O Gurpo de Estudo da Associação Internacional de Diabetes e Gestação (International Association of Diabetes and Pregnancy Study Groups - IADPSG) fez nova recomendação sobre o rastreamento da hiperglicemia em gestantes que consiste em duas fases: um rastreamento precoce para diabetes e um teste de tolerância oral à glicose com 75g de glicose.
Artigo publicao online pelo The Lancet mostra que as gestantes são mais suscetíveis a complicações da gripe pelo H1N1. Além disso, o estudo mostra que a taxa de hospitalização para gestantes é 4 vezes maior que a da população em geral. Gestantes com gripe por H1N1 devem iniciar o tratamento antiviral o mais breve possível, enquanto que as gestantes saudáveis devem ser imunizadas assim que a vacina estiver disponível.
Cerca de 6 a 8% das gestações são complicadas por doenças hipertensivas como a hipertensão gestacional e a pré-eclâmpsia. Estas doenças tem contribuição substâncial para a morbidade e mortalidade materna e neonatal a nível mundial. Na Holanda essas doenças são a principal cuasa de mortalidade materna. A maioria das doenças hipertensivas tem início clínico após a 36a semana de gestação. Com relação ao manejo das pacientes com hipertenção gestacional ou pré-eclâmpsia leve, existem poucos estudos comparando o manjo espectante versus indução de parto. Nos Estados Unidos e outros países desenvovidos, a indução é uma prática clínica já realizada mas, antes deste estudo, essa prática era realizada sem base em estudos randomizados. Entretanto, na Holanda, a conduta expectante é o protocolo utilizado na maioria dos hospitais.
Alterações nos exames hepáticos ocorrem em 3-5% das gestações, e não devem ser confundidas com alterações fisiológicas pela gravidez. Entre as alterações fisiológicas encontra-se a elevação da fosfatase alcalina, alfa-fetoproteína e ceruloplasmina. As alterações hepáticas podem ser decorrentes de hepatopatia crônica já estabelecida, doenças exclusivas da gestação ou doenças coincidentes.