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Aplicativo Melhora Imagem 3D do Ultrassom

Recentemente algumas imagens muito realistas de ultrassom 3D tem sido postadas no Facebook. Mas como será que isso acontece? Será que a tecnologia avançou tanto que é possível ver o bebê com tanta definição? Entenda um pouco mais em nosso post sobre o assunto.

O ultrassom 3D

A história do ultrassom 3D começou já no fim da década de 70 com a elaboração de alguns protótipos de aparelhos que pudessem capturar imagens bidimensionais sequencias e reconstruir blocos a partir desta informação. O princípio é bastante simples, entretanto necessita de bastante processamento de dados.

Fatias do 3D

Princípio da imagem 3D, reconstruir um bloco a partir de “fatias” bidimensionais.

Nos anos 90 a tecnologia dos computadores evoluiu muito, e com isso o ultrassom 3D ganhou bastante espaço nos aparelhos de ultrassom. O que antigamente era um recurso muito caro e pouco disponível começou a tornar-se mais barato e amplamente presente nos equipamentos.

Com isso também houve a evolução dos algoritmos de renderização. A renderização é o processo computacional que transforma a imagem das fatias bidimensionais naquela imagem alaranjada que estamos acostumados a ver.

Diferentes Tipos de Renderização do 3D

Na figura acima podemos ver 3 tipos diferentes de renderização. O primeiro (mais à esquerda) é a renderização original, mais simples e que foi uma das primeiras a ser implementada nos aparelhos. Já na imagem do meio estamos vendo uma renderização chamada VSI (Volume Shade Imaging). Com o VSI o sombreado do tom de pele fornece imagens 3D mais realistas por combinar mais uma cor. Ele melhora a visualização de estruturas anatômicas sutis, criadas por dar uma maior noção de profundidade. E na figura mais à direita estamos vendo a renderização FRV (Feto Realistic View). Este algoritmo controla a luminosidade e o sombreamento, fazendo com que o imagem pareça mais realista. Além disso a resolução é maior, proporcionando detalhes excepcionais e profundidade realista. A cor também um pouco mais próxima do rosa lembra os tecidos humanos.

Próximo passo na Melhora de Imagem 3D do Ultrassom

O próximo passo no aprimoramento das imagens de ultrassom seria utilizar um algoritmo para “humanizar” ainda mais as imagens. Entretanto acredito que esta função dificilmente chegará aos aparelhos de ultrassom. Isso ocorre devido ao fato de que um “aprimoramento” da imagem irá converter a “verdade” (imagem obtida) em uma “mentira” (imagem aprimorada). Por exemplo, um defeito no lábio que existe de fato no feto, poderia ser “corrigido” por um algoritmo de inteligência artificial. O algoritmo dificilmente teria capacidade para perceber se aquele defeito de fato existe ou se é um artefato de imagem. A empresa que produz o aparelho de ultrassom certamente teria grandes restrições em liberara uma função dessas.

Entretanto, os aplicativos para celulares ou computadores não possuem nenhuma ligação legal com o diagnóstico feito a partir da imagem. Portanto é muito mais provável que iremos encontrar aplicativos independentes no computador ou nos tablets para dar um tratamento a imagem deixando ele mais realista.

Um destes aplicativos é o Remini. Este aplicativo gratuito é capaz de fazer um trabalho de restauração de fotos antigas pelo celular, funcionando em Android e iPhone (iOS). Por meio de um processo automático, o app deixa traços mais refinados e reduz a granulação comum em fotografias mais velhas. Além disso ele também consegue deixar as imagens obtidas em um exame de ultrassom 3D mais realistas! Veja abaixo o que ele consegue fazer.

Alterações Realizadas Pelo Aplicativo Remini

Como podemos observar na imagem acima, o Remini executa basicamente 3 retoques na imagem. Ele aumenta a texturização da pele, coloca cílios e sobrancelhas na imagem (de uma maneira bem sutil) e deixa os lábios mais rugosos. Essas pequenas alterações dão um toque muito realista na imagem. Veja abaixo a comparação da imagem original com a tratada pelo Remini.

Imagem 3D Original e Tratada com Remini, podemos observar a significante Melhora Imagem 3D

O que mais podemos esperar da Inteligência Artificial no Tratamento das imagens 3D?

O próximo passo já está anunciado! O aplicativo Remini é capaz de produzir também animações da face, como se ela estivesse se movendo ou como se o bebê estivesse abrindo e fechando os olhos. Esse recurso ainda não é tão bom quando o aprimoramento da imagem, mas certamente irá melhorar com o passar do tempo. Veja abaixo como ele está funcionando atualmente.

Dicas para amenizar o inchaço nos pés durante a gravidez

Para muitas mulheres, a gravidez significa a realização de um sonho. A chance de trazer ao mundo uma criança para amar e proteger. No entanto, é importante dizer que a gestação pode trazer alguns desconfortos, à medida que o bebê aumenta seu peso na barriga da futura mamãe. Um desconforto que podemos destacar é o inchaço nos pés, que ocorre, geralmente, por volta do sexto mês de gestação.

Para que a futura mamãe possa aliviar esse desconforto, é preciso que ela adote alguns cuidados. Neste conteúdo, apresentamos alguns. Confira!

Deve-se consumir mais água

Consumir água deve ser um hábito não apenas de mulheres grávidas, mas de qualquer pessoa que deseje preservar sua saúde.

No entanto, cabe dizer que o consumo regular de água durante a gravidez pode ajudar a reduzir o inchaço nos pés, bem como nos tornozelos, pois se trata de uma substância que contribui para a eliminação das toxinas do organismo e estimula a produção de urina, de maneira a fazer com que o corpo se torne mais leve.

Beber Agua Gravidez

Além disso, o corpo estando bem hidratado, ele retém menos líquido, o que faz com que se torne mais leve, reduzindo o inchaço nos pés.

O ideal é consumir de dois a três litros de água por dia. Todavia, é importante conversar direitinho com o seu médico especialista, pois ele pode recomendar, com base em seu caso, que ingira uma menor ou maior quantidade de água.

É importante se alongar ao menos uma vez ao dia

A gestação impõe, em muitos dos casos, uma vida mais regrada, ou seja, sem a prática de atividades mirabolantes. Mas isso não significa dizer que você não deva se alongar, esticando, por exemplo, as pernas e os pés. Pelo contrário, isso é super recomendado para se evitar que os pés fiquem inchados à medida que o bebê ganha peso na barriga da mãe.

Fazer exercícios básicos, simples, com os pés podem trazer alguns benefícios para você, como: melhora a circulação sanguínea e linfática, reduz inchaço nos pés e aumenta a sua sensação de prazer e bem-estar.

Por isso, alongue-se diariamente. No entanto, é sempre importante conversar com o médico especialista para verificar quais exercícios você pode fazer.

Tente não ficar em pé por muito tempo

Ao ficar em pé por muito tempo, o sangue demora a chegar ao coração, e isso faz com haja um aumento da retenção de líquidos nas pernas e nos pés, o que pode causar inchaço ou piorar esse quadro caso ele já exista. Por isso, o ideal é evitar ficar em pé por mais de uma hora, estando você na condição de grávida.

No entanto, como dissemos anteriormente, é importante pensar nesse cuidado com equilíbrio, ou seja, tentar não ficar em pé não significa dizer que você deve passar a maior parte do tempo deitada. Praticar atividades leves, como massagear os pés e alongá-los, é fundamental para que seu corpo funcione adequadamente (com uma boa circulação sanguínea e linfática).

Vamos falar sobre Violência Obstétrica?

Muitas pessoas sequer sabem o significado desse termo, no entanto, infelizmente, muitas gestantes estão sujeitas à violência obstétrica. Essa cruel prática ainda existe e precisamos falar sobre ela. Descubra mais a seguir.

Violência Obstétrica

Informativo do Ministério da Saúde sobre Violência Obstétrica.

O que é violência obstétrica?

Esse é um tema pouco divulgado e muitas futuras mamães podem não estar cientes sobre a existência desta barbárie.

Cada vez que alguém nega atendimento a uma gestante, recusa-se a fazer um procedimento essencial, faz um procedimento invasivo sem necessidade ou a agride verbalmente tal ato é considerado violência obstétrica.

Mas isso não é tudo. Confira a lista de ações que podem ser consideradas agressões:

  • Negar atendimento;
  • Fazer a mãe peregrinar para conseguir dar à luz;
  • Obrigar a mãe a fazer posições indesejadas no parto;
  • Fazer toques excessivos;
  • Fazer um corte para a passagem do bebê sem que seja autorizado pela mãe;
  • Fazer a “Manobra de Kristeller”, que é quando se pressiona a barriga no momento do parto (esta prática aliás, é proibida legalmente);
  • Dar pouca anestesia e ignorar a dor da paciente;
  • Usar fórceps desnecessariamente;
  • Fazer um parto cesáreo não autorizado pela paciente;
  • Gritar, fazer piadas durante o parto;
  • Divulgar informações intimas dela;
  • Não prestar informações solicitadas.

O que a paciente deve fazer caso ocorra?

Caso você sofra algum tipo de violência mencionada na lista, não hesite em reunir todas as documentações, exames e contratos. Não se esqueça de incluir também prontuários e recibos.

Encaminhe sua reclamação à ouvidoria do hospital denunciado com as copias das documentações e o relato detalhado por escrito da agressão.

Registre a queixa também nas secretarias de saúde e centrais de atendimento à mulher. Existe também a possibilidade de contratar um advogado ou solicitar um por meio da defensoria pública para abertura de processo judicial.

Agora que você sabe o que é violência obstétrica, divulgue o assunto para impedir que mulheres passem por esta situação. A oriente e incentive a se informar sobre o assunto. Caso você descubra que uma mãe passou por isso, a oriente a seguir os passos acima.

Como é possível evitar esta situação?

  • Governos e órgãos responsáveis precisam conscientizar os profissionais quanto a seriedade e consequências desse tipo de agressão;
  • Faculdades precisam formar graduandos com uma nova visão sobre o tema e reforçar a obrigação de prestar um atendimento humanizado;
  • A população precisa divulgar o tema;
  • Os hospitais precisam criar uma cultura organizacional que impeça tal situação e averiguar denúncias com seriedade, punindo aqueles que não veem a gravidade da agressão;
  • Os familiares dessas gestantes precisam apoiar e oferecer segurança a elas;
  • Gestantes precisam se informar sobre o tema para se protegerem e não devem se calar em frente a violência obstétrica.

Caso a mulher sofra violência obstétrica, ela pode denunciar no próprio estabelecimento ou secretaria municipal/estadual/distrital; nos conselhos de classe (CRM quando por parte de profissional médico, COREN quando por enfermeiro ou técnico de enfermagem) e pelo 180 ou Disque Saúde – 136.

Existe alguma orientação do Ministério da Saúde sobre o assunto?

O Ministério da Saúde institui a Rede Cegonha, pela Portaria GM/MS nº1.459 de 24 de junho de 2011, cujo objetivo é a mudança do modelo de atendimento obstétrico buscando abolir as práticas violentas e vexatórias denominadas “violência obstétrica”. Para sua implementação são realizados diversas formas de capacitações e incentivos. A portaria está disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2011/prt1459_24_06_2011.html

 

Amamentação na volta ao trabalho

A volta ao trabalho é um período de angústia para muitas mães que amamentam. Porém, não é necessário parar a amamentação. É possível criar uma rotina para ordenhar e armazenar o leite enquanto a mãe não pode oferecê-lo. Veja neste artigo como fazer isso de forma descomplicada.

Prepare-se com um mês de antecedência

O aleitamento materno é muito importante para a saúde do bebê. O leite da mãe é o único que possui anticorpos, o que fortalece a imunidade do pequeno. Até os seis meses de idade ele deve ser oferecido de forma exclusiva.

Porém, mesmo depois dos seis meses ele deve ser o alimento principal até o primeiro ano de vida. Por isso, vale a pena continuar oferecendo o leite mesmo na ausência da mãe. Para tanto, é importante se preparar pelo menos um mês antes. Treinar a ordenha, procurar uma escola amiga da amamentação: tudo isso é necessário para garantir o sucesso nesse momento.

Crie uma rotina com o cuidador ou a creche

O primeiro passo é decidir com quem a criança ficará. Caso seja um cuidador, ele precisa estar por dentro de todos os detalhes. Uma boa ideia é treinar algumas semanas antes, como se a mãe não estivesse em casa. Ele deve oferecer o leite com segurança para a criança.

Se a criança for para a creche, é preciso informar o desejo em oferecer o leite da mãe. Existem instituições parceiras do aleitamento materno. Vale buscar uma delas na hora de fazer a matrícula.

Lembre-se também que caso você reduza o número de mamadas diárias ou se você começar a introduzir outros alimentos na dieta do seu bebê existe o risco de engravidar mesmo amamentando.

Como fazer a ordenha?

É muito importante ordenhar o leite e armazená-lo de forma segura. Para isso, a mãe deve estar com as mãos bem limpas e com o cabelo preso. Uma dica é tirar o leite pela manhã, quando as mamas costumam estar mais cheias. A mulher precisa estar relaxada e segura para tornar o processo mais simples.

Amamentação no Trabalho

A coleta e armazenamento do leite materno pode gerar muitas dúvidas.

Para fazer a ordenha, é preciso chacoalhar as mamas para facilitar a descida do leite. A mulher então deve colocar o mamilo entre o dedo indicador e o polegar. Depois é só empurrar os dedos para trás e então apertar até o leite sair.

Caso a mãe tenha alguma dificuldade é possível procurar ajuda em um banco de leite na cidade.

Como armazenar o leite?

O leite deve ser armazenado em um frasco de vidro com tampa de plástico higienizados. É importante colocar uma fita adesiva informando a data e a hora em que o leite foi coletado. O leite materno pode permanecer até quinze dias no freezer e até 12 horas na geladeira.

Quando retirar o leite da geladeira é importante armazená-lo em uma bolsa térmica. Uma dica é colocar também algumas bolsas de gelo dentro para garantir a temperatura ideal.

Tudo é uma questão de preparo e organização! Até mesmo em situações como pacientes que tiveram câncer de mama é possível amamentar!

Formas de oferecer o leite materno

Antes de oferecer o leite é importante que ele seja aquecido em banho-maria. Ele pode ser retirado do freezer e ir direto para o fogo, mas sempre no método banho-maria.

O leite materno pode ser oferecido de várias formas. O ideal é que seja em um copo aberto para não causar confusão de bicos. Existem vídeos na internet mostrando o jeito correto de oferecer. Não é um bicho de sete cabeças, mas pode requerer um treino.

Com os cuidados necessários é seguro e tranquilo oferecer o leite materno mesmo na ausência da mãe.

Quanto custa ter um filho?

Quando o assunto é ter um filho, muitas pessoas se esquecem da questão financeira. Mas, afinal, quanto custa ter um filho? Essa é a pergunta que vamos responder hoje, a fim de te ajudar na hora de planejar a vida em casal, para que tudo aconteça de maneira tranquila.

Afinal, é uma fase de muitas mudanças e estar preparado financeiramente faz toda a diferença. Por isso, se quer aumentar a família, este é o post que vai te ajudar a organizar esse momento para que ele seja muito especial.

Quanto Custa Ter Um Filho

Quanto custa ter um filho, afinal?

O Instituto Nacional de Vendas e Trade Marketing (Invent) trouxe o dado de que um filho até os 23 anos pode trazer um gasto de cerca de 2 milhões. Mas não precisa ficar assustado, pois são gastos acumulados ao longo de toda a vida e variam muito de acordo com a classe social em questão.

Por exemplo, a mesma pesquisa mostrou que famílias da classe C gastam cerca de 407.140 mil. Tudo começa ainda na gestação, com diversos exames e acompanhamento médico. Em seguida, o parto e os primeiros anos de vida que, como sabemos, há intenso uso de produtos, como as fraldas descartáveis.

A pesquisa realizada pela Invent calculou, em diferentes categorias, quanto se gasta para criar um filho durante os anos. Os dados foram analisados de acordo com diferentes classes sociais. Confira abaixo:


Gastos Classe A Classe B Classe C Classe D
Moradia R$ 345 mil R$ 298.200 R$ 61.400 R$ 28.800
Educação R$ 703.644 R$ 365.900 R$ 185.100 Nulo
Lazer R$ 421.024 R$ 94.800 R$ 38.800 R$ 4.800
Outros R$ 616.934 R$ 189.200 R$ 121.800 R$ 20.100
TOTAL R$ 2,086 mi R$ 948.100 R$ 407.140 R$ 53.700

Os gastos nos primeiros anos de vida

São cerca de 150 fraldas por mês que são usadas pelos bebês nos seus primeiros meses. Junto ao enxoval completo, temos uma diversidade de produtos a serem comprados nos primeiros anos de vida.

Nesse momento é interessante avaliar os produtos que realmente serão necessários e ter cuidado com aqueles perdidos rapidamente, como as roupinhas. Talvez não seja muito interessante comprar tantas peças, já que elas serão perdidas em questão de semanas.

Educação da criança e seus custos

A Educação da criança também é algo bastante relativo, pois varia de acordo com a classe social – as pessoas com padrão de vida mais elevado tendem a gastar mais com escolas. Tudo vai depender também da sua necessidade, já que algumas famílias precisam colocar seus filhos em creches desde cedo, aumentando os custos.

Alimentação e saúde do seu filho

A saúde pode ficar mais simples se a mãe ou o pai tiver um plano de saúde desde cedo, pois as consultas e exames serão frequentes e podem ter menor custo no plano. Nos primeiros anos de vida, o raciocínio é o mesmo, já que a criança acabou de chegar ao mundo e precisa de vacinas, acompanhamento e medicamentos.

Além disso, alimentação também é fator importante, porém, nos primeiros anos é comum que haja amamentação exclusiva. Os custos podem aumentar, caso seja preciso introduzir fórmula desde cedo. No mais, as comidinhas devem ser saudáveis, não precisam ser de alto custo.

Como se planejar financeiramente para ter um filho

Sabemos que o momento de ter um filho não deveria ser cercado de tanta burocracia, porém, quanto melhor planejada sua família estiver, menos precisará se preocupar com essas questões e poderá curtir a criança. Para isso, é interessante eliminar as dívidas primeiro, para não ter outras preocupações. Além disso, fazer um chá de bebê pode te ajudar muito, ter um plano de saúde e economizar nas roupinhas e acessórios é também muito importante. Em resumo as principais dicas para o planejamento financeiro são:

  1. Eliminar suas dívidas antes do bebê nascer;
  2. Fazer um chá de fraldas ajuda bastante no primeiro momento;
  3. Não comprometa mais de 30% do seu salário com roupinhas e acessórios;
  4. Plano de saúde é fundamental pois os gastos com o atendimento médico podem ser bastante altos;

Gostou de saber quanto custa ter um filho? Agora fica mais fácil planejar para curtir o momento sem tanta preocupação com dinheiro.

Dicas para a escolha do nome do bebê

Emocionante e incrível, o momento de escolher o nome do bebê é uma missão muito complexa. Afinal, é uma decisão impactante e para a vida toda. Ter boas dicas é fundamental para não errar na decisão. Entre todas as opções e palpites de parentes, vale a pena ponderar e fazer da escolha do nome da criança uma grande bênção na sua vida.

Por onde começar a escolher o nome?

Comece a pensar no nome, seja masculino ou feminino, o quanto antes. Tenha uma listinha de nomes sempre à mão, para acrescentar um nome relevante quando cruzar com ele ou quando tiver uma inspiração. Se quiser conhecer o significado de algum nome você pode usar a nossa ferramenta de significado dos nomes.

Se você gosta de nomes bíblicos também preparamos uma página com os nomes mais utilizados e o seu significado.

Dicas para escolha do Nome do Bebê

Confira algumas dicas importantes para escolher o nome do bebê:

O momento da escolha do nome do bebê é um dos momentos mais especiais da relação entre pais e filhos. Um nome ideal para o seu bebê é aquele de fácil pronúncia e de escrita. Leia abaixo algumas dicas que vão te ajudar nessa etapa tão bonita de sua vida.

Dica 1

Pesquise pelo significado do nome. A maioria dos nomes carrega um significado. Vale a pena considerar o significado do nome escolhido.

Dica 2

Tenha cautela ao inventar nomes. Às vezes, o excesso de originalidade e criatividade pode atrapalhar. Lembre-se que seu filho ou filha carregará este nome para o resto da vida. É importante que seja fácil de entender, escrever e pronunciar.

Dica 3

Escreva o nome várias vezes e fale-o em voz alta. Pode parecer loucura, mas ao escrever o nome e fala-lo você estará testando combinações com os sobrenomes. Atente-se ao tom de voz no momento de dizer o nome e veja se ele faz sentido.

Dica 4

Considere as homenagens às pessoas da sua família. A chegada de um bebê também pode ser a oportunidade dos pais em prestarem homenagens à religião ou à tradição seguida pela família.

Dica 5

Antecipe-se e comece a pensar também nos possíveis apelidos. Se você escolher um nome muito longo ou de difícil pronúncia, é muito provável que o seu filho ou filha receba um apelido. Por isso, não se esqueça de avaliar os possíveis apelidos que possam surgir a partir do nome do bebê. Pense com carinho para evitar constrangimentos no futuro.

Cuidado com a opinião da família

As conversas e discussões podem se tornar complicadas se também recebem a opinião de familiares. Os amigos e familiares podem opinar e sugerir, porém, a decisão final é sempre do casal. Lembre-se: esta não é uma decisão a ser feita às pressas: haja com prudência para acertar no nome do bebê.

Os nomes mais registrados da última década

Você conhece os nomes mais registrados no Brasil? Aqui estão eles: Miguel, com 321.644 registros, e Arthur, com 287.886, foram os nomes mais escolhidos pelos brasileiros para registro de nascimento de seus filhos na última década (2010 – 2020). Já Maria Eduarda foi o nome feminino mais escolhido pelos pais nos últimos 10 anos.

O levantamento de 2010 a 2020, reuniu dados de todos os 7.660 Cartórios de Registro Civil dos 26 estados brasileiros e do Distrito Federal, que formaram uma base de mais de 24 milhões de registros realizados na última década.

Fonte: A crítica.

Nome do bebê escolhido, e agora?

Bom, se você já escolheu o nome do seu bebê aproveite para ler também nossas dicas de como preparar o chá de bebê ou o que levar para a maternidade! Lembre-se que você não está sozinha e nós estamos aqui pra de dar dicas sobre as escolhas mais importantes que você irá fazer nessa fase tão especial da sua vida.

Quer uma dica pra escolher o sexo do bebê? Temos também! Veja nosso post com 6 dicas de métodos naturais para escolher o sexo do bebê.

10 principais mitos da gestação

Durante a gestão diversos fenômenos são observados pelas mulheres. O corpo passa por modificações e é comum que surjam diversas dúvidas entre as gestantes, sejam elas de primeira viagem ou não. Dessa forma, alguns mitos foram criados e hoje o conhecimento geral pode levar as pessoas a acreditarem em coisas que não são verdadeiras.

A partir disso, elaboramos este post. Aqui você vai conhecer os 10 mitos mais comuns da gestão. Acompanhe!

1. Alimentação dobrada

Algumas mulheres tendem a pensar que por estarem com uma nova vida crescendo em seu ventre, devem “comer por dois”. Isso é um mito. O ganho de peso durante a gestação é normal, mas a alimentação deve continuar saudável e equilibrada. Cerca de 300 calorias a mais por dia são suficientes para que o bebê tenha a sua alimentação feita com sucesso.

2. Exercícios físicos

Muitas pessoas evitam a prática de exercícios físicos e até julgam as mulheres que continuam a se exercitar durante a gravidez. Porém, fazer ginástica não é um fator de risco para o bebê. É claro que tudo deve ser feito de acordo com a evolução da gestação, sendo que no começo é possível continuar a praticar exercícios um pouco mais pesados e conforme a gravidez vai chegando ao fim, o mais recomendado é que os exercícios sejam mais leves.

3. Consumo de café

Você já deve ter ouvido falar que as gestantes devem evitar a cafeína durante a gravidez, não é mesmo? Porém o consumo controlado de cafeína, no café e em refrigerantes, é permitido e não aumenta as chances de aborto.

4. Formato da barriga

Há um mito popular que indica que o formato da barriga tem a ver com o sexo do bebê. Isso já fez muitas mamães comprarem enxovais e se prepararem para ter uma menina e acabarem tendo um menino, assim como o contrário. Porém, não se engane, ter a barriga pontuda não indica que você terá um menino, assim como ter a barriga mais arredondada durante a gravidez também não indica que você terá uma menina.

Mitos Gravidez - Viajar de Avião

5. Viagem de avião

Andar de avião pode ser considerado um grande risco para mulheres grávidas. Entretanto, caso a gestante não esteja quase em trabalho de parto e tenha uma gestação sem riscos, as viagens de avião estão liberadas. O mais indicado é procurar o médico para que ele avalie os riscos da viagem ou indique algum tipo de precaução, como o uso de meias de compressão.

6. Atividade sexual

Não se preocupe com as relações sexuais durante a gravidez. É um mito que as mulheres devem evitar o sexo. Desde que ele seja seguro e consentido, não há qualquer tipo de contraindicação. Se você tem dúvidas leia nosso post sobre sexo na gravidez.

7. Cerveja preta

Algumas pessoas ainda acreditam que o consumo de cerveja preta aumenta a produção de leite da gestante. Isso é um mito, inclusive o álcool é duramente proibido durante a gravidez.

8. Bebê cabeludo

É mito que a grande intensidade da azia sentida pela gestante durante a gravidez significa que ela terá um bebê cabeludo. O único fator que influencia na quantidade de cabelo do bebê é o fator genético.

9. Consumo de chocolate

Comer chocolate antes do exame de ultrassom não ajuda a verificar se o bebê é menino ou menina. Na verdade pode até ajudar, mas o alimento precisa ser rico em açúcar para que a glicose estimule a movimentação do bebê. Ou seja, não é o chocolate que faz isso, se ele for diet, por exemplo, não adianta nada.

10. Intensidade dos enjoos

Muitas pessoas acreditam que as gestantes têm mais enjoos nas primeiras semanas de gravidez quando estão esperando uma menina. Isso é um mito, pois o sexo do bebê não influência em nada nesse aspecto. Agora se você está sofrendo com os enjoos não deixe de ler nossas dicas para diminuir os enjoos.

Cirurgiões Inovadores: Documentário sobre Cirurgia Fetal

Recentemente o Netflix  e a BBC lançaram um documentário chamado Cirurgiões Inovadores (Surgeon’s Cut em inglês). Nas mãos de médicos brilhantes, a cirurgia cresceu aos trancos e barrancos, desde os dias em que não havia anestesia e nenhum equipamento esterilizado. A série de documentários Cirugiões Inovadores, mostra quatro desses cirurgiões, que são pioneiros em procedimentos inovadores e que salvam vidas. Enquanto trabalham na medicina fetal, neurocirurgia, cirurgia de transplante e cardiologia, o elenco de Cirurgiões Inovadores ajuda a moldar o futuro da medicina.

Se você é um entusiasta da cirurgia fetal ou se o seu bebê tem alguma condição que necessita de tratamento intra-útero não deixe de assistir o Episódio 1!

Episódio 1: Salvando Vidas Antes do Nascimento

Cirurgiões Inovadores - Salvando Vidas Antes do Nascimento

No primeiro episódio podemos ver a história do Professor Kypros Nicolaides, que é um dos maiores especialistas do mundo em medicina fetal. Não apenas sua ética de trabalho se destaca, mas ele também se preocupa genuinamente com seus muitos pacientes. O professor Kypros Nicolaides é um dos pioneiros da cirurgia fetal e suas descobertas revolucionaram o campo. Cirurgiões Inovadores segue Nicolaides no King’s College Hospital em Londres, onde seu trabalho inovador em cirurgia endoscópica a laser é usado para tratar a síndrome de transfusão de gêmeos, uma condição pré-natal com risco de vida.

Quem é o Dr. Kypros Nicolaides?

Kypros nasceu em 1953 em Paphos, Chipre. Ele estudou na Escola de Inglês em Nicósia e mais tarde foi enviado por seu pai para a Inglaterra para o ensino superior, onde estudou Bioquímica e Fisiologia no King’s College London. Em seguida, ele passou a fazer medicina na mesma instituição. No programa, o médico comenta que houve um momento de sua vida em que teve muito interesse em apoiar movimentos de esquerda. Ele sentiu como se a medicina não fosse a escolha certa para ele até que um novo professor (que foi um pioneiro no campo do ultrassom) ingressou no campus. O resto, como todos sabemos, é história.

Professor Kypros Nicolaides

Em 1986, Kypros se tornou o Diretor do Centro de Pesquisa Harris Birthright para Medicina Fetal, que foi inaugurado pela Princesa Diana em 1984. Além disso, ele trabalhou como Professor de Medicina Fetal em sua alma mater desde 1992. O trabalho inventivo de Kypros foi tornou o King’s College Hospital, um dos estabelecimentos mais renomados mundialmente em medicina fetal.

Link para o documentário: Cirurgiões Inovadores

 

5 dicas de como escolher a poltrona certa para amamentar

A amamentação é um momento de união e cuidado entre a mamãe e seu bebê. Por isso, nada mais importante do que proporcionar um ambiente confortável e tranquilo para essa tarefa especial.
Na decoração do quartinho do bebê, a poltrona é item indispensável para promover aconchego para mãe e filho. Pensando nisso, separamos 5 dicas para que você saiba exatamente qual é a poltrona certa para amamentar.

Poltrona Amamentação

1. A poltrona certa para amamentar precisa ser confortável

O máximo de conforto possível é o primeiro critério a se pensar. Sendo assim, a poltrona para amamentação precisa facilitar o momento do aleitamento, trazendo mais aconchego para ambos.

É necessário reparar se a poltrona é capaz de:

  • Permitir que as costas da mamãe fiquem retas durante a amamentação, evitando assim o aparecimento de dores;
  • Oferecer apoio para os braços e pés, como por exemplo um puff, colaborando com a circulação sanguínea e a diminuição do cansaço dos membros.

Lembre-se de que será um lugar onde mamãe e seu bebê passarão muito tempo juntos, então nada melhor do que garantir todo o bem-estar possível para ambos.

2. Atente-se ao tamanho da poltrona

Todo mundo já ouviu aquele ditado que diz que tudo demais é muito, não é? Mas também saiba que tudo de menos pode ser pouco demais.

O certo é levar em consideração o espaço exato que há disponível para a poltrona. Caso seja pequeno, uma poltrona grande poderá ficar apertada no espaço, limitando, por exemplo, que você consiga balançar-se nela.

Se ela for grande para um espaço mais restrito, poderá gerar desconforto e, consequentemente, dores de coluna ou musculares. Por isso, o ideal é ser realista e pensar dentro das suas possibilidades.

3. Repare no material de fabricação

Você se sentará nessa poltrona durante meses. Então, o ideal é optar por poltronas que possuam almofadas macias no assento e no encosto, assim como um revestimento confortável.

Além disso, uma poltrona com material de cobertura fácil de limpar pode ser uma boa escolha. Uma outra opção é que a poltrona possibilite remover a capa para lavagem.

Afinal, poder manter a sua poltrona para amamentação sempre limpa é tão importante quanto um material confortável.

4. O design também importa

Toda mamãe sonha com um quartinho bem decorado para o filho, mas não é somente por isso que o design é importante na hora de escolher a poltrona certa para amamentar.
Adotar cores claras e suaves, por exemplo, pode ajudar nos ânimos do bebê, deixando o clima mais terno para ele.

Ah, e não esqueça que essa poltrona pode te acompanhar durante muitos meses ou anos, então optar por um modelo comum, sem muitas sofisticações, pode ser uma boa aposta.

5. Testar mais de uma opção é essencial para encontrar a poltrona certa para amamentar

Por último, mas importante, o ideal mesmo é experimentar várias opções. Seja em uma loja especializada, ou na poltrona de outras mamães que você conheça. Apenas sentando e testando poderá descobrir qual se adequa mais às suas necessidades.

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Auxílio Maternidade

Quando uma mulher engravida, há uma série de preocupações que cruzam a sua cabeça. As principais, é claro, estão relacionadas a sua saúde e a saúde do bebê. Porém, essas não são as únicas. É preciso pensar também em questões práticas, como o trabalho e a vida financeira. E aí vem o auxílio maternidade (ou salário maternidade).

A boa notícia é que, no Brasil, as futuras mamães podem ficar seguras a esse respeito. Isso graças ao auxílio-maternidade, um benefício social pago no período pós-parto, para evitar que as mães fiquem com a renda comprometida. A seguir, entenda quem pode pedi-lo, como você pode fazer isso e outros detalhes importantes. Acompanhe conosco!

Quem pode pedir o auxílio maternidade?

Todos os trabalhadores que sejam segurados do INSS podem solicitar o auxílio-maternidade, independente do tipo de vínculo. De forma geral, ele se aplica às mulheres cujos filhos acabaram de nascer, porém essa não é a única condição para o seu recebimento.

Famílias que adotam uma criança também podem requerer o auxílio-maternidade para o período de adaptação da nova criança. E até mesmo situações mais tristes, como ocasiões de aborto ou feto natimorto, também dão direito ao benefício enquanto a mulher se recupera.

Auxílio Maternidade - Quem tem Direito

Qual a diferença do auxílio maternidade e da licença maternidade?

Basicamente, eles são duas partes diferentes de uma mesma situação. O auxílio-maternidade é um salário, ou seja, um benefício pago mensalmente aos segurados do INSS que se encaixem nos requisitos já mencionados. Já a licença maternidade é o período de afastamento do trabalho, que é um direito inclusive do pai.

Via de regra, a licença maternidade no Brasil tem duração de 120 dias, ou seja, quatro meses. E, durante o tempo em que a mulher está de licença maternidade ativa, o auxílio é pago pelo INSS e não pela empregadora.

Como posso pedir o auxílio maternidade?

Para quem trabalha com carteira assinada, o requerimento deve ser feito à empresa a partir de 28 dias antes do parto. É preciso portar o atestado médico ou a certidão de nascimento do bebê, as demais burocracias a própria empresa cuida do resto.

Já para quem irá adotar ou está desempregada, é preciso fazer o requerimento no INSS, a partir do site deles. É importante verificar como está a situação do INSS da sua cidade durante o período de pandemia.

Qual o valor e quanto tempo esse benefício dura?

O valor será determinado pelo vínculo da segurada com o INSS. Para quem tem carteira assinada, o valor será igual ao da sua remuneração comum. Para quem contribui individualmente, o valor irá corresponder a 1/12 da sua última contribuição anual.

Existem regras específicas também para quem é empregada doméstica, segurados desempregados e segurados especiais. É importante se informar para fazer um planejamento financeiro detalhado.

E para MEI?

Quem contribui como Microempreendedor Individual também tem direito ao auxílio maternidade. As mesmas regras aplicadas nos casos anteriores entram em vigor, e o requerimento deve ser feito no próprio INSS, da mesma forma que contribuintes individuais.

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Quer saber mais sobre os direitos que você tem na gestação? Leia o nosso post sobre os direitos da gestante e puérpera.

Links importantes sobre o assunto:

  1. Agência Brasil explica: como solicitar salário-maternidade
  2. Solicitar Salário-Maternidade Urbano

Agora que você já sabe tudo sobre o auxílio maternidade, que tal saber o que é exterogestação?