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Dicas para emagrecer após o parto

Agora que está com seu bebê em seus braços, é normal a mulher querer voltar ao peso de antes. Para isso, é necessária uma rotina pensada com responsabilidade, principalmente respeitando a recuperação do parto. A perda de peso deve ser gradativa, ou seja, não pode radicalizar em dietas ou exercícios, pois ainda é um momento delicado de recuperação.

Algumas dicas devem ajudá-la a entender o que pode fazer para voltar gradualmente ao seu corpo habitual. Confira as dicas!

Perder Peso Após a Gravidez

Amamentação

Se você pode amamentar, a amamentação traz benefícios para a mamãe e o bebê. O benefício começa já na produção do leite, a mulher queima em torno de 750 calorias na produção.

O útero ainda está dilatado após a gravidez, a amamentação estimula a produção de ocitocina, hormônio que estimula a contração uterina, e em até 6 semanas o útero volta ao seu tamanho natural. Ou seja, a amamentação te ajuda a emagrecer sim!

Olho na alimentação

O organismo da mulher está trabalhando bastante e gastando energia ao produzir leite, deixando a mulher com mais fome. Por esse motivo, cuidado com a alimentação. Procure manter uma alimentação equilibrada e saudável.

É importante manter uma rotina de alimentação, além do cuidado com o que está ingerindo. Seja comer a cada 3 horas, ou ao menos manter as três principais refeições (café da manhã, almoço e jantar) todos os dias no mesmo horário. Ajudará a manter a saciedade até a próxima refeição e evitará as tentações entre as refeições.

Mexa-se

Para as que já tinham a rotina de exercícios é mais fácil voltar a se movimentar, mas essa dica é para todas. Lembre-se de consultar seu médico sobre a liberação dos exercícios, afinal, se você fez uma cesárea, por exemplo, precisa esperar o momento certo para a prática física.

Uma boa atividade é fazer uma caminhada. Você pode levar o bebê para um passeio e ainda aproveitar para colocar um tênis confortável e caminhar. Para as mulheres que passaram por cesárea é recomendado exercícios de baixo impacto, evitando o esforço na região abdominal.

Hidrate-se

Manter-se hidratada diminui a sensação de fome, além de contribuir para a produção do leite. Consuma em média 2,5 litros de água por dia, mas lembre-se: não dá para se hidratar e querer emagrecer tomando refrigerante. Beba água! Isso te ajudará eliminar líquidos retidos, pois estimula os rins e, assim, diminui o inchaço do corpo.

Paciência

Antes de tudo, lembre-se que todas têm o seu tempo. Há urgência em querer se olhar no espelho e ver o seu corpo como era, mas o importante é passar por esse período com saúde e equilíbrio, pois é tudo novo para você e o bebê.

Não inicie dietas restritivas ou faça exercícios muito pesados em sua recuperação. Tenha paciência, pois pode levar algum tempo para começar a ver os resultados, mas eles virão, basta não desistir e lembrar-se de consultar um médico. Confira também nossas dicas de estética!

Exames essenciais no início de toda gravidez

Para que uma gestante garanta a saúde de seu bebê, é essencial que ela busque um ginecologista e obstetra a fim de realizar os exames necessários para esse importante processo.

Dessa forma, os profissionais acompanharão todo o desenvolvimento do bebê, ao mesmo tempo em que cuidam da saúde da mãe para que não ocorra nada de grave durante esse período.

Portanto, neste artigo, você conhecerá 7 exames essenciais que devem ser realizados em todo início de gravidez. Afinal, obter o conhecimento necessário é o primeiro passo para uma gestação segura e saudável. Vem com a gente!

Exames Essenciais

Os principais exames na gestação

Os exames recomendados durante a gestação tem como principal objetivo analisar a saúde do bebê e da mãe. Além disso, por meio dos exames indicados pelo obstetra, é possível identificar se há riscos durante a gravidez ou na ação do parto. Sendo assim, confira os principais exames:

1- Tipo sanguíneo e fator Rh

Esse é um exame de sangue que busca analisar o grupo sanguíneo da gestante para saber se o seu fator Rh é positivo ou negativo. Nesse sentido, caso a mãe obtenha um fator Rh negativo e o do bebê seja positivo, herdado pelo pai, quando o sangue do bebê entrar em contato com o da mãe, o sistema imune dela produzirá anticorpos que poderão causar uma doença hemolítica na próxima gestação.

Sendo assim, é fundamental que esse exame seja concluído logo no primeiro trimestre da gravidez, de modo que seja tomada as medidas necessárias para evitar uma resposta imunológica que comprometa a saúde da mãe.

2- Exame de identificação de infecções

Infecções por vírus, bactérias ou parasitas podem ser passadas para o bebê durante o parto, além da chance de interferirem no desenvolvimento do recém-nascido, já que, em algumas ocasiões, eles podem atravessar a placenta.

Veja a seguir uma lista das principais infecções que devem ser examinadas no período de gestação:

  • Sífilis;
  • HIV;
  • Rubéola;
  • Citomegalovírus;
  • Toxoplasmose;
  • Hepatite B e C (para Hepatite B será realizado o exame HBsAg).

Os exames devem ser realizados no primeiro trimestre e repetidos no segundo ou terceiro trimestre da gravidez.

3- Hemograma

O exame de hemograma busca fornecer informações sobre as células sanguíneas da gestante e das células de defesa do organismo. Dessa forma, é através do hemograma que o médico verificará se há alguma infecção ou sinal de anemia, podendo indicar, inclusive, suplementos.

4- Glicose em jejum

Esse exame é essencial na identificação do diabetes gestacional, sendo realizado tanto no primeiro quanto no segundo trimestre da gravidez. Sendo assim, se a mulher já possui diabetes, o exame é crucial para o controle da doença.

5- Ultrassom

O exame de ultrassom é extremamente importante para a gravidez, pois ele permite que tanto o médico quanto a mãe possam acompanhar o desenvolvimento do bebê. Dessa forma, o ultrassom permite a identificação do embrião, tempo da gestação, prazo para o nascimento, batimentos cardíacos do bebê, entre outras informações.

6- Exames de urina

Conhecido também como EAS, o exame de urina é essencial na identificação de infecção urinária, que é bastante comum durante a gestação. Sendo assim, é também indicado a urocultura, que identifica o micro-organismo causador da infecção para que o melhor tratamento seja concebido.

7- Exame de Papanicolau

Esse exame ginecológico é uma forma de prevenir e evitar a presença de alterações no colo do útero, que podem ser indicativos de câncer. Não apenas esse, mas diversos exames ginecológicos, que avaliam a região íntima da gestante, são altamente recomendados no início da gravidez.

E, então, gostou de conhecer mais sobre os principais exames do início da gravidez? Aproveite para ler outros textos em nosso blog e não deixe de assinar nosso newsletter para obter mais informações relevantes sobre esse tema.

7 dicas pra acabar com o gosto amargo na boca na gravidez

O gosto metálico na boca é um sintoma comum na gravidez durante o primeiro trimestre. Algumas mamães dizem que parece que tem moedas na boca, ou que tomaram água em um copo metálico. Embora possa ser difícil expressar em palavras se você está lendo este texto percebeu algo estranho. Mais estranho que esse sintoma em si é o nome que ele recebe: disgeusia.

O que causa o gosto amargo?

Apesar de não ter causas muito claras, já se sabe que a disgeusia está relacionada com alterações hormonais comuns que acontecem durante a gestação. Alguns estudos também apontam como motivo um aumento das papilas gustativas durante esse período, o que causaria uma distorção do sabor dos alimentos e um sabor metálico na boca.

Na gestação normal, o corpo sofre uma série de alterações nos níveis hormonais que podem afetar os sentidos do olfato e paladar (acredita-se que o aumento da produção de estrógeno desempenhe um papel importante). Alguns estudos também mostram que as papilas gustativas na língua crescem mais durante a gestação, o que provocaria a alteração gustativa. O uso de vitaminas pré-natais, pílulas hormonais e antibióticos, entre outros medicamentos, durante a gravidez também pode causar como efeito colateral um gosto ruim ou metálico na boca.

Gosto Amargo

Como diminuir o gosto amargo na boca?

Do ponto de vista médico não há tratamento específico para a eliminar o gosto metálico que você sente durante a gravidez. Esse sintoma costuma passar com o fim do primeiro trimestre da gestação. Se está difícil suportar esse sintoma, algumas medidas podem ajudar a mitigar o gosto ruim na boca:

  • Mascar chicletes ou comer balas sem açúcar;
  • Comer coisas bem geladas, como pedaços de gelo ou picolé;
  • Beliscar algumas bolachas de água e sal;
  • Caprichar na pimenta pra disfarçar o gosto na boca;
  • Consumir alimentos ácidos, como picles e maçãs verdes;
  • Beber sucos cítricos;
  • Marinar as carnes no vinagre.

Uma boa hidratação com líquidos ajuda a evitar o ressecamento da boca, reduzindo a sensação metálica também. Usar talheres de plástico, evitando os de metal é uma idéia que pode ajudar em alguns casos.

Por fim, mas não menos importante, uma higiene oral adequada ajuda a manter os sabores desagradáveis à distância. Além de escovar os dentes e usar fio dental você também pode escovar um pouco a língua pra se livrar do gosto metálico.

Outras causas de gosto metálico na boca

Apesar de na gravidez o gosto metálico ser perfeitamente normal, existem outras causas de sabor metálico na boca. Algumas medicações podem causar esse sintoma como antibióticos (por exemplo o metronidazol), remédios para pressão (captopril), medicações para glaucoma e osteoporose. Pacientes que estão em tratamento com quimioterapia ou radiação também costumam queixar-se desse sabor estranho na boca.

Problemas nos seios nasais também podem ser a causa do gosto amargo. O sentido do cheiro está intimamente ligado ao sentido do sabor. Portanto problemas nasais também podem deixar um gosto estranho na boca.

Dor Pélvica na Gravidez (Dor no Ligamento Redondo)

A gestação é um momento maravilhoso, mas infelizmente alguns dos sintomas que acompanham a gravidez podem ser um pouco chatos. Além da dor no umbigo, é muito comum a queixa de um pouco de dor ou pressão na parte baixa do abdome nas primeiras semanas de gestação. Entenda o motivo pelo qual isso acontece com as futuras mamães.

Logo após a implantação o seu bebê começa a crescer e o útero precisa crescer também para acomodar o bebê. O útero é preso na pelve por estruturas chamadas de ligamentos. Os ligamentos que prendem o útero a pelve são:

  1. Ligamento largo do útero
  2. Ligamento redondo do útero
  3. Ligamento útero-sacral

Com relação aos sintoma de dor ou pressão pélvica, o ligamento mais importante é o ligamento redondo. O ligamento redondo é um tecido conjuntivo liga a lateral do útero até os grandes lábios (na vulva), passando pelo canal inguinal. Cada mulher possui dois ligamentos redondos, um do lado esquerdo e outro do lado direito.

Dor do Ligamento Redondo

Ligamento redondo e a localização da dor por estiramento do ligamento redondo.

Com o crescimento do útero que naturalmente ocorre durante a gravidez, o ligamento redondo é estirado, causando um pouco de dor e desconforto. A dor do ligamento geralmente é descrita como uma dor aguda, geralmente aparecendo após a movimentação. Ela acomete desde a parte inferior do abdomen até a virilha.

É normal sentir muita dor no pé da barriga na gravidez?

Apesar do incômodo esse sintoma é bastante normal. Pode acometer até 30% das gestantes e costuma ser inofensivo, apesar de perturbador. Ele costuma passar com a evolução da gravidez, entretanto demora um pouco. Geralmente esse incomodo passa até a 24ª semana de gestação.

Alguns movimentos podem desencadear a dor, entre eles:

  • Caminhar
  • Rolar na cama
  • Espirros
  • Tosse
  • Risos
  • Outros movimentos bruscos

Para ajudar diminuir o desconforto é recomendado que a gestante não fique muito tempo em pé nem caminhe por muito tempo sem descanso. Também é possível usar bolsas térmicas ou banhos quentes para tentar amenizar os sintomas. Aproveite para ler sobre as 6 dores que não são normais na gravidez

Como saber se o útero está crescendo?

Para avaliar o crescimento do útero o seu médico irá medir a altura uterina durante os exames de pré-natal. A altura uterina é a distância medida do osso da pelve até o fundo do útero. É uma maneira indireta de avaliar se o bebê está crescendo bem ou se existe algum distúrbio no volume de líquido amniótico (como líquido aumentado ou diminuído).

Existem outras causas de dor no pé da barriga durante a gravidez?

Sim. Outra causa muito comum de cólica no começo da gravidez são gazes. É muito comum que a mulher sofra um pouco com má digestão, especialmente de alimentos como feijão e brócolis. Então, evitar alimentos conhecidos por causar gazes é a melhor saída.

Entretanto caso a dor seja muito forte e persistente é importante conversar com o seu médico. Existem outras causas de dor pélvica que eventualmente podem preocupar. Por exemplo, a gravidez ectópica (fora do útero) ou as ameaças de abortamento podem apresentar sintomas semelhantes de dor pélvica. Se você tiver algum sangramento deverá entrar em contato com seu médico ou o pronto socorro imediatamente.

Gostou deste post? Leia também o que escrevemos sobre as dores abdominais durante a gravidez!

A importância da realização de exames durante a gestação

A gravidez não é doença, mas, apesar disso, quando uma mulher descobre que está grávida, é necessário buscar orientação profissional para realização dos exames. É muito importante uma grávida ter um acompanhamento pré-natal, pois só assim é possível acompanhar o desenvolvimento do bebê e a saúde da mãe.

Vantagens de fazer um pré-natal

Com o pré-natal é possível identificar doenças como diabetes, hipertensão, anemia, doenças do coração entre outras. Também é possível detectar problemas fetais, como más formações, localização da placenta e pré-eclâmpsia.

Exames na Gestação

Quais os objetivos do pré-natal?

Os principais objetivos são preparar a mulher para a maternidade, tratar de manifestações normalmente ocorridas durante a gravidez, realizar o tratamento de doenças preexistentes ou que podem surgir durante a gravidez, orientação sobre medicações e informações sobre hábitos de vida que podem afetar o feto.

Primeiros exames solicitados

Na primeira consulta o médico solicitará os primeiros exames para iniciar o pré-natal, entre os quais exames de sangue e de urina, principalmente o beta HCG para ter ideia de tempo da gestação.

Exames laboratoriais

Como já foi visto, os exames são necessários para garantir a saúde da grávida e do bebê. Vejamos alguns exames solicitados:

  • Glicemia: esse exame serve para detectar se a mulher tem diabete mellitus gestacional. Gestantes com glicemia entre 85 e 125 mg/dl são propensas a ter diabetes gestacional, por isso é necessário ter cuidado com a alimentação e o sobrepeso nesse período.
  • Hemograma: esse exame é feito para detectar se a grávida tem anemia. Toda grávida pode ter anemia leve, sem que isso seja um fator de risco, já que durante a gestação há um aumento do fluxo de sangue, fazendo com que diminua a taxa de ferro.
  • Tipagem sanguínea: mulheres que possuem Rh negativo precisam de cuidados especiais, pois se o bebê for Rh positivo, pode ter complicações no parto.
Exames de infecções

Além desses exames, existem outros para rastrear se a grávida tem alguma doença infecciosa. Vejamos quais são:

  • Rubéola: a infecção por esse vírus pode trazer sérios problemas ao bebê, como danos neurológicos, surdez e cegueira.
  • Sífilis: esse exame mostra se a mãe tem sífilis. Caso o resultado seja positivo, a mãe precisa ser tratada para evitar a transmissão para o feto e, consequentemente, causar aborto ou parto prematuro.
  • Toxoplasmose: essa infecção pode causar parto prematuro, aborto espontâneo e más-formações congênitas, por isso é importante evitar comer carne mal cozida, lavar bem as frutas e verduras e tomar cuidado com fezes de gato.
  • Hepatite: a hepatite é uma doença infecciosa, o médico deve pesquisar se a mãe tem hepatite A, B ou C. A doença pode prejudicar o desenvolvimento do feto e também causar má-formação.
  • HIV: se a mãe não tratar precocemente, o vírus pode ser transmitido ao bebê, mas, se diagnosticada, a doença pode ser controlada e a chance de contágio do vírus para o bebê diminui.

A realização de todos esses exames é muito importante para que a mãe tenha uma gravidez mais tranquila. Gostou do conteúdo? Então, assine nossa newsletter e receba mais conteúdo como este!

Formigamento e dormência nas mãos e pés

A gravidez é um momento especial na vida de uma mulher, cheia de expectativas e preocupações em relação à saúde do bebê. Entretanto, a saúde da gestante também precisa de cuidados e atenção.

Uma reclamação muito frequente entre as gestantes, principalmente a partir do quinto mês de gravidez, é o formigamento e dormência nas mãos e pés que pode gerar muita insegurança.

Formigamento e Dormência nas Mãos e Pés

O que causa a sensação de formigamento e dormência nas mãos e nos pés?

Em ambos os casos a causa costuma ser comum da gravidez, os inchaços e a retenção de líquidos que acabam comprimindo os nervos das mãos ou dos pés.

No caso da dormência e formigamento nas mãos o problema é conhecido como a Síndrome do Túnel do Carpo, que acontece quando o nervo mediano, que passa pelo pulso e base da mão, é comprimido. Também podem acontecer pequenos “choques” nas mãos, principalmente nos dedos.

O “carpo” é a estrutura óssea do punho, que conecta o antebraço à mão. Nessa estrutura passa o nervo mediano que é responsável pelo movimento de tato do polegar, do dedo médio e indicador.

O problema também pode ser resultado da má circulação sanguínea, mais uma vez causada pela compressão. Essa costuma ser a causa das sensações desagradáveis nos pés.

Mas é importante manter atenção aos sintomas e sempre procurar o médico caso a dormência e o formigamento sejam muito desconfortáveis ou se outros sintomas surgirem, principalmente se aparecem dores, vertigens e aumento de pressão sanguínea.

A preocupação é para o risco da pré-eclâmpsia, que acontece em cerca de 5% das gravidezes.

O que fazer para minimizar a dormência e o formigamento?

Quando a dormência e o formigamento são causados pelo inchaço e pela retenção de líquidos comum da gravidez, os sintomas desaparecem naturalmente após o parto.

Entretanto, como normalmente esses desconfortos surgem ainda no quinto ou sexto mês de gravidez, a gestante pode pedir orientações ao médico para minimizar o problema.

Em geral, as recomendações são as mesmas para quem sofre de retenção de líquidos fora da gravidez, como:

  • Fazer repouso sempre que possível;
  • Praticar exercícios leves e terapêuticos, evitando movimentos repetitivos;
  • Reduzir a quantidade de sal na alimentação;
  • Aumentar o consumo de água durante o dia;
  • Manter as pernas e as mãos elevadas quando em repouso;
  • Evitar dormir com as mãos embaixo do corpo;
  • Fazer drenagem linfática;

Os sintomas desaparecem, em média, 10 dias após o parto, conforme o inchaço diminui. Se não acontecer é importante procurar o médico para verificar as causas e os possíveis tratamentos.

É possível prevenir?

Cuidar da alimentação desde o início da gestação é a melhor forma de prevenir a dormência e o formigamento nas mãos e nos pés. Comer alimentos saudáveis e funcionais, evitar o excesso de sal e ingerir bastante água são as dicas mais eficientes.

Além disso, é preciso também ter cuidado com os movimentos repetitivos na região do punho e com os esforços excessivos no dia a dia.

Gostou deste post? Aproveite para ler sobre as 6 dores que não são normais na gravidez!

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Cuidados que toda gestante precisa ter no início da gravidez

A descoberta da gravidez é um momento muito mágico e especial, mas também carregado de incertezas, especialmente na primeira gravidez. É comum ter aquela sensação de ‘e agora?’, e se preocupar em quais são os passos essenciais nessas primeiras semanas da gestação.

Porém, não é necessário se preocupar. É importante lembrar que gravidez não é doença. Portanto, mantendo alguns cuidados básicos, é possível continuar o seu cotidiano normalmente.

Confira algumas dicas conosco a seguir.

1 – Fazer os exames necessários

O primeiro passo ao descobrir que está grávida é encontrar um obstetra para acompanhar a sua gestação e dar início ao seu pré-natal. Na primeira consulta ele deve levantar seu histórico e pedir uma bateria de exames. É muito importante fazer todos que são solicitados.

São esses exames que irão garantir que a sua saúde está em dia. Caso o médico perceba qualquer anomalia, ele pode acompanhar a evolução e, se possível, receitar tratamentos que resolvam o problema.

2 – Cuidado com os químicos

Durante a gestação, o cordão umbilical é responsável por transmitir nutrientes para o bebê. Porém, se você consumir substâncias que possam ser prejudicais, elas também podem ser transmitidas pelo cordão, e causar problemas à saúde do seu filho antes mesmo de ele nascer.

Então, durante esse período, você tem que evitar substâncias tóxicas. Evite cremes dermatológicos fortes, tinturas de cabelo e, principalmente, cigarro, álcool e remédios fortes.

3 – Tome as vitaminas certas

É procedimento padrão que o médico recomende certas substâncias para garantir a nutrição do bebê. A mais fundamental delas é o ácido fólico, responsável pelo desenvolvimento do tubo neural do bebê. Em alguns casos o seu médico poderá também substituir o ácido fólico pelo metilfolato. Além dele, tem as vitaminas do complexo B e cálcio, que são essenciais para o crescimento do feto.

Porém, tenha em mente que nada disso deve ser tomado por conta própria. A automedicação nunca é uma boa ideia, mas isso é especialmente verdade durante a gravidez. Sempre consulte o seu médico.

4 – Cuide da alimentação

Assim como as vitaminas sintéticas, é muito importante ajustar a sua dieta para garantir a nutrição do bebê nesse primeiro trimestre da gravidez. Mesmo com as náuseas que são comuns nesse período, você precisa se esforçar para manter uma alimentação nutritiva e balanceada.Cuidados do Início da Gravidez

Evite a cafeína, as frituras e alimentos muito gordurosos. Dê preferência a carnes magras, peixes e, principalmente, acrescente muitas fibras na sua alimentação. Elas ajudam no funcionamento do intestino, que costuma ficar muito afetado durante a gravidez. Veja mais em nosso post sobre alimentação na gestação.

5 – Fazer a primeira ultrassonografia

A primeira ultrassonografia deve, idealmente, ser realizada entre a sexta e a oitava semana de gestação. Nesse momento, a prioridade do exame é identificar os batimentos cardíacos do embrião e a presença do saco gestacional, que protege o bebê no útero.

Além disso, esse ultrassom irá confirmar a idade gestacional, o que irá ajudar a estimar a data do parto. Também é possível identificar certos problemas sérios, como a gravidez ectópica. Portanto, não deixe de realizar esse exame importantíssimo!

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Animais de Estimação durante a Gravidez

Uma das maiores preocupações que algumas mulheres têm ao engravidar é em relação aos animais de estimação, principalmente os cães e os gatos. Isso porque os pets ganharam cada vez mais espaço dentro das casas das pessoas, tornando-se assim, membros da família.

Com isso, principalmente quem já é tutora de um animalzinho, ao engravidar se vê em um dilema e surge a dúvida se gravidez e animais de estimação podem causar algum problema. Lamentavelmente ainda existem os que abandonam o pet sem nem ir a um veterinário ou uma petshop. E isso pode ser uma experiência negativa para o animal e para a família também.

Mas hoje, com as orientações corretas e tomando os cuidados indicados, é possível que se tenha uma gravidez com animais de estimação em casa. Confira a seguir, alguns pontos importantes para entender como conviver de forma saudável com os animais. Especialmente nesse momento da gravidez, tendo pets em casa.

Pets e Animais de Estimação na Gravidez

Cuidados entre a gestante e os pets

Antigamente, muitos médicos acreditavam que os animais de estimação poderiam fazer mal a uma gravidez. Porém, hoje esse conceito deixou de existir. É improvável que um animal bem cuidado traga algum prejuízo para a gestação.  Você pode confirmar essa informação com seu médico.

Além disso, quando a pessoa já possui um pet e engravida, o animal percebe o estado da tutora e demonstra na maioria das vezes, atitudes de afeto e carinho. Por isso os animais de estimação, tanto gatos como cachorros, oferecem benefícios tanto para a futura mamãe como para a criança que vai chegar.

Afinal transmitem ao ambiente uma sensação muito grande de companheirismo. Além disso, quando uma criança convive com os animais, ganha uma imunidade muito maior do que aqueles não possuem pets. Apesar de tantos benefícios, alguns cuidados com a saúde são necessários, principalmente com a higiene e saúde dos próprios animais. Para entender tudo sobre gravidez e animais de estimação, confira abaixo:

Vacinação do pet

Antigamente os pets eram vacinados em petshops somente nas campanhas contra a Raiva, e com isso muito morriam doentes. Mas essa situação mudou drasticamente. Hoje, assim como acontece com os humanos, diversas empresas no ramo animal investiram em vacinas que previnem muito tipos de doenças.

Com isso, os pets são vacinados todos os anos e cada vez mais convivem com seus tutores em todos os ambientes da casa.

Sendo assim, a mulher grávida e os animais de estimação (desde que devidamente vacinados) podem conviver sem nenhum problema e sem riscos para a saúde.

Limpeza das fezes dos animais

Um animal de estimação, além de manter em dia a vacinação, também deve ser levado ao veterinário para consultas frequentes no petshop. E assim o veterinário vai indicar qual o melhor vermífugo para evitar que o pet tenha vermes, que são eliminados com as fezes.

Nesse ponto é importante ter atenção. A indicação é que as grávidas evitem o contato com as fezes dos animais de estimação. Caso seja preciso coletar fezes dos animais, o ideal é que a grávida utilize itens de de proteção descartáveis na limpeza, por exemplo.

Dessa forma, ao manter as devidas precauções e sempre manter os cômodos da casa limpos, não existe nenhum problema na convivência com seu amiguinho de 4 patas mesmo no período da gravidez.

Brincadeiras

Tanto os cães como os gatos adoram brincar, e isso acaba ajudando ainda mais as mulheres, pois ficam mais ativas e pode ajudar no controle do ganho de peso excessivo. O único cuidado que se deve ter é em relação a brincadeiras brutas ou ainda arranhões dos pets. Por isso, manter as unhas curtas dos animais vai fazer toda diferença. E as brincadeiras poderão continuar sendo realizadas, além é claro, das caminhadas que principalmente os cachorros adoram.

Mesmo com todas essas informações, ainda existe mais um ponto importante. Muitas grávidas se preocupam com a doença toxoplasmose ao entrar em contato com animais de estimação. Veja a seguir do que se trata.

Cuidados relacionados a toxoplasmose

A toxoplasmose é uma infecção causada por um parasita que pode infectar alguns animais, e entre os domésticos estão os cachorros, gatos, hamster e pássaros.

O parasita tem nome científico “Toxoplasma gondii”. Ele vive na natureza principalmente em locais quentes, e sua principal forma de transmissão começa através do consumo de carnes mal cozidas. Por isso, os pets não são os culpados da transmissão da toxoplasmose, e sim as vítimas. Afinal, ao ser infectado o animal libera o parasita pelas fezes. Muitas vezes o medo é tão grande que existe o mito de que os gatos possam provocar abortos.

Sendo que se o gato for castrado, não sair de casa e comer apenas ração, o risco de ele contrair a toxoplasmose é mínimo, e o mesmo acontece com os cães.

Ainda assim, é importante que a mulher avise seu médico da presença de animais domésticos e faça os exames necessários no pré-natal para afastar qualquer possibilidade da doença.

Os cães e gatos também podem fazer o exame, e o tratamento requer uso de antibióticos que somente um veterinário poderá indicar.

Como a maioria das pessoas não percebem que tiveram contato com o parasita, o risco para os bebês pode aumentar. Mas com os cuidados mencionados no texto e o acompanhamento médico é possível ter pets e uma gravidez saudável ao mesmo tempo.

Temperatura Basal: O que é e como Controlar?

A temperatura basal é a temperatura do corpo medida imediatamente após a pessoa acordar. Essa medida deve ser feita antes de qualquer atividade física, preferencialmente até mesmo antes de sair da cama.

Fazer essa medida diariamente pode ajudar a mulher a conhecer o seu ciclo menstrual e até a saber qual é o dia da sua ovulação com maior precisão. Sabemos que imediatamente antes da ovulação a temperatura basal cai e que logo após a ovulação ela sobre cerca de 0,3 a 0,5 graus Celsius.

Gráfico Exemplo Temperatura Basal

Gráfico de temperatura corporal basal típico para um ciclo menstrual. A ovulação (no dia 14 neste exemplo) é marcada por uma leve queda na temperatura, seguida por um aumento de pelo menos 0,3 ° C nas 48 horas seguintes. A temperatura mais alta é mantida durante a fase lútea (segunda metade do ciclo). Picos aleatórios, como no dia 10, são comuns e devem ser ignorados. Se o ciclo durar mais de 28 dias, a ovulação provavelmente ocorrerá depois do dia 14.

Por que a temperatura basal aumenta na ovulação?

Quando a mulher ovula, um hormônio chamado progesterona também é liberado. Esse hormônio é responsável por aumentar a temperatura corporal. Por isso que podemos descobrir se a ovulação aconteceu fazendo o controle da temperatura basal.

Quando a Temperatura Basal aumenta?

A temperatura basal pode aumentar em diversas situações. Um resfriado por exemplo ou qualquer outra infecção que possa causar febre poderá aumentar a sua temperatura basal. Por um outro lado, um aumento na temperatura basal na segunda metade do ciclo também pode indicar que você está grávida, principalmente se esse aumento estiver associado com o atraso menstrual! Quando ocorre a fecundação o corpo lúteo continua produzindo progesterona, o que contribui para que a temperatura do corpo fique elevada.

Como se mede a Temperatura Basal?

Adquira um termômetro específico para isso. Idealmente ele deve ter uma precisão de 0,01 grau Celsius. A maneira mais precisa de medir a temperatura é pela via retal, entretanto certamente também é a via mais irritante. Alternativamente pode-se medir a temperatura vaginal, ela também é bastante confiável – desde que você não tenha uma infecção vaginal. Já a temperatura oral ou axilar não são consideradas confiáveis para esse controle. Lembre-se de usar o termômetro sempre no mesmo local pois essas áreas tem temperaturas um pouco diferentes.

Além disso é importante medir a temperatura antes mesmo de levantar da cama ou fazer muitos movimentos. A própria movimentação do corpo, como caminhar até o banheiro, poderá provocar um pequeno aumento na temperatura basal e esse aumento poderá ser confundido com o aumento da ovulação.

Lembre-se também de tomar nota dos dias “não confiáveis”. Estes são os dias aonde você fez algo que pode alterar um pouco a temperatura corporal, como ingerir álcool, usar algum medicamento diferente ou ter algum sintoma de doença. Até mesmo noites mal dormidas ou o jet lag podem alterar a temperatura corporal.

Quanto tempo preciso medir a Temperatura Basal?

É importante também medir a temperatura por alguns meses. Isso permitirá que você conheça bem o seu ciclo e possa planejar as relações sexuais para os dias de maior fertilidade. Anote a temperatura diariamente em uma tabela ou faça um gráfico. Isso permite que você identifique mais facilmente o período aonde ocorreu a alteração de temperatura.

O período fértil é uma janela de 5 dias antes da ovulação e vai até 24 horas depois de ovular. Ter relações nessa fase aumenta a chance de engravidar. Principalmente no dia da ovulação e no dia que antecede a ovulação.

Portanto a medida da temperatura basal pode ser usada tanto como método para engravidar como método anticoncepcional, desde que você conheça bem seu ciclo menstrual! E mesmo assim é importante avisar que este método não é tão eficaz quanto o uso de preservativo ou anticoncepcional oral, portanto se você ainda não quer engravidar, consulte seu ginecologista para escolher o melhor método.

Por outro lado, como a temperatura basal tem uma rápida modificação no período ovulatório, ela é relativamente precisa pra ajudar você a escolher o melhor dia para as relações sexuais. Entretanto obviamente recomendamos que este processo seja acompanhando por um ginecologista.

Gostou dessa dica sobre como controlar a temperatura basal? Agora que você já consegue descobrir o dia da sua ovulação que tal ler as nossas dicas de métodos naturais para escolher o sexo do bebê. Outra ferramenta popular é a tabela chinesa de gravidez?

Descolamento Prematuro de Placenta

O Descolamento Prematuro de Placenta (DPP) é classicamente definido como a separação abrupta e inopinada da placenta normalmente inserida antes do parto. É uma das causas de sangramento vaginal na segunda metade da gravidez.

Por sorte é um evento raro pois acontece em apenas 0,5 a 1% das gestações. Infelizmente é uma das principais causas de morbidade materna e de mortalidade perinatal. Os principais riscos incluem sangramentos abundantes, necessidade de transfusões sanguíneas, histerectomia de emergência, coagulação vascular disseminada e falência renal.

Descolamento Prematuro de Placenta

Imagem comparando a placenta normalmente inserida (esquerda) e um descolamento prematuro de placenta com hematoma retroplacentário (direita).

O principal diagnóstico diferencial do Descolamento Prematuro de Placenta é a Placenta Prévia. As principais complicações para o concepto são o óbito, a prematuridade, a asfixia perinatal. Apesar de diversos fatores de risco conhecidos, a etiologia do DPP ainda não é bem compreendida.

Existem também situações aonde o saco gestacional se descola da parede uterina. Esta é uma situação bem distinta, que ocorre nos primeiros meses de gravidez e é chamado descolamento do saco gestacional. Muitas vezes erroneamente algumas pessoas se referem ao descolamento do saco gestacional como descolamento da placenta. Entretanto são coisas bem distintas e com prognóstico bastante diferente.

Qual a causa do Descolamento Prematuro de Placenta?

A principal causa do descolamento prematuro de placenta é a ruptura de vasos maternos na decídua basal. Decídua é o nome dado a camada mais interna do útero durante a gestação. O sangue eliminado pelos vasos maternos se acumula formando um hematoma que separa a placenta da decídua.

Essa separação da placenta faz com que as trocas entre a mãe e o feto sejam interrompidas. Portanto o pedaço da placenta que descola da decídua não é mais funcional e não leva mais oxigênio e nutrientes para o bebê. Isso se torna um problema pois durante a gestação a placenta é responsável por levar oxigênio para o feto. A separação da placenta da decídua antes do nascimento pode ser letal para o concepto.

O sangramento da decídua pode se exteriorizar pelo colo uterino. Neste caso a paciente irá perceber um sangramento vaginal que é um dos sintomas mais comuns. Eventualmente o hematoma pode ficar confinado a região retro-placentária e neste caso não ocorre sangramento vaginal.

Ultrassom de Descolamento Prematuro de Placenta

Ultrassom mostrando área anecóica (escura) atrás da placenta, compatível com um hematoma em função do descolamento prematuro de placenta.

Quais são os sintomas do Descolamento Prematuro de Placenta?

No DPP o principal sintoma é o sangramento vaginal. Entretanto, em alguns casos o hematoma pode ficar confinado atrás da placenta e nestes casos o descolamento não provoca sangramento vaginal.

Além do sangramento vaginal, que ocorre de maneira abrupta e sem dar aviso prévio, é comum a dor em função do aumento do tônus uterino. O útero fica endurecido, quase que como uma pedra em função de uma forte e duradoura contração.

Como o sangramento geralmente é bastante volumoso podemos ver sinais de choque materno ou eventualmente o óbito fetal em função da separação da placenta.

Nos casos de sangramento na segunda metade da gestação é sempre importante fazer o diagnóstico diferencial com a placenta prévia, que é outra causa de hemorragia vaginal em gestantes.

Quais são os fatores de risco para um DPP?

O principal fator de risco é a hipertensão arterial. A maioria das pacientes que fazer um quadro de descolamento prematuro de placenta são hipertensas prévias ou possuem um quadro de pré-eclâmpsia.

O trauma direto sobre o útero também é um fator de risco importante para o acontecimento do descolamento da placenta. Nesse sentido é importante investigar quadros de violência doméstica, quedas ou acidentes de carro.

O uso de algumas drogas como a cocaína, crack e a metanfetamina também podem provocar quadros de descolamento prematuro de placenta. 

Como é classificado o Descolamento Prematuro de Placenta?

O DPP é classificado em três graus, levando-se em conta os achados clínicos e laboratoriais, de acordo com classificação de Sher no quadro abaixo:


Grau Características
I Assintomático ou apresenta sangramento genital discreto sem hipertonia uterina significativa, com vitalidade fetal preservada. Sem repercussões hemodinâmicas e coagulopatias materna. O diagnóstico é realizado após o nascimento por presença de coágulo retroplacentário.
II Sangramento genital moderado com hipertonia uterina. Repercussões hemodinâmicas na mãe com aumento de frequência cardíaca, alterações posturais da pressão arterial e queda do nível de fibrinogênio. Feto vivo, porém com vitalidade fetal prejudicada.
III Caracteriza-se por óbito fetal. Hipotensão arterial materna e hipertonia uterina importante. Divide-se em: IIIA Sem coagulopatia instalada; IIIB Com coagulopatia instalada.

Qual a diferença entre Descolamento Prematuro de Placenta e Placenta Prévia?

As principais características que diferenciam o DPP da PP são:


Característica Placenta Prévia Descolamento Prematuro de Placenta
Inserção da Placenta Em local anômalo (prévia) Normalmente inserida
Sangramento Vaginal Incidioso, ocorre várias vezes durante a segunda metade da gravidez e geralmente em pequena quantidade Abrupto, ocorre de uma hora pra outra, geralmente em grande volume entretanto pode ser oculto
Dor Indolor Bastante doloroso
Tônus uterino Normal Bastante Aumentado
Vitalidade Fetal Normal Geralmente comprometida
Coagulopatia Ausente Presente

Qual é o tratamento para o Descolamento Prematuro de Placenta?

Na maioria das vezes, quando o feto estiver vivo será o parto pela via mais rápida e segura. Além disso a reposição de volume e sangue para a gestante é extremamente importante. Abaixo temos o fluxograma do Ministério da Saúde que detalha o tratamento conforme o grau do DPP.

Fluxograma para Tratamento do Descolamento Prematuro de Placenta

Fluxograma para Tratamento do Descolamento Prematuro de Placenta