazer riscos para a gestação e para o bebê. O corpo da mulher precisa se adaptar a redução do estômago por alguns meses para que a gravidez ocorra de uma maneira saudável.

Nos primeiros meses depois da bariátrica, o corpo perde muito peso e também vitaminas e eletrólitos (sais minerais). É preciso que a mulher aguarde um tempo para que seu metabolismo volte ao normal. Não é recomendável engravidar com essa instabilidade do organismo, porque a mãe pode ficar sem uma reserva para nutrir adequadamente o bebê durante a gestação.

A futura mãe deverá manter um acompanhamento com seu médico além de manter uma dieta com alto valor nutricional antes de engravidar. Se for indicado deverá ainda fazer uma suplementação com vitaminas.

Quem tem cirurgia bariátrica pode ter parto normal?

A bariátrica não deve afetar o manejo do trabalho de parto e do parto. Embora as taxas de cesárea sejam maiores em mulheres que fizeram cirurgia bariátrica, ela não é uma indicação cesárea. Se um paciente passou por uma cirurgia abdominal extensa e complicada devido a procedimentos para perda de peso, uma consulta com o médico que realizou a cirurgia pode ser importante para esclarecer sobre qual via de parto será mais segura.

Quem fez bariátrica pode amamentar?

Sim, quem fez bariátrica pode e deve amamentar. Sua alimentação durante este período é extremamente especial. Se você tem níveis baixos de nutrientes ou vitaminas em seu corpo eles também podem estar baixos no leite, mas isso é muito raro.

Algumas mulheres com cirurgia bariátrica ainda podem estar com sobrepeso ou obesas o que pode atrasar um pouco a descida do leita (lactogênese). Entretanto com a orientação adequada você poderá obter sucesso na amamentação.

Quem fez cirurgia bariátrica pode tomar anticoncepcional oral?

É importante lembrar que existem basicamente dois tipos de cirurgia bariátrica. A primeira é a cirurgia restritiva (redução do estômago ou gastroplastia). Neste caso não há uma grande alteração na absorção de nutrientes e medicações e o anticoncepcional hormonal oral poderá ser utilizado pois terá efetividade semelhante a de uma mulher que não realizou a cirurgia bariátrica.

Por outro lado, aquelas pacientes submetidas a uma cirurgia que altera a absorção de nutrientes (bypass) terão uma absorção errática do anticoncepcional hormonal oral. Dessa forma é possível que a sua efetividade seja comprometida. É como se ao invés de tomar um comprimido inteiro você tomasse apenas parte dele.

Portanto as pacientes que foram submetidas a um procedimento disabsortivo devem conversar com o seu obstetra para escolher um método anticoncepcional diferente da pílula. As principais recomendações nestes casos são:

  • O dispositivo intra-uterino (DIU)
  • O anticoncepcional injetável
  • O anel vaginal
  • O implante hormonal
  • Ou mesmo o preservativo

Dicas para amenizar o inchaço nos pés durante a gravidez

Para muitas mulheres, a gravidez significa a realização de um sonho. A chance de trazer ao mundo uma criança para amar e proteger. No entanto, é importante dizer que a gestação pode trazer alguns desconfortos, à medida que o bebê aumenta seu peso na barriga da futura mamãe. Um desconforto que podemos destacar é o inchaço nos pés, que ocorre, geralmente, por volta do sexto mês de gestação.

Para que a futura mamãe possa aliviar esse desconforto, é preciso que ela adote alguns cuidados. Neste conteúdo, apresentamos alguns. Confira!

Deve-se consumir mais água

Consumir água deve ser um hábito não apenas de mulheres grávidas, mas de qualquer pessoa que deseje preservar sua saúde.

No entanto, cabe dizer que o consumo regular de água durante a gravidez pode ajudar a reduzir o inchaço nos pés, bem como nos tornozelos, pois se trata de uma substância que contribui para a eliminação das toxinas do organismo e estimula a produção de urina, de maneira a fazer com que o corpo se torne mais leve.

Beber Agua Gravidez

Além disso, o corpo estando bem hidratado, ele retém menos líquido, o que faz com que se torne mais leve, reduzindo o inchaço nos pés.

O ideal é consumir de dois a três litros de água por dia. Todavia, é importante conversar direitinho com o seu médico especialista, pois ele pode recomendar, com base em seu caso, que ingira uma menor ou maior quantidade de água.

É importante se alongar ao menos uma vez ao dia

A gestação impõe, em muitos dos casos, uma vida mais regrada, ou seja, sem a prática de atividades mirabolantes. Mas isso não significa dizer que você não deva se alongar, esticando, por exemplo, as pernas e os pés. Pelo contrário, isso é super recomendado para se evitar que os pés fiquem inchados à medida que o bebê ganha peso na barriga da mãe.

Fazer exercícios básicos, simples, com os pés podem trazer alguns benefícios para você, como: melhora a circulação sanguínea e linfática, reduz inchaço nos pés e aumenta a sua sensação de prazer e bem-estar.

Por isso, alongue-se diariamente. No entanto, é sempre importante conversar com o médico especialista para verificar quais exercícios você pode fazer.

Tente não ficar em pé por muito tempo

Ao ficar em pé por muito tempo, o sangue demora a chegar ao coração, e isso faz com haja um aumento da retenção de líquidos nas pernas e nos pés, o que pode causar inchaço ou piorar esse quadro caso ele já exista. Por isso, o ideal é evitar ficar em pé por mais de uma hora, estando você na condição de grávida.

No entanto, como dissemos anteriormente, é importante pensar nesse cuidado com equilíbrio, ou seja, tentar não ficar em pé não significa dizer que você deve passar a maior parte do tempo deitada. Praticar atividades leves, como massagear os pés e alongá-los, é fundamental para que seu corpo funcione adequadamente (com uma boa circulação sanguínea e linfática).

Vamos falar sobre Violência Obstétrica?

Muitas pessoas sequer sabem o significado desse termo, no entanto, infelizmente, muitas gestantes estão sujeitas à violência obstétrica. Essa cruel prática ainda existe e precisamos falar sobre ela. Descubra mais a seguir.

Violência Obstétrica

Informativo do Ministério da Saúde sobre Violência Obstétrica.

O que é violência obstétrica?

Esse é um tema pouco divulgado e muitas futuras mamães podem não estar cientes sobre a existência desta barbárie.

Cada vez que alguém nega atendimento a uma gestante, recusa-se a fazer um procedimento essencial, faz um procedimento invasivo sem necessidade ou a agride verbalmente tal ato é considerado violência obstétrica.

Mas isso não é tudo. Confira a lista de ações que podem ser consideradas agressões:

  • Negar atendimento;
  • Fazer a mãe peregrinar para conseguir dar à luz;
  • Obrigar a mãe a fazer posições indesejadas no parto;
  • Fazer toques excessivos;
  • Fazer um corte para a passagem do bebê sem que seja autorizado pela mãe;
  • Fazer a “Manobra de Kristeller”, que é quando se pressiona a barriga no momento do parto (esta prática aliás, é proibida legalmente);
  • Dar pouca anestesia e ignorar a dor da paciente;
  • Usar fórceps desnecessariamente;
  • Fazer um parto cesáreo não autorizado pela paciente;
  • Gritar, fazer piadas durante o parto;
  • Divulgar informações intimas dela;
  • Não prestar informações solicitadas.

O que a paciente deve fazer caso ocorra?

Caso você sofra algum tipo de violência mencionada na lista, não hesite em reunir todas as documentações, exames e contratos. Não se esqueça de incluir também prontuários e recibos.

Encaminhe sua reclamação à ouvidoria do hospital denunciado com as copias das documentações e o relato detalhado por escrito da agressão.

Registre a queixa também nas secretarias de saúde e centrais de atendimento à mulher. Existe também a possibilidade de contratar um advogado ou solicitar um por meio da defensoria pública para abertura de processo judicial.

Agora que você sabe o que é violência obstétrica, divulgue o assunto para impedir que mulheres passem por esta situação. A oriente e incentive a se informar sobre o assunto. Caso você descubra que uma mãe passou por isso, a oriente a seguir os passos acima.

Como é possível evitar esta situação?

  • Governos e órgãos responsáveis precisam conscientizar os profissionais quanto a seriedade e consequências desse tipo de agressão;
  • Faculdades precisam formar graduandos com uma nova visão sobre o tema e reforçar a obrigação de prestar um atendimento humanizado;
  • A população precisa divulgar o tema;
  • Os hospitais precisam criar uma cultura organizacional que impeça tal situação e averiguar denúncias com seriedade, punindo aqueles que não veem a gravidade da agressão;
  • Os familiares dessas gestantes precisam apoiar e oferecer segurança a elas;
  • Gestantes precisam se informar sobre o tema para se protegerem e não devem se calar em frente a violência obstétrica.

Caso a mulher sofra violência obstétrica, ela pode denunciar no próprio estabelecimento ou secretaria municipal/estadual/distrital; nos conselhos de classe (CRM quando por parte de profissional médico, COREN quando por enfermeiro ou técnico de enfermagem) e pelo 180 ou Disque Saúde – 136.

Existe alguma orientação do Ministério da Saúde sobre o assunto?

O Ministério da Saúde institui a Rede Cegonha, pela Portaria GM/MS nº1.459 de 24 de junho de 2011, cujo objetivo é a mudança do modelo de atendimento obstétrico buscando abolir as práticas violentas e vexatórias denominadas “violência obstétrica”. Para sua implementação são realizados diversas formas de capacitações e incentivos. A portaria está disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2011/prt1459_24_06_2011.html

 

Com quantos meses aparece a barriga de grávida

A barriga de grávida é para muitas mulheres uma característica física muito desejada, que marca um importante estágio de sua vida e a realização de um sonho. Mas, vem cá, você sabe com quantos meses a barriga de grávida aparece? Essa é, sem dúvida alguma, a pergunta que passa na mente de muitas mamães.

Pensando nelas, elaboramos este conteúdo que pode te ajudar a entender o essencial a respeito do crescimento da barriga durante a gestação. Confira também nosso post sobre altura uterina se você quer entender melhor o ponto de vista técnico desta questão!

Afinal, com quantos meses de gestação a barriga tende a aparecer?

A primeira coisa que você precisa saber é que não existe um padrão para se começar a observar o crescimento da barriga durante a gestação. No entanto, em geral, costuma-se perceber a saliência da barriga da gestante entre a 16º e a 20º semana, ou seja, entre o quarto e o quinto mês da gestação. É mais ou menos nessa fase que você também começa a perceber os movimentos fetais.

Mas é no oitavo mês que a barriga da mamãe chega à altura máxima, ficando assim muito mais saliente. Por isso, se você planeja registrar fotografias desse momento importante de sua vida, os últimos meses da gestação é o melhor período para isso.

Porém, no nono mês, a barriga tende a reduzir de tamanho, pois é nesse período que acontece a descida e o encaixe do bebê na pelve materna, processo que ocorre para que ele finalmente venha ao mundo, nascendo.

Barriga de mulheres que já estiveram grávidas

Como dissemos, não existe um padrão para que a barriga da gestante se torne saliente, vindo a ser notada de forma mais fácil. Um exemplo que podemos destacar nesse sentido é o caso das mulheres que já têm filhos, ou seja, que já engravidaram (e estão de novo grávidas).

Nessa situação, a barriga pode aparecer por volta da 12º semana, ou seja, com três meses. Existe uma explicação biológica para isso. Com a primeira gestação, a musculatura uterina e a região pélvica se tornam mais flácidas, sendo, assim, distendidas com mais facilidade na segunda gestação.

Quando aparece a barriga da grávida?

Fatores que podem influenciar o crescimento da barrida da gestante

Além dos aspectos biológicos que são próprios do período de gestação, existem alguns fatores que podem influenciar o tamanho da barriga durante a gestação. São estes:

  • Se a gravidez é de gêmeos ou múltipla, o tamanho da barriga pode crescer de forma mais rápida, bem como aparecer;
  • Mamães acima do peso também podem apresentar uma barriga maior em menor tempo, mas, nesse caso, a saliência é por conta da gordura abdominal;
  • Grávidas que apresentam um biótipo magro, podem apontar maior saliência da barriga mais cedo.

A partir do exposto, nota-se que existem alguns fatores que podem influenciar o aparecimento da barriga de grávida, para algumas mulheres isso pode acontecer cedo, para outras, tarde. No entanto, não existe uma regra específica que aponte o momento em que a barriga aparecerá. É bom que tenha isso em mente e que realize o pré-natal para acompanhar não apenas a evolução do seu bebê, mas também para proteger a sua e a saúde dele.

Anticorpos Contra Coronavírus podem ser Transferidos da Mãe para o Feto

Uma boa notícia às futuras mamães preocupadas! Bebê norte-americano, cuja mãe havia sido vacinada, nasceu com imunidade passiva natural (transferência de anticorpos da mãe para o feto por meio da placenta).

A vacinação materna para Influenza e TDaP (tríplice bacteriana que protege contra difteria, tétano e coqueluche) tem sido bem estudada em termos de segurança e eficácia para a proteção do recém-nascido pela passagem de anticorpos pela placenta. Proteção semelhante ao recém-nascido seria esperada após a vacinação materna contra SARS-CoV-2 (o vírus responsável pelo COVID-19). Entretanto em função das vacinas serem novas, carecemos de estudos sobre o assunto.

Anticorpos Contra o Coronavírus

Como os Anticorpos Contra o Coronavírus chegaram no bebê?

 A vacinação materna foi fornecida a uma profissional de saúde da linha de frente com COVID-19 com a vacina de mRNA Moderna COVID-19, com idade gestacional de 36 semanas e 3 dias. Um parto vaginal normal e espontâneo ocorreu 3 semanas após a dose 1ª da vacina Moderna. O resultado dessa gestação de 39 semanas e 3 dias foi uma menina nascida a termo vigorosa e saudável. Durante o parto, uma amostra de sangue do cordão umbilical foi coletada com de costume para exames. Essa amostra de sangue do cordão foi coletada imediatamente após o nascimento da bebê e antes do parto da placenta. O soro foi enviado para teste de anticorpos SARS-CoV-2 para proteína S. A mãe, que tem amamentado exclusivamente, recebeu a segunda dose da vacina Moderna durante o período pós-parto de acordo com o cronograma normal do protocolo de vacinação de 28 dias.

Os anticorpos do sangue do cordão umbilical (IgG) foram detectados para SARS-CoV-2 a um nível de 1,31 U / mL. Apesar de ainda ser apenas um resultado isolada, já é uma evidência clara da passagem de anticorpos da mãe para o feto, o que pode ajudar com um proteção, ao menos parcial, para o recém-nascido. Entretanto, a eficácia protetora em recém-nascidos e o momento ideal de vacinação materna permanecem desconhecidos.

 

Referência

  1. Newborn Antibodies to SARS-CoV-2 detected in cord blood after maternal vaccination

Amamentação na volta ao trabalho

A volta ao trabalho é um período de angústia para muitas mães que amamentam. Porém, não é necessário parar a amamentação. É possível criar uma rotina para ordenhar e armazenar o leite enquanto a mãe não pode oferecê-lo. Veja neste artigo como fazer isso de forma descomplicada.

Prepare-se com um mês de antecedência

O aleitamento materno é muito importante para a saúde do bebê. O leite da mãe é o único que possui anticorpos, o que fortalece a imunidade do pequeno. Até os seis meses de idade ele deve ser oferecido de forma exclusiva.

Porém, mesmo depois dos seis meses ele deve ser o alimento principal até o primeiro ano de vida. Por isso, vale a pena continuar oferecendo o leite mesmo na ausência da mãe. Para tanto, é importante se preparar pelo menos um mês antes. Treinar a ordenha, procurar uma escola amiga da amamentação: tudo isso é necessário para garantir o sucesso nesse momento.

Crie uma rotina com o cuidador ou a creche

O primeiro passo é decidir com quem a criança ficará. Caso seja um cuidador, ele precisa estar por dentro de todos os detalhes. Uma boa ideia é treinar algumas semanas antes, como se a mãe não estivesse em casa. Ele deve oferecer o leite com segurança para a criança.

Se a criança for para a creche, é preciso informar o desejo em oferecer o leite da mãe. Existem instituições parceiras do aleitamento materno. Vale buscar uma delas na hora de fazer a matrícula.

Lembre-se também que caso você reduza o número de mamadas diárias ou se você começar a introduzir outros alimentos na dieta do seu bebê existe o risco de engravidar mesmo amamentando.

Como fazer a ordenha?

É muito importante ordenhar o leite e armazená-lo de forma segura. Para isso, a mãe deve estar com as mãos bem limpas e com o cabelo preso. Uma dica é tirar o leite pela manhã, quando as mamas costumam estar mais cheias. A mulher precisa estar relaxada e segura para tornar o processo mais simples.

Amamentação no Trabalho

A coleta e armazenamento do leite materno pode gerar muitas dúvidas.

Para fazer a ordenha, é preciso chacoalhar as mamas para facilitar a descida do leite. A mulher então deve colocar o mamilo entre o dedo indicador e o polegar. Depois é só empurrar os dedos para trás e então apertar até o leite sair.

Caso a mãe tenha alguma dificuldade é possível procurar ajuda em um banco de leite na cidade.

Como armazenar o leite?

O leite deve ser armazenado em um frasco de vidro com tampa de plástico higienizados. É importante colocar uma fita adesiva informando a data e a hora em que o leite foi coletado. O leite materno pode permanecer até quinze dias no freezer e até 12 horas na geladeira.

Quando retirar o leite da geladeira é importante armazená-lo em uma bolsa térmica. Uma dica é colocar também algumas bolsas de gelo dentro para garantir a temperatura ideal.

Tudo é uma questão de preparo e organização! Até mesmo em situações como pacientes que tiveram câncer de mama é possível amamentar!

Formas de oferecer o leite materno

Antes de oferecer o leite é importante que ele seja aquecido em banho-maria. Ele pode ser retirado do freezer e ir direto para o fogo, mas sempre no método banho-maria.

O leite materno pode ser oferecido de várias formas. O ideal é que seja em um copo aberto para não causar confusão de bicos. Existem vídeos na internet mostrando o jeito correto de oferecer. Não é um bicho de sete cabeças, mas pode requerer um treino.

Com os cuidados necessários é seguro e tranquilo oferecer o leite materno mesmo na ausência da mãe.

Quanto custa ter um filho?

Quando o assunto é ter um filho, muitas pessoas se esquecem da questão financeira. Mas, afinal, quanto custa ter um filho? Essa é a pergunta que vamos responder hoje, a fim de te ajudar na hora de planejar a vida em casal, para que tudo aconteça de maneira tranquila.

Afinal, é uma fase de muitas mudanças e estar preparado financeiramente faz toda a diferença. Por isso, se quer aumentar a família, este é o post que vai te ajudar a organizar esse momento para que ele seja muito especial.

Quanto Custa Ter Um Filho

Quanto custa ter um filho, afinal?

O Instituto Nacional de Vendas e Trade Marketing (Invent) trouxe o dado de que um filho até os 23 anos pode trazer um gasto de cerca de 2 milhões. Mas não precisa ficar assustado, pois são gastos acumulados ao longo de toda a vida e variam muito de acordo com a classe social em questão.

Por exemplo, a mesma pesquisa mostrou que famílias da classe C gastam cerca de 407.140 mil. Tudo começa ainda na gestação, com diversos exames e acompanhamento médico. Em seguida, o parto e os primeiros anos de vida que, como sabemos, há intenso uso de produtos, como as fraldas descartáveis.

A pesquisa realizada pela Invent calculou, em diferentes categorias, quanto se gasta para criar um filho durante os anos. Os dados foram analisados de acordo com diferentes classes sociais. Confira abaixo:


Gastos Classe A Classe B Classe C Classe D
Moradia R$ 345 mil R$ 298.200 R$ 61.400 R$ 28.800
Educação R$ 703.644 R$ 365.900 R$ 185.100 Nulo
Lazer R$ 421.024 R$ 94.800 R$ 38.800 R$ 4.800
Outros R$ 616.934 R$ 189.200 R$ 121.800 R$ 20.100
TOTAL R$ 2,086 mi R$ 948.100 R$ 407.140 R$ 53.700

Os gastos nos primeiros anos de vida

São cerca de 150 fraldas por mês que são usadas pelos bebês nos seus primeiros meses. Junto ao enxoval completo, temos uma diversidade de produtos a serem comprados nos primeiros anos de vida.

Nesse momento é interessante avaliar os produtos que realmente serão necessários e ter cuidado com aqueles perdidos rapidamente, como as roupinhas. Talvez não seja muito interessante comprar tantas peças, já que elas serão perdidas em questão de semanas.

Educação da criança e seus custos

A Educação da criança também é algo bastante relativo, pois varia de acordo com a classe social – as pessoas com padrão de vida mais elevado tendem a gastar mais com escolas. Tudo vai depender também da sua necessidade, já que algumas famílias precisam colocar seus filhos em creches desde cedo, aumentando os custos.

Alimentação e saúde do seu filho

A saúde pode ficar mais simples se a mãe ou o pai tiver um plano de saúde desde cedo, pois as consultas e exames serão frequentes e podem ter menor custo no plano. Nos primeiros anos de vida, o raciocínio é o mesmo, já que a criança acabou de chegar ao mundo e precisa de vacinas, acompanhamento e medicamentos.

Além disso, alimentação também é fator importante, porém, nos primeiros anos é comum que haja amamentação exclusiva. Os custos podem aumentar, caso seja preciso introduzir fórmula desde cedo. No mais, as comidinhas devem ser saudáveis, não precisam ser de alto custo.

Como se planejar financeiramente para ter um filho

Sabemos que o momento de ter um filho não deveria ser cercado de tanta burocracia, porém, quanto melhor planejada sua família estiver, menos precisará se preocupar com essas questões e poderá curtir a criança. Para isso, é interessante eliminar as dívidas primeiro, para não ter outras preocupações. Além disso, fazer um chá de bebê pode te ajudar muito, ter um plano de saúde e economizar nas roupinhas e acessórios é também muito importante. Em resumo as principais dicas para o planejamento financeiro são:

  1. Eliminar suas dívidas antes do bebê nascer;
  2. Fazer um chá de fraldas ajuda bastante no primeiro momento;
  3. Não comprometa mais de 30% do seu salário com roupinhas e acessórios;
  4. Plano de saúde é fundamental pois os gastos com o atendimento médico podem ser bastante altos;

Gostou de saber quanto custa ter um filho? Agora fica mais fácil planejar para curtir o momento sem tanta preocupação com dinheiro.

Dicas para a escolha do nome do bebê

Emocionante e incrível, o momento de escolher o nome do bebê é uma missão muito complexa. Afinal, é uma decisão impactante e para a vida toda. Ter boas dicas é fundamental para não errar na decisão. Entre todas as opções e palpites de parentes, vale a pena ponderar e fazer da escolha do nome da criança uma grande bênção na sua vida.

Por onde começar a escolher o nome?

Comece a pensar no nome, seja masculino ou feminino, o quanto antes. Tenha uma listinha de nomes sempre à mão, para acrescentar um nome relevante quando cruzar com ele ou quando tiver uma inspiração. Se quiser conhecer o significado de algum nome você pode usar a nossa ferramenta de significado dos nomes.

Se você gosta de nomes bíblicos também preparamos uma página com os nomes mais utilizados e o seu significado.

Dicas para escolha do Nome do Bebê

Confira algumas dicas importantes para escolher o nome do bebê:

O momento da escolha do nome do bebê é um dos momentos mais especiais da relação entre pais e filhos. Um nome ideal para o seu bebê é aquele de fácil pronúncia e de escrita. Leia abaixo algumas dicas que vão te ajudar nessa etapa tão bonita de sua vida.

Dica 1

Pesquise pelo significado do nome. A maioria dos nomes carrega um significado. Vale a pena considerar o significado do nome escolhido.

Dica 2

Tenha cautela ao inventar nomes. Às vezes, o excesso de originalidade e criatividade pode atrapalhar. Lembre-se que seu filho ou filha carregará este nome para o resto da vida. É importante que seja fácil de entender, escrever e pronunciar.

Dica 3

Escreva o nome várias vezes e fale-o em voz alta. Pode parecer loucura, mas ao escrever o nome e fala-lo você estará testando combinações com os sobrenomes. Atente-se ao tom de voz no momento de dizer o nome e veja se ele faz sentido.

Dica 4

Considere as homenagens às pessoas da sua família. A chegada de um bebê também pode ser a oportunidade dos pais em prestarem homenagens à religião ou à tradição seguida pela família.

Dica 5

Antecipe-se e comece a pensar também nos possíveis apelidos. Se você escolher um nome muito longo ou de difícil pronúncia, é muito provável que o seu filho ou filha receba um apelido. Por isso, não se esqueça de avaliar os possíveis apelidos que possam surgir a partir do nome do bebê. Pense com carinho para evitar constrangimentos no futuro.

Cuidado com a opinião da família

As conversas e discussões podem se tornar complicadas se também recebem a opinião de familiares. Os amigos e familiares podem opinar e sugerir, porém, a decisão final é sempre do casal. Lembre-se: esta não é uma decisão a ser feita às pressas: haja com prudência para acertar no nome do bebê.

Os nomes mais registrados da última década

Você conhece os nomes mais registrados no Brasil? Aqui estão eles: Miguel, com 321.644 registros, e Arthur, com 287.886, foram os nomes mais escolhidos pelos brasileiros para registro de nascimento de seus filhos na última década (2010 – 2020). Já Maria Eduarda foi o nome feminino mais escolhido pelos pais nos últimos 10 anos.

O levantamento de 2010 a 2020, reuniu dados de todos os 7.660 Cartórios de Registro Civil dos 26 estados brasileiros e do Distrito Federal, que formaram uma base de mais de 24 milhões de registros realizados na última década.

Fonte: A crítica.

Nome do bebê escolhido, e agora?

Bom, se você já escolheu o nome do seu bebê aproveite para ler também nossas dicas de como preparar o chá de bebê ou o que levar para a maternidade! Lembre-se que você não está sozinha e nós estamos aqui pra de dar dicas sobre as escolhas mais importantes que você irá fazer nessa fase tão especial da sua vida.

Quer uma dica pra escolher o sexo do bebê? Temos também! Veja nosso post com 6 dicas de métodos naturais para escolher o sexo do bebê.