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Artigo Original: Induction of labour versus expectant monitoring for gestational hypertension or mild pre-eclampsia after 36 weeks' gestation (HYPITAT): a multicentre, open-label randomised controlled trial
Cerca de 6 a 8% das gestações são complicadas por doenças hipertensivas como a hipertensão gestacional e a pré-eclâmpsia. Estas doenças tem contribuição substâncial para a morbidade e mortalidade materna e neonatal a nível mundial. Na Holanda essas doenças são a principal cuasa de mortalidade materna. A maioria das doenças hipertensivas tem início clínico após a 36a semana de gestação. Com relação ao manejo das pacientes com hipertenção gestacional ou pré-eclâmpsia leve, existem poucos estudos comparando o manjo espectante versus indução de parto. Nos Estados Unidos e outros países desenvovidos, a indução é uma prática clínica já realizada mas, antes deste estudo, essa prática era realizada sem base em estudos randomizados. Entretanto, na Holanda, a conduta expectante é o protocolo utilizado na maioria dos hospitais.
Artigo Original: H1N1 2009 influenza virus infection during pregnancy in the USA Artigo publicao online pelo The Lancet mostra que as gestantes são mais suscetíveis a complicações da gripe pelo H1N1. Além disso, o estudo mostra que a taxa de hospitalização para gestantes é 4 vezes maior que a da população em geral. Gestantes com gripe por H1N1 devem iniciar o tratamento antiviral o mais breve possível, enquanto que as gestantes saudáveis devem ser imunizadas assim que a vacina estiver disponível.
Alterações nos exames hepáticos ocorrem em 3-5% das gestações, e não devem ser confundidas com alterações fisiológicas pela gravidez. Entre as alterações fisiológicas encontra-se a elevação da fosfatase alcalina, alfa-fetoproteína e ceruloplasmina. As alterações hepáticas podem ser decorrentes de hepatopatia crônica já estabelecida, doenças exclusivas da gestação ou doenças coincidentes.
O sistema de saúde privada no Brasil possui um índice de cesáreas extremamente aumentado. Decidir qual é o momento mais oportuno para a realização da cesárea eletiva é um ponto de extrema importância para reduzir complicações advindas da prematuridade iatrogênica. O estudo em questão visa avaliar qual a melhor época para agendar uma cesárea eletiva.
A controvérsia sobre o uso da progesterona na prevenção do trabalho de parto prematuro parece estar novamente em pauta. Um estudo conduzido pelo Dr. Eduardo Fonseca demonstrou uma redução no número de partos prematuros abaixo de 34 semanas quando a progesterona é utilizada em pacientes com risco aumentado devido ao encurtamento cervical. |
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