O ducto venoso (DV) é avaliado por dopplervelocimetria no primeiro trimestre como marcador de aneuploidias, cardiopatias e mau prognóstico. Os valores abaixo são a referência para o DV entre 11 e 13⁺⁶ semanas (comprimento cabeça-nádegas de 45 a 84 mm).
Como interpretar esta tabela
O índice de pulsatilidade para veias (IPV) e a relação S/a mantêm-se praticamente constantes ao longo dessa janela (não variam com o CCN); as velocidades são dadas no CCN médio da casuística (≈60,75 mm). Um IPV acima do percentil 95 (≈1,13) ou a inversão/ausência da onda a levantam suspeita de comprometimento e devem ser correlacionados com os demais marcadores.
| Parâmetro | P5 | Mediana | P95 |
|---|---|---|---|
| Índice de pulsatilidade para veias (IPV) | 0,69 | 0,92 | 1,13 |
| Relação sístole/onda a (S/a) | 0,19 | 0,30 | 0,45 |
| Onda S — pico sistólico (cm/s) | 28,2 | 41,1 | 51,8 |
| Onda D — pico diastólico (cm/s) | 23,6 | 34,9 | 44,3 |
| Onda a — contração atrial (cm/s) | 1,02 | 2,47 | 3,90 |
| TAmáx — velocidade média máxima (cm/s) | 21,3 | 31,3 | 40,6 |
Referência do Doppler do ducto venoso em 11–13⁺⁶ semanas: IPV e S/a constantes na janela; velocidades no CCN médio ≈60,75 mm (Pruksanusak et al., 2014).